||| 31 de julho DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia Internacional do guarda florestal ||| *Reflexão: "Acredite em milagres, mas não dependa deles". (Immanuel Kant) |||

 

Bem vindo

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O Dia Mundial do Vigilante da Natureza, também conhecido internacionalmente como World Ranger Day, celebra-se anualmente a 31 de julho. A data presta homenagem aos vigilantes da natureza, guardas-parques, guardas florestais e outros profissionais que trabalham diariamente na proteção das áreas naturais e da biodiversidade. Embora ainda seja pouco conhecido em Portugal, este dia tem vindo a ganhar relevância por destacar o papel essencial destes profissionais na conservação da flora, da fauna e dos ecossistemas, bem como por recordar aqueles que perderam a vida ou ficaram feridos no exercício das suas funções. Origem da celebração O Dia Mundial do Vigilante da Natureza foi assinalado pela primeira vez em 2007, por ocasião do 15.º aniversário da International Ranger Federation (IRF). Desde então, a IRF organiza a celebração em parceria com dezenas de associações nacionais e internacionais de vigilantes da natureza, promovendo iniciativas de sensibilização para a importância da conservação ambiental e para os desafios enfrentados por estes profissionais. vigilante da natureza sentado O papel dos vigilantes da natureza Os vigilantes da natureza desempenham um papel fundamental na preservação do património natural. Entre as suas principais funções encontram-se: vigiar parques naturais, reservas e áreas protegidas; proteger espécies da fauna e da flora; prevenir e detetar incêndios florestais; combater a caça furtiva, a pesca ilegal e outros crimes ambientais; monitorizar habitats e ecossistemas; sensibilizar visitantes para a proteção da natureza; colaborar em programas de investigação científica e conservação. O seu trabalho contribui para garantir que as gerações futuras possam continuar a desfrutar da riqueza natural do planeta.

pensamento dia

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Frase

Frase
Immanuel Kant (Konigsberg hoje Kaliningrado, 22 de abril de 1724 – Königsberg, 12 de fevereiro de 1804) ou Emanuel Kant, foi um filósofo alemão (nativo do Reino da Prússia) e um dos principais pensadores do Iluminismo. Seus abrangentes e sistemáticos trabalhos em epistemologia, metafísica, ética e estética tornaram-no uma das figuras mais influentes da filosofia ocidental moderna. Kant também publicou importantes obras sobre ética, religião, direito, estética, astronomia e história durante sua vida. Estes incluem a História Natural Universal (1755), a Crítica da Razão Prática (1788), a Crítica do Poder de Julgamento (1790), a Religião nos Limites da Simples Razão (1793) e a Metafísica dos Costumes (1797). (https://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant)

 

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Comentário de um visitante ilustre - Prof. Rocha Maia

(imagem do artista Andy Zito do Getty Images)
O professor Rocha Maia é um grande amigo do blog. Ele assina seus comentários como "Rocha Maia, apenas um artista" por pura modéstia. Modéstia como artista (é um premiado pintor da arte Naif (Rocha Maia, apenas um artista... ) e modéstia como profissional; é um experiente consultor de empresas nas áreas de gestão e estratégia. Fomos colegas de trabalho durante muitos anos e hoje somos amigos. Ele foi o primeiro a fazer um comentário em post, aqui, no blog da Oficina de Gerência.
Rocha Maia escreveu o texto abaixo, também como comentário, no post sobre a homenagem que o blog fez ao Ayrton Senna (Ayrton Senna da Silva (In Memoriam)). Publico o texto pela qualidade e porque é marca do blog, publicar como post, comentários dos visitantes que eu considere convenientes para o seu conteúdo. Confiram:
.......... "Eu estava trabalhando, em pleno domingo, atendendo a um cliente que desejava resolver com os filhos e a esposa alguns problemas típicos de uma empresa familiar. A família Silva. Cosas da vida de consultor. Em pleno domingo trabalhando! A reunião foi realizada na própria oficina mecânica do cliente. Alguns funcionários, também aparentados, ajudavam a engrossar o grupo.
.......... Não me lembro ao certo, mas devíamos ser umas vinte pessoas. Iniciados os trabalhos bem cedo, todos participavam e colaboravam para que as coisas fossem bem até o intervalo. Sim, o intervalo daquele dia era sagrado. Na televisão, bem no meio da sala, todos desejavam assistir a corrida do Senna. Sim, a corrida do Senna, posto que na época as pessoas tinham uma paixão: Ayrton Senna da Silva!
.......... Paramos nosso encontro e fomos assistir aquilo que se tornou numa das piores tragédias que eu já assisti ao vivo. Guerra do Iraque? Onze de setembro..., torres gêmeas? Não sei qual foi pior de ver. O que eu sei é que a morte de Senna me fez entender a diferença entre o que é ser uma organização e ser uma instituição.
.......... Conforme os minutos passavam, e as notícias confirmavam o que ninguém queria ouvir, as pessoas inciaram um movimento catártico, deixando aflorar o sentimento mais profundo de perda.
.......... Naquele dia a consultoria terminou de forma triste. Peguei meu carro e para retornar para minha casa e vi nas ruas algo como nunca eu havia visto. As pessoas choravam, andavam com olhares perdidos e indisfarçável luto. Pensei com meus botões: o Ayrton, como é querido pelo povo de Brasília. Chegando em casa, minha mulher e a empregada choravam, os vizinhos choravam e, alguns já tomavam de seus carros com a bandeira brasileira tarjada de preto. Na televisão o noticiário chagava com as últimas informações. Os brasileiros choravam..., o mundo todo chorou!
.......... Foi assim que eu me dei conta do que é o desenvolvimento organizacional comparado ao desenvolvimento institucional. Gerencialmente, algumas pessoas não conseguem estabelecer a diferença. Senna havia chegado ao máximo na escala de desenvolvimento humano, segundo a percepção dos demais mortais. Ele foi mais do que um grande atleta, que um grande competidor, que um grande piloto, organizacionalmente bem estruturado e desenvolvido. Ayrton Senna da Silva, para todos nós, era uma instituição. Como ele, são poucos os que chegam a tal desenvolvimento.
.......... Esta é portanto a razão que motiva as pessoas, como Drummond, a reverenciar a memória e a continuar a alimentar o culto ao grande ídolo-institucional."
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