||| 09 de outubro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia NACIONAL DO ATLETISMO ||| # Reflexão: "O maior inimigo da criatividade é o bom senso". – Pablo Picasso. . |||

 

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O Dia do Atletismo é comemorado no Brasil em 9 de outubro. A data homenageia uma das modalidades esportivas mais antigas do mundo, conhecida como “esporte-base” por reunir movimentos fundamentais do corpo humano, como correr, saltar, lançar e caminhar. Mais do que uma única prova, o atletismo reúne dezenas de modalidades e combina velocidade, resistência, força, técnica e estratégia. É também uma das principais modalidades dos Jogos Olímpicos, com um dos programas mais extensos de provas e grande número de medalhas em disputa. Origem do Dia do Atletismo O 9 de outubro é tradicionalmente celebrado como Dia do Atletismo no Brasil, mas não há registro de uma lei federal que tenha oficializado a data. A comemoração é aproveitada por entidades esportivas, escolas e projetos de formação para promover o conhecimento sobre a modalidade e incentivar a prática esportiva. A própria Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) reconhece e celebra a data. O atletismo na Antiguidade As raízes do atletismo são muito antigas. A primeira edição dos Jogos Olímpicos da Antiguidade registrada historicamente aconteceu em 776 a.C., em Olímpia, na Grécia. A principal prova daquele momento era uma corrida chamada stadion, com aproximadamente 185 metros. O vencedor registrado foi Coroebus de Elis, considerado o primeiro campeão olímpico conhecido. A corrida, porém, não era a única manifestação esportiva do período. Ao longo da história dos Jogos, outras provas de corrida, saltos e lançamentos passaram a fazer parte das competições. O atletismo moderno Embora tenha raízes na Antiguidade, o atletismo moderno ganhou sua forma organizada principalmente na Inglaterra durante o século XIX. Com o renascimento dos Jogos Olímpicos, em 1896, o atletismo voltou a ocupar um lugar central no programa olímpico. Desde então, a modalidade tornou-se uma das principais referências dos Jogos. atletas em prova de atletismo Quais são as provas do atletismo? O atletismo reúne diferentes tipos de competição. Nas provas de pista, estão as corridas de velocidade, meio-fundo, fundo, barreiras e revezamentos. As provas de campo incluem saltos e lançamentos. Também fazem parte da modalidade as provas combinadas, como decatlo e heptatlo, além da marcha atlética, do cross country e de diferentes provas de corrida de rua. Essa variedade é uma das razões pelas quais o atletismo é conhecido como esporte-base. Atletismo no Brasil A prática do atletismo começou a se desenvolver no Brasil ainda no final do século XIX. Já na década de 1880 havia registros de resultados de competições de corrida publicados no Rio de Janeiro. Nas primeiras décadas do século XX, a modalidade se consolidou no país. Em 1924, o Brasil participou pela primeira vez de uma competição olímpica de atletismo, nos Jogos de Paris, com uma delegação de oito atletas. O Campeonato Brasileiro de Atletismo foi instituído no ano seguinte, em 1925. A criação da CBAt A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) foi fundada em 2 de dezembro de 1977, após a extinção da antiga Confederação Brasileira de Desportos. A entidade passou a funcionar oficialmente em 1979 e atualmente reúne federações de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Entre suas funções estão organizar competições nacionais, apoiar federações e atletas e formar as seleções brasileiras para eventos internacionais. [https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-atletismo/]

pensamento dia

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Frase

Frase
Haruki Murakami (em japonês: 村上春樹; romaniz.: Murakami Haruki; nascido em Quioto, prefeitura de Quioto, Japão, em 12 de janeiro de 1949)[11] é um escritor e tradutor japonês. Seus livros são sucessos de vendas, tanto no Japão, quanto internacionalmente. Sua obra foi traduzida para mais de 50 idiomas. Seu trabalho recebeu inúmeros prêmios, incluindo o World Fantasy Award, o Frank O'Connor International Short Story Award, o Prêmio Franz Kafka e o Prêmio Jerusalém. Seus trabalhos mais conhecidos são Caçando Carneiros, Norwegian Wood, Crônica do Pássaro de Corda, Kafka à Beira-Mar e 1Q84. Ele também traduziu do inglês para o japonês obras de outros escritores como Raymond Carver e J.D. Salinger. Suas obras, que comumente são criticadas pelo establishment literário do Japão como não-japonesas, foram influenciada por escritores ocidentais, de Chandler a Vonnegut, passando por Richard Brautigan. Suas obras são frequentemente surrealistas, melancólicas e fatalistas, marcada por um estilo kafkiano com "temas recorrentes como alienação e solidão". Steven Poole, do The Guardian, elogiou Murakami dizendo que se trata de "um dos maiores romancistas vivos" por seus trabalhos e realizações. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Haruki_Murakami)

