||| 19 de março DE 2026 ||| 5ª FEIRA ||| dia do Carpinteiro, do Marceneiro e do artesão ||| "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons". (Martin Luther King) |||

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O Dia do Carpinteiro e do Marceneiro é celebrado anualmente em 19 de março no Brasil. Esta data homenageia o profissional que une técnica e criatividade para criar belos objetos (móveis, por exemplo) a partir do uso da madeira bruta como matéria-prima. Muitas pessoas confundem as profissões de carpinteiro com a de marceneiro. Mesmo ambas sendo caracterizadas por trabalhar com a madeira, não são iguais. O carpinteiro lida diretamente com a madeira bruta e trabalha com obras relacionadas com a construção civil, predominantemente. Já o marceneiro é conhecido por se dedicar aos trabalhos artísticos e artesanais, como objetos de decoração, obras de arte e outras peças com acabamentos mais sofisticados. carpinteiro cortando madeira com ferramenta Origem do Dia do Carpinteiro e do Marceneiro O 19 de março foi escolhido para comemorar o Dia dos Carpinteiros e Marceneiros em referência ao Dia de São José, que se celebra também nesta data. Para a Igreja Cristã (a Católica, principalmente), São José é considerado o padroeiro dos carpinteiros, sendo esta a sua profissão enquanto viveu. São José é o “pai adotivo” de Jesus Cristo, marido da Virgem Maria, de acordo com os relatos bíblicos.


Erasmo de Roterdão (português europeu) ou Roterdã (português brasileiro) (Roterdão, 28 de outubro de 1466 – Basileia, 12 de julho de 1536), nascido Gerrit Gerritszoon ou Herasmus Gerritszoon (em latim: Desiderius Erasmus Roterodamus), foi um teólogo e filósofo humanista neerlandês que viajou por toda a Europa, como Portugal, Inglaterra, Itália, Espanha, Croácia, Bulgária, Dinamarca e outros. Biografia Erasmo cursou o seminário com os monges agostinianos e realizou os votos monásticos aos 25 anos, vivendo como tal, sendo um grande crítico da vida monástica e das características que julgava negativas na Igreja Católica. Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou seus estudos na Universidade de Paris, então o principal centro da escolástica, apesar da influência crescente do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália, Erasmo optou por uma vida de acadêmico independente. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Erasmo_de_Roterd%C3%A3o}


sexta-feira, 11 de março de 2011

"Empresas Perenes" é livro que deve ser lido...

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A Folha de São Paulo tem uma seção notável no seu caderno de cultura. Chama-se "Bibliografico". Na verdade é um resumo que a equipe do jornal faz, em forma de infografico, de um livro escolhido pela editoria do jornal.
Vou procurar sempre que possível colocar um "bibliografico" aqui no blog. Não gosto de indicar livros que não tenha lido. Não li esse "Empresas Perenes"
No caso presente o livro escolhido foi  "Empresas Perenes" de Francisco Gracioso publicado pela Editora Atlas (clique na imagem da capa). 
O que eu gostei no bibliográfico foi o resumo de três pontos que representam um dos melhores e mais sucintos resumos sobre os relacionamentos corporativos que ligam os processos humanistas com o princípio da busca do lucro. Leiam o que está na figura e pensem um pouquinho. Tenho certeza que irão concordar. A pergunta é: sua empresa adota essas praticas corporativas?
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Arrows gif file Resumo do livro extraído do site da Cia. dos Livros: "Uma ideia em marcha". É assim que o autor define a filosofia humanista na gestão empresarial. Neste livro, resultado de uma experiência pessoal de mais de 50 anos, na Administração de Empresas de vários tipos, Francisco Gracioso procura desmistificar a falácia segundo a qual seria impossível conciliar uma filosofia humanista com uma gestão de alta performance. O século XXI será, sem dúvida, o século do humanismo nas Empresas. Cada vez mais o primeiro objetivo de qualquer empresa é garantir a sua perenidade, crescendo nos anos propícios e atravessando com segurança os períodos de estagnação no mercado. Nos próximos anos, isso dependerá da qualidade, integração e motivação dos recursos humanos com que contamos, conciliando os objetivos da empresa e os interesses pessoais de nossos colaboradores. Este livro mostra como isso é possível, através de uma cultura organizacional rica em valores humanistas que respeite as diferenças entre os seres humanos e faça delas a sua principal força competitiva. O humanismo, como filosofia de gestão, faz parte da cultura de grandes Empresas, extremamente lucrativas e que nem por isso deixam de ser bons lugares onde se trabalhar."

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