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"A presença feminina no mundo atual não ocupa apenas espaços; ela redefine fronteiras. As mulheres são a inteligência que inova, a sensibilidade que lidera e a força que sustenta o progresso de uma sociedade em constante transformação."


Rabindranath Tagore (Calcutá, 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. {}


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Uso de celular no trabalho tem etiqueta também (FSPaulo/NYTimes)

Já escrevi seis posts com artigos assinados pela jornalista Eilene Zimmerman que publica seus textos no New York Times. A característica dos seus escritos é apresentá-los em forma de entrevista. Isto torna a leitura bem interessante, objetiva e leve. Se tiver interesse em conhecer os posts que publiquei aqui no blog procure pelo nome dela na widget de busca que está na barra lateral.
Nesta nova matéria o assunto abordado é o uso do telefone celular no ambiente de trabalho. Para quem trabalha, por exemplo, em espaços abertos e sem divisórias chega a ser constrangedor quando colegas à sua volta passam grande parte dos seus expedientes falando ao telefone celular.
Para quem não esteja no grupo dos usuários é muito desagradável. O cara está trabalhando e fica aquele falatório sobre quaisquer assuntos menos o que diz respeito ao serviço. Quem ainda não passou por tal situação embaraçosa?
Por conta disso o New York Times apresentou o artigo e o selecionou para o caderno de seus textos que a Folha de São Paulo publica nas segundas feiras.

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