||| 13 de julho DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia mundial do rock ||| *Reflexão: “Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.” ― Barão de Itararé |||

 

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O Dia Mundial do Rock é comemorado anualmente em 13 de julho. E porquê? Porque no dia 13 de julho de 1985 aconteceu o maior evento mundial de música Rock até aquele momento: o Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (Estados Unidos). O objetivo principal era conscientizar a população mundial sobre a drástica pobreza e a fome na Etiópia. O evento contou com a presença de artistas e grupos de rock renomados da época. Alguns deles: The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Rolling Stones, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou na Inglaterra e nos EUA), Eric Clapton, Black Sabbath. O show foi transmitido ao vivo para diversos países. Na ocasião, o cantor e baterista Phil Collins propôs que o dia 13 de julho fosse lembrando como Dia Mundial do Rock. Esta data é uma homenagem ao estilo musical do Rock n’ Roll, que revolucionou a música e o comportamento social da juventude na segunda metade do século XX. Os grupos de rock, geralmente, são formados por um cantor, um baixista, um ou dois guitarrista e um baterista. Atualmente, o rock é um gênero musical composto por várias influências, que até são antagônicas, mas que continuam com o mesmo propósito original de lutar pela “liberdade de expressão”.

pensamento dia

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Frase

Frase
Jean-Paul Charles Aymard Sartre : 21 de junho de 1905 – 15 de abril de 1980) foi um filósofo, dramaturgo, romancista, roteirista, ativista político, biógrafo e crítico literário francês, considerado uma figura de destaque na filosofia francesa do século XX e no marxismo. Sartre foi uma das figuras-chave na filosofia do existencialismo (e da fenomenologia). Sua obra influenciou a sociologia, a teoria crítica, a teoria pós-colonial e os estudos literários. Ele recebeu o Nobel de Literatura de 1964 apesar de ter tentado recusá-lo, dizendo que sempre recusava honrarias oficiais e que "um escritor não deve permitir-se ser transformado em uma instituição". Sartre manteve um relacionamento aberto com a proeminente feminista e também filósofa existencialista Simone de Beauvoir. Juntos, Sartre e de Beauvoir desafiaram as suposições e expectativas culturais e sociais de suas criações, que consideravam burguesas, tanto no estilo de vida quanto no pensamento. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Sartre)

 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Felicidade pode ser medida? Conheça o FIB, índice da Felicidade Interna Bruta.

Pesquisadores brasileiros da Fundação Getúlio Vargas estão empreendendo estudos para montar um índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) exclusivo do Brasil. 
Há pouco tempo li sobre um inédito Relatório da Felicidade Global apresentado pela ONU no início de abril e fiquei curioso sobre o conceito desse FIB que aparece como contrapartida do PIB em vários fóruns dos organismos internacionais. Coloquei abaixo uma figura com a parte 1 do relatório que traz os países "mais felizes" segundo a complexa pesquisa (clique aqui também) que montou o ranking. Observe que a Dinamarca é o país "mais feliz" com a Finlândia em segundo. O Brasil está na 25ª posição.
Confesso que na época não despertou meu interesse, mas agora fiquei curioso porque além do tema fazer parte das discussões da Conferencia Rio+20 tem muita gente debatendo sobre o que seja felicidade de uma nação e eu quero entender esses conceitos e como se mede a felicidade (clique aqui e aqui também).
Lá vou eu para a pesquisa no Google. O melhor resultado que encontrei para a definição do FIB está em um trabalho acadêmico intitulado "Índice de Felicidade Interna, o Produto Interno Bruto das Nações e outros Indicadores Quantitativos. Um Estudo sobre as suas relações" de Cássia Regina Vanícola (cassiavanicola@ig.com.br) - Pontifícia Universidade Católica – SP - cassiavanicola@ig.com.br (clique aqui). Lá está escrito que:
  • "Índice de Felicidade Interna pretende definir a qualidade de vida e o bem estar das nações com uma perspectiva mais holística do que a obtida via definição do PIB."
Ainda utilizando o texto do trabalho:  
  • [...] O termo Índice de Felicidade Interna foi cunhado por Jigme Singye Wangchuck, príncipe do Butão, quando na década de 1970 procurou desenvolver um indicador que expressasse a qualidade de vida naquele país, baseado nos princípios espirituais do budismo. Tal conceito foi baseado na premissa de que o desenvolvimento dos países ocorre quando há sinergia entre aspectos econômicos e espirituais, tendo em vista o desenvolvimento sustentável das nações. Com esta perspectiva em mente, quais seriam então as variáveis que deveriam compor um índice que procurasse medir o nível de satisfação e bem estar dos indivíduos de uma nação? [...]
Na Wikipédia o FIB está apresentado como: [...] "um conceito de desenvolvimento social
criado em contrapartida ao Produto Interno Bruto" [...].

Para completar o entendimento não deixe de assistir a esse vídeo.

Enfim, acho que o leitor já entendeu o que se pretende com o FIB. O foco do post é tão somente o de despertar a curiosidade do internauta para dois pontos:
  1. Inteirar-se de uma discussão que está tomando corpo e será importante no futuro para se fazer macroplanejamentos das nações e mais adiante, certamente, vão também produzir um índice de "Felicidade Interna das Empresas" e até das famílias, por que não?
  2. Saber sobre um estudo que o Brasil está levando a cabo a fim de determinar o seu próprio FIB considerando que o índice utilizado internacionalmente baseado no que foi criado para o Butão está com diferenças consideráveis em relação à realidade do povo brasileiro.
Enquanto o índice brasileiro não sai conheça os itens que fazem parte da composição do FIB internacional. Coloquei abaixo um breve extrato do artigo que está na Folha de São Paulo sobre o assunto. Quem quiser conhecer o texto completo clique aqui.

Se tiver dificuldade na leitura clique sobre o texto para aumentá-lo

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