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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


terça-feira, 13 de maio de 2008

Caio Junior - técnico do Flamengo - um belo exemplo de liderança...


Existem notícias que, às vezes, passam desapercebidas mesmo por quem esteja ligado no tema da liderança e da gestão. Eu mesmo passei batido ontem, quando o Flamengo venceu o Santos na abertura do campeonato brasileiro. Somente hoje, quando ouvi a entrevista de um jogador do clube, é que me veio o "insigth" para produzir este post rápido. O que disse o jogador?
- "O Caio nos deu confiança ao manter o mesmo time que perdeu a vaga na Libertadores, quarta feira" (veja o vídeo, é rapidíssimo). Ai eu me "toquei".
Caio Junior - treinador (ou seja, líder e gerente ao mesmo tempo) do Flamengo se utilizou de um dos mais conhecidos e ao mesmo tempo mais difíceis e arriscados "truques gerenciais". Além de ganhar a partida de estréia, com autoridade, mais que isso ganhou o grupo para sua liderança. Não surpreendeu porque é reconhecidamente um técnico com QI acima da média dos seus colegas. Quer entender?
Esqueça que estamos falando de um time de futebol e imaginem um departamento desmoralizado, uma empresa em crise financeira ou um grupo de projetos fracassados e pense nos riscos que ele - diretor ou gerente - correu ao não promover as mudanças que seriam, absolutamente, naturais ao assumir sua nova função. Ninguém o criticaria se promovesse mudanças; e se perdesse o jogo, a responsabilidade seria toda do time novo e seu desentrosamento com seu recém-chegado treinador.
O que fez Caio Júnior? Bancou o mesmo time que havia sido derrotado, obteve uma importante vitória e como prêmio maior, ganhou a lealdade e o comprometimento do grupo com o seu trabalho.
O resultado? Vamos acompanhar, mas duvido que estes atletas façam "corpo mole" (o que é muito comum entre eles) para o seu novo treinador. O Flamengo - "infelizmente para mim, que sou vascaíno" - deverá obter ótimos resultados neste Brasileirão. Pelo menos nas primeiras rodadas. E você, se fosse o Caio Junior, assumiria o mesmo risco?


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4 comentários:

  1. Ganhou porque jogou contra o time reserva do Santos. Não fez mais que a obrigação.

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  2. Daniel,
    Antes de tudo registro a alegria de vê-lo comentando aqui. Acho que um dos pontos altos dos blogs é exatamente poder interagir com o autor ou com os visitantes do site.
    Sobre o seu comentário, como torcedor vascaíno penso como você, mas dentro da temática do blog o foco é outro e por isto destaquei a atitude do Caio Júnior. Ele agiu como um líder. Foi além do mero chefe ou gerente. Insisto na pergunta, você, Daniel, no lugar dele, manteria o time que perdeu na 4a. feira ou faria alguma alteração?
    Volte sempre.

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  3. Olá Herbert,
    Se eu soubesse que lhe faria feliz e que eu ia ter essa resposta tão simpática já havia comentado a mais tempo. Acompanho o seu blog através de uma indicação do site Qualiblog e tenho a dizer que tem sido muito útil em meu dia-a-dia, apesar de não ser desse ramo. Cada dia aprendo mais.
    Quanto ao comentário, esclareço que sou botafoguense e que fiz este comentário querendo dar uma cutucada no Flamengo.
    E, respondendo a sua pergunta, no lugar dele manteria o mesmo time sim porque o Flamengo vinha de vários resultados positivos (já estou até falando como eles). A derrota que teve contra o América (soy loco por ti América) não teve esse ou aquele culpado, mas sim o time inteiro. Além do que o América contou com uma sorte tremenda.
    Agora se o Flamengo estivesse numa má fase anteriormente a esse jogo, daí eu mudaria sim o time.

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  4. Caro Daniel,
    Já percebi que você gosta tanto de futebol quanto eu. Estamos de acordo, inclusive quanto ao Botafogo. Vascaínos e botafoguenses podem até "brigar" entre eles, mas tem algo em comum, não é mesmo?
    Fiquei mais alegre ainda por sabe-lo frequentador do blog e que ele lhe tem sido útil. Esse é o objetivo. Divertir, fazer o tempo passar e ao mesmo tempo transmitir um pouco da experiência que adquiri em mais de 30 anos de vivência nessa área, por onde procuro focar o seu conteúdo.
    Não deixe de comentar neste espaço, Daniel, pois é nessa troca de mensagens que um blog cresce e se torna efetivamente de utilidade pública.
    Foi ótimo "trocar figurinhas" com você. Vamos repeti-la em outras oportunidades.
    Saudacões vascaínas...

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