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O Dia do Abraço celebra-se anualmente a 22 de maio e é dedicado a um dos gestos mais simples e universais de afeto: o abraço. Presente em praticamente todas as culturas do mundo, o abraço é uma forma espontânea de demonstrar carinho, amizade, apoio ou gratidão. Embora, em muitos contextos, esteja associado a relações de maior proximidade, o gesto ultrapassa fronteiras culturais e linguísticas, sendo compreendido como uma expressão humana de ligação emocional. O significado do abraço Mais do que um contacto físico, o abraço tem também um impacto emocional e psicológico. Estudos na área da saúde e do comportamento humano indicam que abraçar pode: reduzir o stress e a ansiedade; promover sensação de bem-estar; reforçar vínculos afetivos; transmitir segurança e conforto; estimular a empatia entre as pessoas. Por isso, o abraço é muitas vezes descrito como uma “linguagem silenciosa” capaz de comunicar sentimentos profundos sem necessidade de palavras. imagem comemorativa do dia do abraço Origem da data A celebração do Dia do Abraço está associada à iniciativa do australiano Juan Mann, que em 2004 lançou a campanha Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Grátis). A ideia era simples: oferecer abraços gratuitos a desconhecidos em espaços públicos, promovendo momentos de conexão humana num mundo cada vez mais acelerado e individualista. A campanha tornou-se viral e espalhou-se por vários países, dando origem à celebração desta data simbólica.

pensamento dia

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Frase

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Marco Túlio Cícero (em latim: Marcus Tullius Cicero, (106 – 43 a.C.): foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo da gens Túlia da República Romana eleito cônsul em 63 a.C. com Caio Antônio Híbrida. Era filho de Cícero, o Velho, com Élvia e pai de Cícero, o Jovem, cônsul em 30 a.C., e de Túlia. Cícero nasceu numa rica família municipal de Roma de ordem equestre e foi um dos maiores oradores e escritores em prosa da Roma Antiga. Sua influência na língua latina foi tão imensa que se acredita que toda a história subsequente da prosa, não apenas no Latim, como nas línguas europeias, no século XIX seja ou uma reação a seu estilo ou uma tentativa de retornar a ele. Segundo Michael Grant, "a influência de Cícero sobre a história da literatura e das ideias europeias em muito excede a de qualquer outro escritor em prosa de qualquer língua". Cícero introduziu os romanos às principais escolas da filosofia grega e criou um vocabulário filosófico latino (inclusive com neologismos como evidentia, humanitas, qualitas, quantitas e essentia), destacando-se como tradutor e filósofo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADcero}

imagem dia

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Marcelo Gleiser analisa a COP 15 (Folha de São Paulo)

O Dr. Marcelo Gleiser comenta sobre o resultado da COP15. Trago este artigo dele ao blog por julga-lo isento das paixões que estão predominando entre os analistas da conferencia. Ainda não tenho conclusões a respeito e estou lendo e procurando entender. Gleiser, no entanto, é um cientista com opiniões próprias e principalmente independente. Ou seja, o que ele diz eu acredito.
Leiam o artigo dele publicado na edição de ontem (domingo, 20 de dezembro) em meio ao clamor da mídia e dos ambientalistas contra os resultados - considerados pífios (e parecem que foram mesmo) - da COP15 de onde se esperava muito mais.
Leiam um trecho do artigo para que sejam motivados a conhece-lo por inteiro:
  • [...] "O único modo para fazer as coisas andarem de fato seria com uma mentalidade de guerra: teríamos de declarar guerra ao agravamento do efeito estufa para todos os países do mundo se unirem contra um inimigo comum: a devastação ecológica da Terra. " [...]


    http://www.helenocbx.kit.net/gifs/gifsdiversos/cbx-diversos%20%2842%29.gif


São Paulo, domingo, 20 de dezembro de 2009




http://epoca.globo.com/edic/346/criacao02.jpg
Marcelo Gleiser
Crédito planetário

Só durante guerras já se viu um nível de mobilização similar ao necessário agora

Eis como a globalização afeta o nosso planeta. Talvez o resultado mais importante da conferência de Copenhagen tenha sido a ser a autorização de crédito financeiro para os países que controlarem o desmatamento acelerado. (Estou supondo que a resolução vai ser aprovada, embora ao escrever estas linhas ainda não seja oficial.) Se uma indústria não conseguir atingir os limites definidos nas emissões de gases poluentes, pode comprar crédito investindo em programas de redução de emissão de carbono em outros países.
De certa forma, a emissão de gás carbônico (CO2) passa a ser uma espécie de moeda global. Finalmente ficou claro, no nível de legislação mundial, que a poluição é um problema global: florestas são "esponjas" de CO2 e quanto mais área planetária for coberta por elas melhor. O corte das florestas, com a consequente perda de superfície verde e mais a queima da madeira, equivale a aproximadamente 20% da emissão de CO2 global. Para o Brasil, isso pode ser um excelente incentivo para que se atinja um equilíbrio razoável entre o desmate da Amazônia e as necessidades da população local. É um passo no rumo certo.

http://jornale.com.br/mirian/wp-content/uploads/2009/05/credito-de-carbono.jpgA situação é muito mais séria do que parece. Com o clima, as mudanças são tão graduais que, em escalas de tempo a que estamos acostumados, de décadas, parece que nada está acontecendo. Por um lado isso é bom, pois mostra que nosso planeta não é sujeito à instabilidades climáticas em períodos curtos de tempo. Ainda bem! Caso contrário, seria muito difícil sobre viver aqui. Por outro lado isso é ruim, pois os grupos políticos e industriais que não estão interessados em controlar o nível de emissões ou o desmatamento, criam confusão e polêmica com facilidade, tornando uma questão que é essencialmente científica numa questão política.
Esse foi o caso do governo de George W. Bush, que a presente administração está tentando remediar. Parece que Obama tenha feito a esta altura alguma proposta unilateral de controle de emissões nos EUA, tentando assim demonstrar que o barômetro lá está mudando. Espero que ao lermos essa coluna no domingo, as notícias sejam boas. Minha previsão é de que haverá uma proposta oficial de cortes no nível de emissão não só nos EUA, mas em outros países como a China, o Brasil e a Índia, mas estará ainda longe do que é recomendado para reverter a inércia atual do aquecimento global.
http://www.ecodebate.com.br/foto/75.jpg
O único modo para fazer as coisas andarem de fato seria com uma mentalidade de guerra: teríamos de declarar guerra ao agravamento do efeito estufa para todos os países do mundo se unirem contra um inimigo comum: a devastação ecológica da Terra. Somente durante guerras vimos o nível de mobilização capaz de levantar os recursos necessários, de convencer a população a se submeter a grandes sacrifícios em prol da vitória.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a população do Japão passava fome para que o exército imperial pudesse comer. Como esse, existem inúmeros exemplos. Mas com esse inimigo sutil e praticamente invisível, com táticas de conquista lentas, fica difícil traçar um plano de defesa. O cerco vai apertando tão aos poucos que a invasão parece que nunca ocorre.
Durante a abertura da cúpula de Copenhagen, os líderes dos quase 200 países presentes assistiram um vídeo com crianças do mundo inteiro pedindo que façam algo para evitar um futuro apocalíptico de desertos e mares invasores. Pela primeira vez na história, a humanidade tem um inimigo comum, que afeta a todos: ela mesma. As decisões que tomamos hoje irão definir o mundo de amanhã. Espero que sejamos sábios o suficiente para nos derrotar e vencer a guerra.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo".



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