||| 10 de setembro DE 2026 ||| 5ª feira ||| dia mundial da prevenção ao suicídio ||| *Reflexão: “O amor é Física, o casamento é Química.” ― Alexandre Dumas . |||

 

Bem vindo

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O Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio é celebrado anualmente em 10 de setembro. A data foi criada para aumentar a conscientização sobre o suicídio, combater o estigma e reforçar a importância da prevenção e do acesso ao cuidado em saúde mental. A iniciativa foi estabelecida em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP), em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A mensagem central da data é que o suicídio pode ser prevenido e que diferentes setores da sociedade têm um papel importante na construção de redes de proteção, acolhimento e cuidado. Por que falar sobre prevenção? O suicídio é um importante problema de saúde pública. Segundo a OMS, mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, causando impactos profundos para famílias, amigos, colegas de trabalho e comunidades. Esses números reforçam a necessidade de ampliar as ações de prevenção, melhorar o acesso a serviços de saúde mental e criar ambientes em que as pessoas possam procurar ajuda sem medo de julgamento. Saúde mental e sofrimento emocional O sofrimento emocional pode ter muitas causas e se manifestar de diferentes maneiras. Dificuldades familiares, problemas de relacionamento, perdas, situações de violência, questões de saúde, dificuldades financeiras e outros acontecimentos podem afetar profundamente o bem-estar de uma pessoa. É importante lembrar que não existe uma única causa para o suicídio. Trata-se de um fenômeno complexo, influenciado por diferentes fatores individuais, sociais, psicológicos e ambientais. mão amparando laço amarelo Sinais que merecem atenção Não existe uma fórmula capaz de identificar com certeza quando alguém está em risco. Ainda assim, o Ministério da Saúde orienta que mudanças importantes no comportamento ou manifestações de sofrimento que persistem e se intensificam merecem atenção, especialmente quando vários sinais aparecem ao mesmo tempo. Uma pessoa que esteja passando por um período difícil pode precisar, acima de tudo, de alguém que a escute com respeito e leve o seu sofrimento a sério. A importância das redes de apoio A prevenção não depende apenas da pessoa que está sofrendo. Famílias, escolas, serviços de saúde, comunidades, locais de trabalho e governos podem contribuir para criar redes de proteção. A OMS destaca a importância de estratégias baseadas em evidências, da melhoria do acesso a cuidados de qualidade e de políticas públicas que tratem a prevenção do suicídio e a saúde mental como prioridades. Um dia para ouvir, acolher e agir O Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio é um convite para substituir o silêncio pela escuta e o preconceito pela compreensão. Uma pergunta simples, uma conversa respeitosa e o incentivo para procurar ajuda podem ser atitudes importantes. Mais do que falar sobre o problema, a data reforça a necessidade de construir uma sociedade na qual pedir ajuda seja visto como um ato de coragem e cuidado. A prevenção é uma responsabilidade coletiva, e cada pessoa pode contribuir para criar ambientes mais acolhedores, atentos e seguros.

pensamento dia

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Frase

Frase
Thomas Henry Huxley (Ealing, Middlesex, 4 de maio de 1825 — Eastbourne, Sussex, 29 de junho de 1895) foi um biólogo e filósofo britânico que ficou conhecido como "O Buldogue de Darwin", por ser o principal defensor público da teoria da evolução de Charles Darwin e um dos principais cientistas ingleses do século XIX. É ainda reconhecido por ser o criador do termo "agnóstico" para representar um posicionamento filosófico nas questões sobre a metafísica e o sobrenatural.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Henry_Huxley]

 

domingo, 22 de novembro de 2009

Olhando para a Amazônia (Emilio Odebrecht /Folha de São Paulo)

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Por conta do meu trabalho viajo pelo menos uma vez por mês para Manaus. Nem me atrevo a dizer que com isto seja um "conhecedor" das questões amazônicas. Longe disso! 
Posso dizer, entretanto, que ante a minha ignorância anterior o que sei hoje sobre a Amazônia, principalmente o Estado do Amazonas, é muito maior. Seja pela vivência que tenho a cada dia em função de muitas obras que estão sendo ali construídas pelo DNIT seja pelo interesse natural que conversas, leituras e contatos com pessoas da região despertam em torno da atividade profissional.
Do pouco que vi posso dizer que a região amazônica é muito, muito maior e mais complexa do que tudo que a opinião publica brasileira já tenha lido, visto ou ouvido falar. A região é infinita em suas distâncias e - minha humilde opinião - seus problemas.
 http://www.friendshipforcebelem.com/Amazonia.gif
 Basta olhar o mapa dos estados amazônicos para perceber os enormes vazios preenchidos apenas com florestas, rios, igarapés e marcado pelas faltas de tudo. Falta de estradas, ausência de cidades e comunidades e tudo que se possa pensar como dificuldade em logística e ocupação de espaços. Um mundo enorme e desabitado, carente de investimentos públicos que é objeto de desejo de 10 entre 10 países do planeta.
É sobre isto que escreve Emilio Odebrecht. E escreve bem porque como empresário conhece estas realidades brasileiras. Por isto resolvi publicar o artigo dele (escrito no dia 15 de novembro passado) ao blog.
  • [...] "Ocorre que a Amazônia não vem sendo destruída por empresas que funcionam dentro da legalidade. A destruição é fruto da ação deletéria dos que se aproveitam do vazio para perpetrar crimes contra a natureza. E este é o ponto crucial. Desocupada como é hoje, a região está sob risco, risco este potencializado pela ausência do Estado, no caso do Brasil, tão ligeiro na criação de leis e regulamentos e tão lento e ausente na aplicação e na fiscalização." [...]

