Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial de 2026: Domingo (15 de fevereiro): Acadêmicos de Niterói - 21h45 * Imperatriz Leopoldinense - entre 23h20 e 23h30 * Portela - entre 0h55 e 1h15 * Estação Primeira de Mangueira - entre 2h30 e 3h # Segunda-feira (16 de fevereiro): Mocidade Independente de Padre Miguel - 21h45 * Beija-Flor de Nilópolis - entre 23h20 e 23h30 * Unidos do Viradouro - entre 0h55 e 1h15 * Unidos da Tijuca - entre 2h30 e 3h # Terça-feira (17 de fevereiro): Paraíso do Tuiuti - 21h45 * Unidos de Vila Isabel - entre 23h20 e 23h30 * Acadêmicos do Grande Rio - entre 0h55 e 1h15 * Acadêmicos do Salgueiro - entre 2h30 e 3h #

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Maria do Carmo Miranda da Cunha (Marco de Canaveses, 9 de fevereiro de 1909 – Beverly Hills, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora, dançarina, e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira, sendo um ícone e símbolo internacional do Brasil no exterior. Apelidada de "Brazilian Bombshell", Miranda é conhecida por seus figurinos extravagantes e pelo chapéu com frutas que costumava usar em seus filmes estadunidenses, fazendo desses elementos sua marca registrada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmen_Miranda)


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Uso de celular no trabalho tem etiqueta também (FSPaulo/NYTimes)

Já escrevi seis posts com artigos assinados pela jornalista Eilene Zimmerman que publica seus textos no New York Times. A característica dos seus escritos é apresentá-los em forma de entrevista. Isto torna a leitura bem interessante, objetiva e leve. Se tiver interesse em conhecer os posts que publiquei aqui no blog procure pelo nome dela na widget de busca que está na barra lateral.
Nesta nova matéria o assunto abordado é o uso do telefone celular no ambiente de trabalho. Para quem trabalha, por exemplo, em espaços abertos e sem divisórias chega a ser constrangedor quando colegas à sua volta passam grande parte dos seus expedientes falando ao telefone celular.
Para quem não esteja no grupo dos usuários é muito desagradável. O cara está trabalhando e fica aquele falatório sobre quaisquer assuntos menos o que diz respeito ao serviço. Quem ainda não passou por tal situação embaraçosa?
Por conta disso o New York Times apresentou o artigo e o selecionou para o caderno de seus textos que a Folha de São Paulo publica nas segundas feiras.

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