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O Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado em 1º de março, é uma data dedicada a promover a igualdade, o respeito e a inclusão em todo o mundo. O objetivo é conscientizar a sociedade sobre os efeitos nocivos do preconceito, estigmas e desigualdades, defendendo os direitos de todas as pessoas, independentemente de raça, gênero, orientação sexual, religião, idade ou condição social. A data reforça a ideia de que cada pessoa merece ser tratada com dignidade, sem sofrer discriminação ou exclusão. Por que a discriminação precisa ser combatida? A discriminação pode se manifestar de diversas formas, como: Racismo, sexismo e homofobia Preconceito religioso ou cultural Exclusão de pessoas com deficiência Estigmatização de pessoas em situação de vulnerabilidade. Essas atitudes não afetam apenas indivíduos, mas prejudicam a sociedade como um todo, gerando desigualdade, injustiça e sofrimento. criança cadeirante brincando com não cadeirantes no parque Como celebrar o Dia Mundial de Zero Discriminação Algumas formas de participar da data incluem: Promover ações de conscientização em escolas, empresas e comunidades Apoiar grupos e organizações que defendem direitos humanos Denunciar preconceitos e atitudes discriminatórias Refletir sobre comportamentos pessoais e atitudes inclusivas Compartilhar mensagens de respeito, diversidade e igualdade nas redes sociais. Uma sociedade mais justa começa com cada um de nós O Dia Mundial de Zero Discriminação lembra que pequenas ações individuais podem gerar grandes mudanças coletivas. Tratar todos com respeito, valorizar as diferenças e lutar por igualdade são passos essenciais para um mundo mais humano, seguro e inclusivo. Celebrar esta data é compromisso com a dignidade de todos e com a construção de uma sociedade livre de preconceitos.


Martin Luther King Jr. (nascido Michael King Jr.; Atlanta, 15 de janeiro de 1929 – Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968. King é amplamente conhecido pela aplicação do princípio da desobediência civil e da não violência à luta por direitos políticos, inspirado por suas crenças cristãs e pelo ativismo não violento de Mahatma Gandhi. King liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente se tornou o primeiro presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul (abreviado em inglês como SCLC). Como presidente da SCLC, ele liderou sem sucesso em 1962 a luta contra a segregação em Albany, e foi um dos participantes que organizaram os protestos não violentos de 1963 em Birmingham. King ajudou na organização da Marcha sobre Washington onde ele ditou seu famoso discurso "Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream") aos pés do Memorial de Lincoln. No dia 14 de outubro de 1964, King ganhou o Prêmio Nobel da Paz por combater o racismo nos Estados Unidos através da resistência não violenta. Em 1965, ele ajudou a organizar as Marchas de Selma a Montgomery. Nos últimos anos de sua vida, ele ampliou seu ativismo contra a pobreza e a Guerra do Vietnã. O diretor do FBI J. Edgar Hoover achava King um radical e fez dele alvo do programa de contrainteligência a partir de 1963. Os agentes do FBI o investigaram por possíveis laços comunistas, ameaçaram tornar público suas supostas relações extraconjugais e o denunciaram para agentes governamentais e, em 1964, mandaram a King uma carta ameaçadora anônima, o qual ele interpretou como uma tentativa de alguém a incentivá-lo a cometer suicídio. Antes de sua morte, King estava planejando uma ocupação em Washington, D.C., que seria denominada Campanha dos Pobres, quando ele foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis. Sua morte causou forte reação e foi seguida por manifestações em várias cidades dos Estados Unidos. Alegações que o assassino convicto de King, James Earl Ray, ter sido coagido ou agido em conjunto com agentes do governo persistiram por décadas após o tiroteio. King foi premiado postumamente com a Medalha Presidencial da Liberdade e a Medalha de Ouro do Congresso. O Dia de Martin Luther King foi estabelecido como feriado em cidades e estados dos Estados Unidos a partir de 1971; o feriado foi promulgado a nível federal por uma legislação assinada pelo presidente Ronald Reagan em 1986. Centenas de estradas nos EUA foram renomeadas em sua honra, e um condado em Washington foi dedicado a ele. O Martin Luther King Jr. Memorial no National Mall em Washington D.C. foi inaugurado em sua homenagem em 2011. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr.}


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O que significa isso?


Vendo o vídeo abaixo achei incrível a o nível de desinformação sobre questões ambientais das pessoas que chamamos de "comuns". Isso mesmo! Pessoas do dia-a-dia das cidades, que convivem conosco, como nós mesmos que somos também... comuns.
Entrevistados por Brunohoera (???) estas pessoas perguntadas sobre o que eram calotas solares, camada de ozonio, quantos polos tem a terra e outras não acertaram nada.
Tem coisas gozadas como "o Mar Morto já morreu?" respondeu um cidadão ao ser perguntado se "conhecia algum mar que tivesse "morrido" por conta do aquecimento global". São dois minutos de constrangimentos com as respostas. Eu pelo menos fiquei...
É claro que o video está editado para mostrar só as pessoas que não sabiam as respostas.  Não mostra as que estavam informadas. Não é uma pesquisa, claro! Todavia é perturbador que sejam tantas e tão ignaras em relação às questões ambientais. E cá entre nós, sabemos que representam a maioria do conjunto que costumamos chamar de "opinião publica".



