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O mês de fevereiro recebeu as cores roxo e laranja com o propósito de conscientizar a sociedade brasileira sobre Lupus, Mal de Alzheimer, Fibromialgia e Leucemia. Apesar de atingir um número significativo da população, muitas pessoas ainda não entendem as dificuldades vividas diariamente pelos pacientes portadores dessas doenças graves. Mas, nos próximos tópicos vamos explicar mais sobre cada uma delas. Fevereiro Roxo: o que é? O Fevereiro Roxo surgiu em 2014 para conscientizar a população em relação ao Lúpus, ao Alzheimer e à Fibromialgia. A campanha teve início em Uberlândia, Minas Gerais, e passou também a ser promovida por ONGs e pelo Governo Federal. Ainda que tenham diferentes sintomas e tratamentos, as três doenças têm uma coisa em comum: o fato de não possuírem cura. É por isso que o Fevereiro Roxo enfatiza tanto a importância do diagnóstico correto e precoce. Assim, o paciente tem acesso mais rápido a um tratamento eficaz que pode aumentar significativamente sua qualidade de vida.Fevereiro Laranja: o que é? O Laranja é a cor usada no mês de fevereiro para chamar atenção da população sobre a prevenção, diagnóstico e combate à leucemia, tipo de câncer mais frequente entre crianças e adolescentes. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) é que, entre 2023 e 2025, o Brasil tenha mais de 11 mil casos de Leucemia por ano. A informação pode ser encontrada no documento Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil. Assim, para conscientizar o público sobre a doença e incentivar a doação de medula óssea, a Assembleia Legislativa de São Paulo criou a iniciativa Fevereiro Laranja em 2019.




domingo, 18 de outubro de 2009

Cuide bem do seu cérebro. A partir de já, senão...

Cada vez mais vejo surgirem artigos sobre ginastica cerebral ou textos e conselhos sobre "como cuidar bem do seu cerebro". De fato há uma onda no ar sobre atitudes e comportamentos para cada um de nós cuidar de manter o cerebro longe das enfermidades que lhe são afetas com a idade.
Eu estou cuidando do meu há muitos anos. E acrescento uma informação que vale, pelo menos para mim. Produzir este blog e manter-me atualizado na blogosfera é uma das melhores coisas que fiz na vida para cuidar do meu cérebro.
Destaquei dois artigos para registrar essa necessidade. A primeira materia foi extraida (pagina copiada com scanner) da revista Saude. O segundo artigo "peguei" na internet (se quiser conferir clique aqui).

http://www.meditacao.biz/empresas/img/logo-revista-saude.gif
exercicio cerebro

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A má memória e a confusão não são consequências inevitáveis da velhice e podem ser combatidas exercitando o cérebro, conclui estudo científico da Universidade de Michigan.
O exercício mental é crucial e deve começar desde cedo, segundo o estudo. Uma boa educação escolar é importante para manter a agilidade mental, mas o exercício do cérebro deve ser constante por toda a vida. O exercício físico também é importante já que a má memória tem sido vinculada a enfermidades cardíacas, diabetes e má nutrição.

Segundo o estudo apresentado em um simpósio internacional sobre o Alzheimer, o mais importante é "ler, ler, ler". Fazer palavras cruzadas, jogar xadrez, aprender outro idioma, "qualquer coisa que estimule o cérebro a pensar".
Também, ver menos televisão. "Quando se vê televisão, o cérebro fica neutro". Tanto assim que a Faculdade Case Western planeja avaliar se gente com Alzheimer viu mais televisão que outras pessoas sãs de sua mesma idade.
Há pouco, os cientistas davam como certo que o cérebro se formava antes dos 5 anos e que com o tempo se iam deteriorando os neurônios e circuitos cerebrais, até que o declínio se fizesse evidente.
Agora foi determinado que, na realidade, o cérebro está constantemente mudando e adaptando-se, ainda mesmo que na velhice. Algumas células cerebrais seguem crescendo na adolescência e inclusive os anciãos podem desenvolver neurônios. 
A conclusão foi de que a deterioração mental não é inevitável. De fato, testes efetuados ao longo de 10 anos em quase 6.000 pessoas de idade avançada demonstraram que 70% mantiveram suas habilidades mentais, revelou a diretora de pesquisas Mary Haan, da Universidade de Michigan.

http://rainbowdivider.com/images/dividers/small_orange.gif

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