||| 01 de outubro DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia Nacional do Idoso e internacional da 3ª idade ||| # Reflexão: "Qualquer idiota consegue ser jovem. (...) É preciso muito talento pra envelhecer. --- Millôr Fernandes . |||

 

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O Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa são comemorados em 1 de outubro. • Até 2006 (27 de setembro): O Brasil celebrava o Dia Nacional do Idoso em 27 de setembro, data que havia sido instituída em 1976 por iniciativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI). • A partir de 2006 (1º de outubro): A nova lei mudou a celebração oficial para 1º de outubro. A escolha também homenageia o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741), que foi promulgado exatamente no dia 1º de outubro de 2003. O principal objetivo destas datas, além de homenagear as pessoas de mais idade, é incentivar a conscientização da sociedade sobre as necessidades das pessoas idosas. Para isso, os cidadãos e os governantes devem estar cientes sobre os papéis sociais que devem desempenhar, desde o respeito e auxílio aos indivíduos idosos, até políticas e estratégias (nos variados setores) que garantam que as pessoas tenham um envelhecimento com qualidade de vida e dignidade. Com o rápido envelhecimento da população mundial, a necessidade de criar cidades e espaços inclusivos também é um assunto emergencial a ser debatido nesta data. Ao longo desta data, são realizadas diversas palestras, workshops e demais atividades direcionadas para todos os públicos sobre as mais variadas questões relacionadas ao envelhecimento. No Brasil, através da lei nº 10.741, de 1 de outubro de 2003, está presente o Estatuto do Idoso, uma legislação que dispõe os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior aos 60 (sessenta) anos. Origem do Dia Internacional das Pessoas Idosas O Dia Internacional das Pessoas Idosas foi instituído em 14 de dezembro de 1990 pela Assembleia Geral da ONU, por meio da Resolução 45/106, passando a ser celebrado em 1º de outubro a partir de 1991. A iniciativa visa fomentar debates globais sobre o envelhecimento populacional e a urgência de garantir a proteção, a inclusão social e o respeito à dignidade humana. Complementando essa ação, em dezembro de 1991, a ONU também adotou a Resolução 46/91, estabelecendo os princípios fundamentais para os direitos e a assistência das pessoas idosas em todo o mundo.

pensamento dia

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Frase

Frase
Herman Melville (Nova Iorque, 1.º de agosto de 1819 – Nova Iorque, 28 de setembro de 1891) foi um escritor, poeta e ensaísta norte-americano, conhecido por seu romance Moby Dick, um dos livros mais populares da história. É também lembrado por seu conto Bartlebly, o escrivão, considerado um precursor da literatura do absurdo (praticada, posteriormente, por autores como Franz Kafka e Albert Camus no século XX). Obteve grande sucesso no início de sua carreira, mas, por conta de polêmicas pessoais e fracassos editoriais, morreu em quase completo esquecimento, sendo que sua obra só foi revista e repopularizada no início do século XX. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Melville]

 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

"Maconheiras de salto alto" defendem o uso legal da maconha. (BBC)


N
o dia de hoje (2 de novembro) a sociedade norteamericana está escolhendo novos representantes para compor cadeiras no seu senado, na câmara de deputados e para alguns governos de estados. 
Na Califórnia (sempre a Califórnia!) um grupo de mulheres que são apelidadas de "maconheiras de salto alto" (não é engraçado?) está fazendo campanha para a que o uso da droga seja legalizado.
Para nós que estamos abaixo da Linha do Equador não soa bem esta iniciativa. Não consigo imaginar como a legalização da maconha possa ser benéfica para qualquer sociedade. 
Acho de um cinismo inaceitável que as pessoas de nível intelectual mais evoluído, como devem ser essas "maconheiras de salto alto", não consigam perceber que os malefícios das drogas atingem os mortais comuns que vivem nas camadas sociais menos favorecidas e  não nos salões sociais ou em suas belas casas e mansões onde elas   estão acostumadas a consumir a erva, certamente de "alta qualidade".
http://api.ning.com/files/ymbElPkIWipBf6Gqho3Qtvm5tEEvv8MMcKLjLDM9Ei2UBu4DKFIWPaZjhuuPy6e-afmkbhEgoyx6f*HdRzLHaDdHINXlJcp6/cracoldia.jpgAssim é também com todos os "intelectuais" de todos os países que defendem a descriminalização ou a legalização da maconha e de quaisquer outras drogas do grupo psicoativas. Considero-os cínicos e hipócritas. Eles sabem perfeitamente que a legalização da maconha não resolverá os problemas que a sociedade enfrenta atualmente por ela estar na faixa de ilegalidade. 
Legalizar ou descriminalizar a maconha não diminuirá o nível dos crimes cometidos por aqueles  traficantes e viciados que agem sob seus efeitos e que torná-la legal só facilitará a vida deles próprios, os viciados High Society que poderão assim consumir a sua maconhazinha muito tranquilos e livres das garras da lei. Por isso os classifico de cínicos.
É com essa posição defendida por mim em qualquer fórum que publico a noticia absurda que só poderia vir mesmo de lá, da Califórnia e dos EUA que continuam desenvolvendo uma sociedade cada vez mais esquisita. Mas isso é problema deles. Pelo menos por enquanto.


