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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




domingo, 27 de janeiro de 2008

Maneiras de lidar com o chefe




"A maior parte das pessoas passa oito horas no trabalho. Portanto, as condições em que deve se desenvolver o trabalho são tão importantes quanto as condições da própria casa da pessoa. Por exemplo, as condições físicas: o carpete não deve dar alergia, o calor não deve ser intenso nem o frio cruel, a luz suficiente, os ruídos suportáveis e a ventilação adequada.





Mas as condições de trabalho, que podem implicar desgaste emocional, talvez sejam até mais importantes. Cheque você mesmo as condições em que você atua no seu ambiente profissional:
Quais são minhas tarefas diárias? Eu trabalho sobre pressão do tempo? Sou responsável pelo trabalho dos outros? O meu cargo e o meu título são importantes para mim? Quanto tempo quero permanecer neste cargo ou na empresa? Quais são meus objetivos de curto, médio e longo prazo? Que quero: mais dinheiro ou mais realização?





Se você tem respostas conscientes para essas perguntas, tem metade do caminho percorrido para enfrentar e superar problemas de relacionamento dentro da empresa, especialmente com seus superiores.





Emoção e racionalidade nas relações profissionais





A inspiração para este artigo vem do trabalho do psicólogo norte-americano William Lareau, ex-gerente de marketing da ITT e atualmente trabalhando como consultor de planejamento de carreira em Glenside, Califórnia (EUA).





No seu livro "As regras não-escritas para uma carreira de sucesso", o autor faz uma abordagem muito franca das atitudes esperadas de um executivo dentro de uma empresa. No capítulo que trata do relacionamento com os chefes, ele faz algumas considerações sobre o que considera ser o segredo para se sair bem numa empresa. Segundo ele, a pior coisa que pode acontecer para a carreira de alguém é um chefe predisposto, mal intencionado ou que apresente resistência contra você. "Aí você não tem escolha", diz William Lareau, "a não ser interagir com ele todos os dias, e quem sabe todas as horas." (continua)


































O trecho acima é o início de um ótimo artigo de Joaquim Botelho (1) que transcrevi do site Aprendiz. Para quem quiser continuar a leitura é só clicar no link abaixo que será redirecionado para a URL do texto completo.




Maneiras de lidar com o chefe - Aprendiz












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(1) Joaquim Maria Botelho é jornalista, especializado em Jornalismo Internacional e Fotojornalismo pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Atualmente é Gerente de Comunicação do Grupo Catho.











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