23 de janeiro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia internacional da medicina integrativa ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||
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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)
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Caro Drumond
ResponderExcluirEstou iniciando pelas redes sociais, aproveitando talvez a vacância da CODEVASF.Nestes tempos de "cisternas" temos que procurar outras atividades para manter a mente lúcida.
Gostei muito do seu Blog e da análise do desastre do navio. Não é lógico com todos os recursos tecnológicos disponíveis, acontecer um desastre destes, que se não tivesse morrido tantas pessoas seria mais cômico do que trágico.
O excesso de confiança e a supervalorização do "eu" leva a desastres tanto quanto a incompetência.
Abraço
Wellington Gomes Oliveira
Caro Wellington. Grande alegria vê-lo por aqui. Os blogs, redes sociais e similares têm essa enorme aptidão de reunir pessoas que há muito não se encontravam e podem fazê-lo nos espaços da internet. Folgo muito em sabê-lo ligado.
ResponderExcluirSobre seu comentário direi que está correto e que você tem vasta experiência para tecer as considerações que fez. Muitas vezes vimos e até vivenciamos demonstrações dessa arrogância que está muito próxima dos grandes desastres. Certamente o comandante do Costa Concórdia foi vítima dela e pagou o preço mais alto que ela cobra, ou seja, a perda da carreira e a execração profissional. Que sirva de lição a todos nós.
Grande abraço e volte sempre.
bom dia gostaria de saber poq as grandes empresa deixam afundar um navio de grande porte .
ResponderExcluirse poderiam salvar este navio temos tecnologia para isso ...sera q e melhor afundar do sauvar ... obrigado pela atençao meu nome e alan