||| 06 de maio DE 2026 ||| 4ª feira ||| Dia nacional da matemática ||| "Sua única limitação é aquela que você impõe em sua própria mente". (Napoleon Hill) |||

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O Dia da Matemática, também conhecido como Dia do Matemático ou Dia Nacional da Matemática, é celebrado anualmente em 6 de maio. A data é destinada a homenagear os profissionais dedicados a essa área do conhecimento, considerada essencial para o processo de evolução das sociedades. Além disso, o dia visa incentivar o interesse dos alunos pela matemática, a partir da aplicação de metodologias de ensino dinâmicas e didáticas por parte das escolas. Origem do Dia da Matemática Símbolos matemáticos Esta data é comemorada informalmente pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática há muito tempo, mas apenas com a lei nº 12.835, de 26 de junho de 2013, que o Dia da Matemática passou a ser oficialmente reconhecido no país. A escolha do 6 de maio é uma homenagem a Júlio César de Mello e Souza, professor de matemática e escritor brasileiro que nasceu em 6 de maio de 1895, no Rio de Janeiro. O Homem que Calculava, a sua obra de maior sucesso (e um dos maiores sucessos de venda da literatura brasileira em todo o mundo) já foi traduzido para doze idiomas. O pseudônimo que utilizava era Malba Tahan, em quase todos os seus 69 livros de contos.


Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei (Pisa, 15 de fevereiro de 1564 – Arcetri, 8 de janeiro de 1642), mais conhecido como Galileu Galilei, foi um astrônomo, físico e engenheiro florentino, às vezes descrito como polímata. Frequentemente é referenciado como "pai da astronomia observacional", "pai da física moderna", "pai do método científico" e "pai da ciência moderna".[https://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu_Galilei]


domingo, 4 de outubro de 2020

Como tomamos nossas decisões? São escolhas inconscientes? Não se assuste, mas a resposta é sim.


E
ste é um dos artigos mais interessantes que já traduzi a partir do "Nuestro Blog" (clique no link mais abaixo) do Grupo Finsi (Espanha) já bem conhecido dos leitores da Oficina de Gerência. 

O autor desse post no Nuestro Blog é um dos seus mais renomados colaboradores. Já publiquei aqui vários outros de seus textos. Falo de José Luis Bueno Blanco (para conhecê-lo clique aqui).

O post, traz um vídeo e estou certo, vai mexer com a cabeça dos leitores que o assistirem com atenção. O áudio está em espanhol, mas é perfeitamente compreensível. 

Neuroeconomia é um conceito moderníssimo ligado à Neurociência e o professor de Cambridge dá uma aula sobre o instigante tema. Ao assistir o vídeo recomendo muita atenção, pois vai exigir sua concentração para não perder o foco dos exercícios que estão propostos para o entendimento da Teoria da Decisão.

Recomendo que assistam o vídeo com paciência. É um conteúdo muito especial para quem se interessar nos processos de tomadas de decisões.

Trata-se de uma aula em forma de entrevista. O vídeo está bastante ilustrado com exemplos, comentários e "jogos de comportamentos". O neuroeconomista e professor da Universidade de Cambridge Aldo Rustichini (pesquisador focado em neuroeconomia e em particular sobre a base neural da Teoria da Decisão e da base neural da dominação e competição) concede a entrevista ao famoso intelectual espanhol Eduard PunsetSão dois homens de inteligências acima do nível comum, que transformam a entrevista numa aula de introdução ao fantástico mundo de uma nova ciência. Não percam a oportunidade de assistir esse vídeo.



Clique no logotipo e visite o blog


Sabemos que não sabemos o que decidimos.

Aldo Rustichini, neuroeconomista da Universidade de Cambridge, afirma que 90% de nossas decisões são inconscientes e que isso não é motivo para alarme.



"Aparentemente, não temos conhecimento de todos os fatores que influenciam nas nossas tomadas de decisão, ou o que é o mesmo, de que todos os esforços para justificar algumas das nossas decisões são possivelmente apenas isso... Esforços.

Veja logo abaixo um vídeo onde o neuroeconomista da da Universidade de Cambridge Aldo Rustichini é entrevistado no programa "Redes" da RTVE da Espanha. Você pode - e recomendo - assistir a entrevista através do vídeo colocado ao final do post.

Se isso se confirmar, a partir de agora poderíamos dizer que "sob a proteção da ciência, não sei por que razão eu fiz isso".  Se for verdade de alguma forma isso nos livra de responsabilidade. Ou não?

Explicando de outra forma: que todos os esforços que fazemos no sentido de justificar nossos comportamentos, sermos coerentes, não nos sentirmos rejeitados e demonstrarmos ao mundo que temos razões poderosas para fazer o que fizemos  poderia ser substituído, para nos justificarmos,  apenas saber que “90% de nossas decisões são inconscientes, mas isso não é motivo para alarme". É o que afirma o neuroeconomista da Universidade de Cambridge, Aldo Rustichini.

Não obstante, a condição de que não sejam conscientes não quer dizer que não sejam racionais e adaptativas. Contudo eu acredito que o fator emocional na tomada de decisão é maior do que parece. E, em decorrência, tomamos decisões que não são lógicas, embora politicamente corretas, mas que estão totalmente “contaminadas” por alguns dos sete pecados capitais. Depois disso somos levados a “elaborar complexas teorias e sofisticados raciocínios” para convencermos a nós mesmo e ao mundo inteiro o porquê fizemos aquilo."





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