Ocorreu-me que o que deve estar faltando é divulgação em larga escala para os riscos ambientais que nós, os humanos, estamos provocando no planeta. Se as pessoas comuns não entendem os problemas ambientais como poderão ajudar as resolve-los? Como fazer alguém compreender que ele deve utilizar menos seu automóvel se ele sequer sabe o que seja o CO2 ou a camada de ozônio.
Resolvi fazer a minha parte. Abro com este post uma proposta de, regularmente, trazer informações basicas sobre os conceitos e fundamentos das ameaças ambientais contra as quais o planeta - e agora me pergunto: que porcentagem do planeta?- está lutando. 
Algo está errado nessa estratégia. Sem que haja compreensão das camadas mais humildes e desinformadas os resultados serão sempre pífios, pois elas formam as maiorias de todas as sociedades e nações. É a maioria que consome mais, que produz mais lixo, que se desloca em maior numero, enfim, a maioria somos nós mesmos. Nada mais "democratico" do que a capacidade de produzir danos ao meio ambiente, não é verdade?
Ou os governantes do planeta (sim, porque não é só aqui, no Brasil, que a ignorância permeia nossa sociedade) investem na educação e na consciencia ambientais desde o jardim de infancia ou os objetivos da sustentabilidade só vão ser atingidos depois que as catastrofes anunciadas na esteira do aquecimento global tiverem devastado grandes regiões e suas populações.
Leiam abaixo um artigo que retirei do site da WWF e que tem um otimo nível de informação básica sobre a camada de ozonio. Vale a leitura e a divulgação. Ao final há uma lista de links que - no mesmo nível - que podem ser acessados e aumentar o nível de conhecimento que ser base para a conscientização de todos nós sobre o tema. 

 

O que é a camada de ozônio?

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEis0X-aM0O7_HUcBbQXgATiZAQ48jENm5eImiHzZVUaKDNQ9aghSsYe6TOAWiVzObrbwjvZ7aB5nfQFXHAq7cEQwEVMs1MgmNsKB5ED87-cXeVxq35gBD3ln4TBnxNT2eWp0szJBPoTEuo/s320-r/wwfbrasil.jpgEm volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.

Na atmosfera, a presença da radiação ultravioleta desencadeia um processo natural que leva à contínua formação e fragmentação do ozônio, como na imagem abaixo:

O que está acontecendo com a camada de ozônio?

Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.
Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.

Como os CFCs destroem a camada de ozônio?

Depois de liberados no ar, os CFCs (usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e para produzir materiais plásticos) levam cerca de oito anos para chegar à estratosfera onde, atingidos pela radiação ultravioleta, se desintegram e liberam cloro. Por sua vez, o cloro reage com o ozônio que, conseqüentemente, é transformado em oxigênio (O2). O problema é que o oxigênio não é capaz de proteger o planeta dos raios ultravioleta. Uma única molécula de CFC pode destruir 100 mil moléculas de ozônio.
A quebra dos gases CFCs é danosa ao processo natural de formação do ozônio. Quando um desses gases (CFCl3) se fragmenta, um átomo de cloro é liberado e reage com o ozônio. O resultado é a formação de uma molécula de oxigênio e de uma molécula de monóxido de cloro. Mais tarde, depois de uma série de reações, um outro átomo de cloro será liberado e voltará a novamente desencadear a destruição do ozônio.

Quais os problemas causados pelos raios ultravioleta?
Apesar de a camada de ozônio absorver a maior parte da radiação ultravioleta, uma pequena porção atinge a superfície da Terra. É essa radiação que acaba provocando o câncer de pele, que mata milhares de pessoas por ano em todo o mundo. A radiação ultravioleta afeta também o sistema imunológico, minando a resistência humana a doenças como herpes.
Os seres humanos não são os únicos atingidos pelos raios ultravioleta. Todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação podem diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópicos) que vive na superfície do mar. Esses organismos minúsculos estão na base da cadeia alimentar marinha e absorvem mais da metade das emissões de dióxido de carbono (CO2) do planeta.

O que é exatamente o buraco na camada de ozônio?
Uma série de fatores climáticos faz da estratosfera sobre a Antártida uma região especialmente suscetível à destruição do ozônio. Toda primavera, no Hemisfério Sul, aparece um buraco na camada de ozônio sobre o continente. Os cientistas observaram que o buraco vem crescendo e que seus efeitos têm se tornado mais evidentes. Médicos da região têm relatado uma ocorrência anormal de pessoas com alergias e problemas de pele e visão.
O Hemisfério Norte também é atingido: os Estados Unidos, a maior parte da Europa, o norte da China e o Japão já perderam 6% da proteção de ozônio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) calcula que cada 1% de perda da camada de ozônio cause 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados por catarata, em todo o mundo.

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    2 comentários:

    1. Caro amigo,

      Uma bela iniciativa. Temo, contudo, que as pessoas comuns que aparecem no vídeo e seus brothers não são dados a ler sobre ecologia e, se duvidar, sobre qualquer outro assunto.

      Abraços, Eugen

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    2. Caro Pfister,

      Permita-me ser mais otimista que você. Talvez seja uma questão de idade, mas percebo que quanto mais velho fico mais acredito que a humanidade pode melhorar.
      Concordo que é um projeto para muitas encarnações, todavia percebo que há um avanço nas sociedades, uma evolução - lenta, é verdade - mais permanente.
      Não consigo admitir que a humanidade se permita assistir placidamente o planeta ir se desmanchando como se fora vitima de uma doença degenerativa.
      Nós, humanos, temos um agudo senso de sobrevivencia. Acho que antes do fim é isto que vai prevalecer. Vai demorar? Vai sim senhor! Como você disse bem a falta de informação, que é filha bastarda da desinformação, provoca a ignara atitude de pessoas como vimos no vídeo. É triste, constrangedor, mas ainda assim as pessoas não são culpadas. Nós, os humanos mais esclarecidos pouco fazemos pelos que estão do outro lado da linha. Mas já estamos preocupados e isto é um bom sinal.
      Grande abraço meu amigo e sempre uma honra saber que você ainda continua "passeando" pelos corredores da Oficina.

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    Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.