 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Felicidade pode ser medida? Conheça o FIB, índice da Felicidade Interna Bruta.

Pesquisadores brasileiros da Fundação Getúlio Vargas estão empreendendo estudos para montar um índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) exclusivo do Brasil. 
Há pouco tempo li sobre um inédito Relatório da Felicidade Global apresentado pela ONU no início de abril e fiquei curioso sobre o conceito desse FIB que aparece como contrapartida do PIB em vários fóruns dos organismos internacionais. Coloquei abaixo uma figura com a parte 1 do relatório que traz os países "mais felizes" segundo a complexa pesquisa (clique aqui também) que montou o ranking. Observe que a Dinamarca é o país "mais feliz" com a Finlândia em segundo. O Brasil está na 25ª posição.
Confesso que na época não despertou meu interesse, mas agora fiquei curioso porque além do tema fazer parte das discussões da Conferencia Rio+20 tem muita gente debatendo sobre o que seja felicidade de uma nação e eu quero entender esses conceitos e como se mede a felicidade (clique aqui e aqui também).
Lá vou eu para a pesquisa no Google. O melhor resultado que encontrei para a definição do FIB está em um trabalho acadêmico intitulado "Índice de Felicidade Interna, o Produto Interno Bruto das Nações e outros Indicadores Quantitativos. Um Estudo sobre as suas relações" de Cássia Regina Vanícola (cassiavanicola@ig.com.br) - Pontifícia Universidade Católica – SP - cassiavanicola@ig.com.br (clique aqui). Lá está escrito que:
  • "Índice de Felicidade Interna pretende definir a qualidade de vida e o bem estar das nações com uma perspectiva mais holística do que a obtida via definição do PIB."
Ainda utilizando o texto do trabalho:  
  • [...] O termo Índice de Felicidade Interna foi cunhado por Jigme Singye Wangchuck, príncipe do Butão, quando na década de 1970 procurou desenvolver um indicador que expressasse a qualidade de vida naquele país, baseado nos princípios espirituais do budismo. Tal conceito foi baseado na premissa de que o desenvolvimento dos países ocorre quando há sinergia entre aspectos econômicos e espirituais, tendo em vista o desenvolvimento sustentável das nações. Com esta perspectiva em mente, quais seriam então as variáveis que deveriam compor um índice que procurasse medir o nível de satisfação e bem estar dos indivíduos de uma nação? [...]
Na Wikipédia o FIB está apresentado como: [...] "um conceito de desenvolvimento social
criado em contrapartida ao Produto Interno Bruto" [...].

Para completar o entendimento não deixe de assistir a esse vídeo.

Enfim, acho que o leitor já entendeu o que se pretende com o FIB. O foco do post é tão somente o de despertar a curiosidade do internauta para dois pontos:
  1. Inteirar-se de uma discussão que está tomando corpo e será importante no futuro para se fazer macroplanejamentos das nações e mais adiante, certamente, vão também produzir um índice de "Felicidade Interna das Empresas" e até das famílias, por que não?
  2. Saber sobre um estudo que o Brasil está levando a cabo a fim de determinar o seu próprio FIB considerando que o índice utilizado internacionalmente baseado no que foi criado para o Butão está com diferenças consideráveis em relação à realidade do povo brasileiro.
Enquanto o índice brasileiro não sai conheça os itens que fazem parte da composição do FIB internacional. Coloquei abaixo um breve extrato do artigo que está na Folha de São Paulo sobre o assunto. Quem quiser conhecer o texto completo clique aqui.

Se tiver dificuldade na leitura clique sobre o texto para aumentá-lo

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