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Allan Kardec fundou em Paris, em 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída. A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, tinha como fim exclusivo o estudo de tudo o que pudesse contribuir para o progresso da nova ciência espírita. Kardec durante este período construiu as bases de uma defesa fundamentada, dos conteúdos primeiros da Doutrina, deixando claro que suas ideias eram originais, as afastando de teorias preconcebidas ou anteriormente sistematizadas. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular. Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores através da Revista Espírita Ou Jornal de Estudos Psicológicos. Já com cerca de oito milhões de seguidores, faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos de idade, em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Seu corpo está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos. Acima de sua tumba, seu lema: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei“, em francês. (https://espiritismo.tv/Vocabulario/allan-kardec/)

pensamento dia

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Frase

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec]

 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Ainda há esperança - O bilhete do garoto Benício.


Início este rápido post com o título "Ainda há Esperança" referindo-me à matéria publicada ontem (27/9/2020) na Folha de São Paulo, que está copiada abaixo.

Resumindo: uma criança - Benício - andando de bicicleta na rua de sua casa esbarrou em um automóvel estacionado próximo. Arranhou levemente o veículo, avisou ao pai e preocupado, deixou por iniciativa própria, um bilhete (imagem acima) para o proprietário pedindo desculpas e se comprometendo a pagar o prejuízo.

O dono do carro ficou tão surpreso quanto encantado com o gesto que postou o bilhete nas redes sociais. Viralizou instantaneamente. O garoto foi entrevistado por redes de televisão e vários vídeos foram postados no YouTube. 

Faço o registro aqui, na Oficina de Gerência, para ressaltar, primeiro a educação exemplar do jovem Benício. Parabenizar os pais e a família. Não se educa uma criança com esse perfil se o ambiente em que vive e convive não enaltecer a honestidade, a boa educação e os valores humanos que formam os cidadãos de bem. 

Em segundo lugar, externar a minha alegria - que imagino seja a de todos que tomem conhecimento do episódio - por saber que existem crianças (Benício tem 7 anos) com esse senso de humildade e respeito pelos direitos das outras pessoas.

Por trás da atitude do Benício - que deveria ser amplamente divulgada, para além das redes sociais, onde pudesse ser conhecida de crianças como ele - quero chamar a atenção da esperança que ela evoca.

Bilhete de criança de 7 anos que caiu de bicicleta e riscou veículo  viraliza - TNH1Em um mundo tão violento, onde assistimos nos noticiários tantas e repetidas atitudes de baixa extração, principalmente em crianças e jovens, a conduta desse menino é uma lufada de bons ventos de esperança. 

A sensação é de que é possível sim! É viável se pensar que podemos investir, para valer, na educação das crianças e obter frutos que nos tragam tanto orgulho quanto o gesto do garoto Benício. 

Devemos fazer uma reflexão sobre as razões que o comportamento do menino de 7 anos deixou-nos todos de boca aberta. Algo que deveria ser o comum das coisas, virou um fato extraordinário. Por quê? É nisso que devemos, todos, nos concentrar.

Essa é a mensagem que quero deixar no blog.

 Para ilustrar este post coloquei o facsimile da matéria publicada na Folha de São Paulo e um vídeo do YouTube com a reportagem sobre a atitude do garoto.






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