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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Morre o cartunista Quino, criador da célebre personagem Mafalda



 

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O cartunista argentino Quino, criador da célebre personagem Mafalda, morreu em 30 de setembro de 2020. O artista gráfico estava com 88 anos. Segundo a imprensa, ele teria sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Joaquín Salvador Lavado Tejón nasceu na província de Mendoza, em 1932. Filho de imigrantes espanhóis da Andaluzia, ele começou a desenhar ainda na infância. Ele chegou a fazer Faculdade de Belas Artes, mas abandonou o curso em 1949 para se dedicar aos quadrinhos.

No início, ele encontrou dificuldades para encontrar trabalho no ramo das artes gráficas. Depois de prestar o serviço militar obrigatório, estabeleceu-se em Buenos Aires em 1954. No mesmo ano, ele começou a colaborar com diversas revistas de humor. "Mundo Quino", a primeira coletânea com suas tiras, foi publicada em 1963.

Mafalda, sua personagem mais famosa, surgiu inicialmente para ser utilizada em uma campanha publicitária que foi cancelada antes mesmo de ser veiculada. Em 1964, Quino reformulou a ideia e a tira estrelada pela menina começou a ser publicada regularmente na imprensa argentina a partir daquele ano. Mafalda é uma criança contestadora e rebelde que se preocupa com a paz mundial e as grandes questões da humanidade.

Nos quadrinhos, Mafalda frequentemente incomoda os adultos com suas perguntas sobre as injustiças do mundo. Outra marca registrada da menina é seu ódio por sopas. A tira aborda a convivência da menina com seus pais e amigos, como Felipe e Manolito. A obra principal de Quino extrapolou as fronteiras da Argentina, fazendo muito sucesso na América Latina e em alguns países da Europa.

Na década de 1970, Mafalda foi adaptada para os desenhos animados. Em 1973, Quino pôs fim à tira, alegando que suas ideias haviam se esgotado. Nos anos 80, Mafalda estrelou campanhas da Unicef e dos Direitos Humanos. Ao todo, a personagem apareceu em 1.928 tiras, que continuam a ser republicadas em forma de coletânea. 

A partir de 1976, o cartunista se exilou por um tempo em Milão, na Itália onde continuou a trabalhar com humor gráfico. Nos anos seguintes, manteve a tradição de criar histórias com tom político para jornais de vários países. Recentemente, havia voltado a morar em Mendoza, após a morte da esposa, em 2017. 





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