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"A presença feminina no mundo atual não ocupa apenas espaços; ela redefine fronteiras. As mulheres são a inteligência que inova, a sensibilidade que lidera e a força que sustenta o progresso de uma sociedade em constante transformação."


Rabindranath Tagore (Calcutá, 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. {}


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Maracanazzo, a página mais triste do futebol brasileiro

A foto abaixo, famosa no mundo inteiro desde 16 de julho de 1950, mostra o gol da seleção do Uruguai que calou 200.000 pessoas que não acreditaram no que estava vendo.

Passados 49 anos, o futebol brasileiro ainda não esqueceu aquela tarde e as pessoas daquela geração ficaram marcadas pela humilhação que os modestos uruguaios impuseram ao esporte brasileiro.

Só 8 anos depois o Brasil resgataria aquela pecha e mesmo assim não foi suficiente para deletar de vez o gol de Gigghia que criou uma expressão que perdura até hoje: o Maracanazzo.


Para mostrar que a história está sempre se repetindo, os torcedores do Cruzeiro de Belo Horizonte tiveram o seu "mineiraço" imposta pelos argentinos do Estudiantes de La Plata.

A arrogância e o "já ganhou" dos mineiros repetiu o estado de espirito dos brasileiros de 1950 e o Cruzeiro que já estava com as faixas e a festa prontas teve de engolir uma derrota que calou um estádio inteiro, ops! Quase inteiro, pois uma pequena torcida argentina estava lá para atanazar os mineiros (exceção feita aos atleticanos) e brasileiros que torceram pelo Cruzeiro


Abaixo da foto, no corpo do post, está uma materia do UOL Esporte sobre a copa de 1950.




Gigghia marca o gol que calou o Brasil na decisão

FOTOS DA COPA 50
A seleção não tinha como perder a final da Copa do Mundo. Jogava em casa, para 200 mil pessoas no Maracanã, tinha uma campanha arrasadora e precisava apenas de um empate. Mas perdeu. Com dois gols no segundo tempo, o Uruguai virou o jogo e conquistou o bicampeonato mundial, calando o Brasil.

Após a derrota, sobrou até para o uniforme da seleção: a camisa branca foi aposentada.


O silêncio após o nosso gol foi algo de terrível. O estádio estava morto.

Máspoli, goleiro do Uruguai, sobre o gol de empate no jogo final

Você sabia que a Índia não disputou a Copa porque a Fifa não deixou os atletas jogarem descalços?

Apenas 13 países disputaram a Copa do Mundo, o mesmo número do primeiro Mundial, em 1930.


NOTA - Todo material abaixo foi retirado do site UOL Esporte e pode ser acessado clicando aqui.


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