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||| 04 de abril DE 2026 ||| sábado ||| Dia Nacional do Portador da Doença de Parkinson - sábado de aleluia ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

Bem vindo

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Você sabe pensar subjetivamente? Se não sabe...

http://carloscruz.tempsite.ws/wp-content/uploads/2010/05/MG_8455-e1275937739163-248x300.jpg
Carlos Cruz. Clique na imagem e visite seu site
Trago-lhes mais dois vídeos de entrevistas da HSM-Inspiring Ideas (que é a página da HSM no YouTube). Desta feita escolhi como tema o "Coaching" e o entrevistado é um jovem palestrante e consultor de empresas - Carlos Cruz - ainda pouco conhecido no mundo corporativo, mas que certamente fará sucesso a exemplo de outros jovens fascinados pelos mistérios da gerência e da administração, como Christian Barbosa, por exemplo.
Falemos um pouco sobre Coaching. Encontramos na Wikipédia a seguinte definição para o conceito:  "Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apóia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades."
Já no site GuiaRH a definição para Coaching é: [...] "Um relacionamento no qual uma pessoa se compromete a apoiar outra a atingir um determinado resultado: seja ele o de adquirir competências e/ou produzir uma mudança específica. Mas não significa um compromisso apenas com os resultados, mas sim com a pessoa como um todo, seu desenvolvimento e sua realização. Através do processo de Coaching, novas competências surgem, tanto para o coach quanto para seu cliente. Não estou falando só de competências técnicas ou capacidades específicas, das quais um bom programa de treinamento poderia dar conta perfeitamente. Coaching é mais do que treinamento, o coach permanece com a pessoa até o momento em que ela atingir o resultado. É dar poder para que a pessoa produza, para que suas intenções se transformem em ações que, por sua vez, se traduzam em resultados. "  [...]
http://infinitelearningsolutions.com/yahoo_site_admin/assets/images/tcs-indiv-coaching.217213412.gifNotaram a diferença? Leiam novamente caso não a tenham observado. É assim em qualquer pesquisa que se faça na internet ou na bibliografia. Falemos a respeito. Na verdade o processo de Coaching ainda está no nascedouro aqui no Brasil e em países menos desenvolvidos nas vivências corporativas. São sociedades onde a iniciativa privada tem pouca tradição naquilo que chamo de "investimentos corporativos nos valores  subjetivos". A geração dos líderes empresariais que pensa dessa forma não consegue enxergar que dinheiro aplicado em recursos humanos, treinamentos e pesquisas nas áreas que se localizem nos círculos filosóficos e subjetivos da Ciência da Administração dão retorno de primeira linha. Santa ignorância! E como perdem lucros e vida útil!
Ao longo de minha carreira e 80% dela está voltada para gerência e liderança - já lá se vão 40 anos - encontrei pouquíssimos líderes, quer tenham sido http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2008/09/coaching.jpgcomandantes de empresas (grandes ou pequenas), presidentes de organizações, diretores ou ainda gerentes, chefes de setores ou supervisores que considerassem valiosos para suas organizações ou equipes os investimentos nesses campos do conhecimento. Os treinamentos  para seus times eram e são ainda dirigidos para aquilo que seja considerado objetivo, direto e que apresente resultados imediatos. Traduzindo, há uma falta gritante de profissionais com a capacidade de pensar subjetivamente. Devo registrar que a minha área de atuação esteve e está voltada preponderantemente para a Engenharia Civil que por si mesma já é meio avessa ao subjetivismo. Por isso mesmo circunscrevo minha opinião a essa limitação pessoal.
Tive oportunidade, entretanto, de cruzar caminhos com  dirigentes de grandes grupos empresariais  da engenharia e de outros campos de atividades e poucas vezes percebi entre eles e seus empregados a "mão da empresa" treinando-os nos campos da motivação, do comportamento humano, da psicologia comportamental, das culturas administrativas e tantos outros temas da mesma família. Só encontrei coisas do gênero nos círculos acadêmicos ou nas empresas de pesquisas. E olhe lá! 
Cito exemplos porque seria injusto não fazê-lo. Na Administração Pública tive um http://www.unifemm.edu.br/v2/_img/eliseu_site.jpgpresidente que tinha enorme preocupação em preparar intelectualmente o pessoal da empresa. Falo do Pesquisador, Professor, Doutor Eliseu Roberto de Andrade Alves. O Dr. Eliseu (como gosta de ser chamado) ainda está na ativa. É um ícone da pesquisa agropecuária no Brasil e é hoje assessor do presidente da Embrapa.
Dentre as grandes empresas me fixo no grupo empresarial Odebrecht e mais precisamente no seu fundador o Dr. Norberto Odebrecht. Lá pelas décadas de 80 e 90 tive oportunidade de conhecer um pouco das histórias do “Doutor Norberto” como carinhosamente o chamam  os funcionários da empresa. Impressionou-me a preocupação, de um homem com a estatura dele, com o treinamento e a produção de pensamentos e mensagens em textos http://www.fundacaoodebrecht.org.br/arquivos/noticiasImg/225.jpg(livros inclusive) dirigidos para o publico interno. Neles eram orientados e definindos comportamentos corporativos e a filosofia de trabalho da empresa. Não é à toa que o grupo empresarial seja atualmente um dos mais prósperos do Brasil e do seu setor.
Enfim, faço esse comentário para ilustrá-lo com dois vídeos que trouxe do HSM-Inspiring Ideas com o consultor Carlos Cruz. Ele fala do coaching e outros temas do mundo corporativo. Os títulos dos vídeos são
  • Como mapear as competências através do coaching 
  • Desenvolvimento com foco em resultados
 Veja o vídeo institucional do consultor
Não diz muitas novidades nas entrevistas e há muitos lugares comuns nas suas respostas. Cruz ainda é muito jovem e visivelmente falta-lhe  uma vivência maior na prática das atividades da gerência e da liderança. É ainda um teórico, mas possui um currículo maravilhoso que o credencia. Algo como um coach (treinador) de futebol  (ou outro esporte) muito estudioso, mas que nunca o praticou profissionalmente. Carlos Cruz, todavia é muito inteligente e sabe colocar bem suas idéias. Fará sucesso certamente. Não é fácil conquistar espaço entre os grandes consultores e ele está no caminho certo. Vale a pena ouvi-lo principalmente para os jovens que planejam entender questões subjetivas do mundo corporativo.




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