Recomendo a leitura.


São Paulo, domingo, 15 de novembro de 2009




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EMÍLIO ODEBRECHT


Olhando para a Amazônia

Passada a crise , o desafio que o Brasil tem de crescer de forma sustentável depende primordialmente das questões ambientais. Um fator crítico é a Amazônia Legal, a parte do país coberta pela maior floresta tropical do mundo.
Esse território abriga uma extraordinária riqueza: enorme biodiversidade, jazidas minerais, rios caudalosos, água doce em abundância, florestas de madeiras de lei.


http://colunistas.ig.com.br/secondlife/files/2007/08/barco.jpg


 Como explorar, sem colocar em risco, um patrimônio cuja maior parte é brasileiro, mas impacta toda a humanidade?
Sabemos que a pecuária e a agricultura em larga escala não são adequadas para aquela área. O solo amazônico é pobre, e a umidade, associada a altas temperaturas, torna o gado ali criado presa fácil de doenças e até da exaustão.
Já o extrativismo com manejo adequado é absolutamente viável, como várias experiências conhecidas demonstram, inclusive de exploração da madeira, a atividade mais controversa.
A utilização do potencial hídrico para gerar energia e a mineração são alvos de críticas nos debates onde o conhecimento tecnológico e o domínio dos meios de conservação e de mitigação de danos normalmente são sufocados pelo ativismo emocional e pobre de ideias.

http://blogdopaquito.zip.net/images/amazonia-desmatamento.gif

Entretanto, hidrelétricas, hoje, podem ser construídas em rios da região sem que causem desequilíbrios ambientais ou ameacem ecossistemas.
As grandes mineradoras que operam por lá dominam integralmente o ciclo do desmatamento, produção do minério, cultivo de espécies nativas, reposição da terra vegetal nas áreas das minas já exauridas e replantio nos locais que foram desmatados. A recomposição da floresta tem sido muito bem-sucedida.
Ocorre que a Amazônia não vem sendo destruída por empresas que funcionam dentro da legalidade. A destruição é fruto da ação deletéria dos que se aproveitam do vazio para perpetrar crimes contra a natureza.
E este é o ponto crucial. Desocupada como é hoje, a região está sob risco, risco este potencializado pela ausência do Estado, no caso do Brasil, tão ligeiro na criação de leis e regulamentos e tão lento e ausente na aplicação e na fiscalização.
Reconheçamos que não é fácil o acompanhamento e o controle do que se faz em uma área com a dimensão da Amazônia. Mas as dificuldades logísticas reforçam a prioridade que deve ser dada à sua ocupação racional.
Apenas a exploração sustentável de suas riquezas e a melhoria das condições de vida da população local -hoje, em sua grande maioria, vivendo no limite da subsistência- farão com que a Amazônia seja conservada para as gerações futuras.


EMÍLIO ODEBRECHT escreve aos domingos nesta coluna.



2 comentários:

  1. Olá meu querido amigo Herbert! Olha eu aqui de volta! Apesar dos sumiços não esqueço de você e nem do Oficina de Gerência. É muito prazeroso ler suas matérias sempre cheias de cultura e riqueza! Realmente é lamentável a situação não só da Amazônia mas do planeta como um todo, os seres humanos estão depredando com tudo o que nos foi dado e agora sofremos os impactos ambientais desta destruição. Basta ver o que acontece com as tempestades que vem alarmando as cidades do Sul ou o calor enorme que nos faz sentir como se evaporássemos junto com o suor. As medidas devem ser tomadas com urgência. Se continuarmos nesse caminho não sei qual será o nosso fim... Fique com Deus meu amigo!

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  2. Querida Lady Jaqueline,

    Nem preciso expressar a alegria de ver-te novamente por aqui iluminando o espaço da Oficina de Gerencia.
    Tenho certeza de que não há espaço para esquecimento, pois és a madrinha do meu blog formando aquele trio famoso que sustentou a Oficina nos seus primórdios: você, o Ronaldo e o Gato Guga. Bons tempos...
    Mantenho o SuperDica$$$ na Vitrine e sempre que colocas algo novo vou lá para zapear. Torço para que voltes com aquele ritmo alucinante de blogueira que fez sucesso em toda a blogosfera.
    Um grande, enorme abraço de carinho e saudades.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Incentivo ao debate, à informação, à diversidade de opiniões. Obrigado.