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Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016), foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro"). [https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco]


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Uso de celular no trabalho tem etiqueta também (FSPaulo/NYTimes)

Já escrevi seis posts com artigos assinados pela jornalista Eilene Zimmerman que publica seus textos no New York Times. A característica dos seus escritos é apresentá-los em forma de entrevista. Isto torna a leitura bem interessante, objetiva e leve. Se tiver interesse em conhecer os posts que publiquei aqui no blog procure pelo nome dela na widget de busca que está na barra lateral.
Nesta nova matéria o assunto abordado é o uso do telefone celular no ambiente de trabalho. Para quem trabalha, por exemplo, em espaços abertos e sem divisórias chega a ser constrangedor quando colegas à sua volta passam grande parte dos seus expedientes falando ao telefone celular.
Para quem não esteja no grupo dos usuários é muito desagradável. O cara está trabalhando e fica aquele falatório sobre quaisquer assuntos menos o que diz respeito ao serviço. Quem ainda não passou por tal situação embaraçosa?
Por conta disso o New York Times apresentou o artigo e o selecionou para o caderno de seus textos que a Folha de São Paulo publica nas segundas feiras.

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