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📆No Dia Mundial da Vida Selvagem, celebramos a incrível biodiversidade do nosso planeta e a importância de proteger as espécies que habitam nossos ecossistemas. 🐸🐍🐝🐞Cada animal, grande ou pequeno, desempenha um papel essencial na manutenção do equilíbrio da natureza. 🐳🦁🐔🐢Essa responsabilidade é de todos nós! Podemos contribuir com ações simples, como apoiar ONGs de conservação, adotar hábitos de consumo sustentável, reduzir o uso de plásticos e respeitar as áreas protegidas. 🦎🐇🐀Cada atitude conta para preservar habitats naturais e garantir um futuro seguro para todas as espécies, inclusive a nossa! Vamos fazer nossa parte e proteger a vida selvagem, porque juntos somos mais fortes! (https://www.instagram.com/sitioreinoanimal/)


Charles John Huffam Dickens (Portsmouth, 7 de fevereiro de 1812 – Higham, 9 de junho de 1870) foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. No início de sua atividade literária também adotou o apelido Boz. As suas obras gozaram de uma popularidade sem precedentes ainda durante a sua vida e, durante o século XX, críticos e académicos reconheceram-no como um génio literário. Os seus romances e contos são extensamente lidos ainda nos dias de hoje. Apesar de os seus romances não serem considerados, pelos parâmetros atuais, muito realistas, Dickens contribuiu em grande parte para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Dickens}


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Curiosidade demais matou o gato...

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Este divertido vídeo de publicidade de uma mera batatinha dessas que se encontram facilmente em supermercados e padarias além de dar um toque de humor a quem o assiste nos remete a uma reflexão interessante. Refiro-me à curiosidade irresistível que muitas vezes nos levam a situações constrangedoras. Quem não terá passado por situações vexatórias por conta de um momento de curiosidade insuperável?
Nos ambientes corporativos somos repetitivamente tentados e testados para "exercitar" nossa curiosidade. Alguns autores defendem que para se destacar profissionalmente o empregado deve ser curioso; mas o quanto ser curioso? Eis a questão! Podemos então deduzir que a curiosidade deve ter seus limites? Certamente! Mas quais? E nessa linha vamos andar em círculos. Pessoalmente acho que devemos sim, ser curiosos. A curiosidade não deve se transformar em bisbilhotice ou indiscrição. A linha de fronteira entre as zonas de segurança e riscos nesse terreno é fruto da experiencia de cada um. O que devemos ter cuidado é para evitar as situações de "curiosidade invencível". São elas que nos levam a situações como a que está colocada no vídeo. Vejam, divirtam-se e reflitam...



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