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||| 26 de junho DE 2026 ||| 6ª FEIRA ||| dia nacional do diabetes ||| *Reflexão: “A censura é o imposto da inveja sobre o mérito". (Laurence Sterne) |||

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O Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 16 de junho, anualmente, é uma data comemorativa em saúde criada com o objetivo de promover a conscientização sobre os riscos da doença, suas complicações, prevenção e controle. Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou pela má absorção da insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o funcionamento do organismo. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do corpo. Quando a insulina não é produzida adequadamente ou não consegue realizar suas funções, o nível de açúcar aumenta e pode provocar complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte. Tipos de diabetes: – Tipo 1: causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos. – Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção desse hormônio. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos. – Diabetes gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida. – Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou pelo uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística, etc.); induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticoides, betabloqueadores, contraceptivos, etc.). Sintomas: Diabetes tipo I e tipo II têm em comum sintomas como fome e sede excessiva e vontade de urinar muito mais vezes ao dia. No tipo I, podem ocorrer, ainda: – Perda de peso; – Fraqueza; – Fadiga; – Mudanças de humor; – Náusea e vômito. E no tipo II: – Formigamento nos pés e mãos; – Infecções frequentes na bexiga, rins e de pele; – Feridas que demoram para cicatrizar; – Visão embaçada.

pensamento dia

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domingo, 18 de outubro de 2009

Cuide bem do seu cérebro. A partir de já, senão...

Cada vez mais vejo surgirem artigos sobre ginastica cerebral ou textos e conselhos sobre "como cuidar bem do seu cerebro". De fato há uma onda no ar sobre atitudes e comportamentos para cada um de nós cuidar de manter o cerebro longe das enfermidades que lhe são afetas com a idade.
Eu estou cuidando do meu há muitos anos. E acrescento uma informação que vale, pelo menos para mim. Produzir este blog e manter-me atualizado na blogosfera é uma das melhores coisas que fiz na vida para cuidar do meu cérebro.
Destaquei dois artigos para registrar essa necessidade. A primeira materia foi extraida (pagina copiada com scanner) da revista Saude. O segundo artigo "peguei" na internet (se quiser conferir clique aqui).

http://www.meditacao.biz/empresas/img/logo-revista-saude.gif
exercicio cerebro

cerebro.jpg
A má memória e a confusão não são consequências inevitáveis da velhice e podem ser combatidas exercitando o cérebro, conclui estudo científico da Universidade de Michigan.
O exercício mental é crucial e deve começar desde cedo, segundo o estudo. Uma boa educação escolar é importante para manter a agilidade mental, mas o exercício do cérebro deve ser constante por toda a vida. O exercício físico também é importante já que a má memória tem sido vinculada a enfermidades cardíacas, diabetes e má nutrição.

Segundo o estudo apresentado em um simpósio internacional sobre o Alzheimer, o mais importante é "ler, ler, ler". Fazer palavras cruzadas, jogar xadrez, aprender outro idioma, "qualquer coisa que estimule o cérebro a pensar".
Também, ver menos televisão. "Quando se vê televisão, o cérebro fica neutro". Tanto assim que a Faculdade Case Western planeja avaliar se gente com Alzheimer viu mais televisão que outras pessoas sãs de sua mesma idade.
Há pouco, os cientistas davam como certo que o cérebro se formava antes dos 5 anos e que com o tempo se iam deteriorando os neurônios e circuitos cerebrais, até que o declínio se fizesse evidente.
Agora foi determinado que, na realidade, o cérebro está constantemente mudando e adaptando-se, ainda mesmo que na velhice. Algumas células cerebrais seguem crescendo na adolescência e inclusive os anciãos podem desenvolver neurônios. 
A conclusão foi de que a deterioração mental não é inevitável. De fato, testes efetuados ao longo de 10 anos em quase 6.000 pessoas de idade avançada demonstraram que 70% mantiveram suas habilidades mentais, revelou a diretora de pesquisas Mary Haan, da Universidade de Michigan.

http://rainbowdivider.com/images/dividers/small_orange.gif

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