http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2010/11/02/101102104931_potcouture_466x262_nocredit.jpg
A campanha pela legalização da maconha na Califórnia ganhou o apoio de mulheres bem-sucedidas nos Estados Unidos, dispostas a mudar o estereótipo normalmente ligado aos usuários da droga.
Chamadas de stiletto stoners ou "maconheiras de salto alto", elas se reuniram em um ensaio fotográfico glamouroso para convencer os eleitores a votar sim no plebiscito desta terça-feira, quando os californianos decidirão se aprovam a legalização e taxação da droga para uso recreativo no Estado.
"A aprovação da proposta 19 (que prevê a legalização da maconha) é uma prioridade para mulheres que reconhecem que a legalização e a regulação vão criar um ambiente mais seguro para crianças e famílias", disse Sabrina Fendrick, coordenadora da Clique Aliança de Mulheres da NORML, uma organização que defende a legalização da droga.
A campanha das "maconheiras de salto alto" afirma que há um fenômeno silencioso de mulheres profissionais e mães responsáveis que são bem-sucedidas, mas gostam de relaxar no fim do dia com um cigarro de maconha em vez de uma taça de martini.
"Ainda há essa ideia de que os defensores da reforma da maconha estão às margens da sociedade, mas esse não é o caso. A maconha é a coisa mais comum que existe, e essas mulheres são a prova", disse Pepper, uma das criadoras do site Pot Couture, voltado para mulheres que fumam a erva, e analista em um banco de investimentos de Nova York, que prefere não divulgar seu nome verdadeiro.
"Os benefícios médicos da maconha são provados e as oportunidades econômicas são reais. As mulheres americanas são inteligentes e não têm interesse em patrocinar uma guerra decadente contra as drogas", defende Margot, pseudônimo da outra fundadora do site Pot Couture, que trabalha como gerente de projetos em informática.

População dividida
As últimas pesquisas de opinião sugerem que a população da Califórnia está dividida sobre a questão.
O governador Arnold Schwarzenegger não apoia a medida, mas recentemente mudou a lei estadual tornando a posse da droga apenas uma infração em vez de uma contravenção. Agora, adultos pegos com maconha no Estado vão receber uma multa de US$ 100, mas não vão ter ficha criminal.
É uma medida de economia para a Califórnia, que vem sofrendo com a recessão e está cortando serviços para equilibrar as finanças.
"Neste momento de cortes drásticos de orçamento, promotores, advogados de defesa, policiais e tribunais não podem desperdiçar seus recursos limitados processando pessoas por um crime que tem a mesma punição de uma multa de trânsito", disse Schwarzenegger.
A possível legalização da maconha no Estado, onde o uso medicinal já é liberado, traria receita extra que poderia chegar a US$ 1,4 bilhão por ano para o governo, que poderia licenciar produtores e cobrar impostos sobre as vendas.


(atualização após a eleição nos EUA) - Fracassou a campanha dos defensores da legalização da maconha na Califórnia. A maioria da população daquele estado norteamericano mostrou que tem juízo e votou contra. Os maconheiros "de luxe" vão ter que continuar fazendo companhia aos demais e sujeitos como estes à penas da lei. Aplausos. 
A noticia serve para refrear um pouco o ímpeto e o "entusiasmo" das celebridades aqui no Brasil que de vez em quando levantam essa bandeira e ainda acusam os "do contra" (entre os quais me incluo) de serem conservadores e retrógrados.
 

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