27 de janeiro DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto ocorre anualmente em 27 de janeiro. Esta é uma data dedicada à homenagem das milhões de pessoas que foram torturadas e mortas nos campos de concentração comandados pela Alemanha Nazista, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), sob o comando de Adolf Hitler. Os nazistas assassinaram, primeiramente, pessoas que tinham alguma deficiência mental ou física, e opositores do governo. Além disso, grupos sociais que eram considerados “inferiores”, segundo o nazismo, como negros, homossexuais, Testemunhas de Jeová e ciganos, pereceram nos campos de concentração. Vítimas do Holocausto Dentre as milhões de vidas perdidas, a maioria eram judeus, que foram perseguidos implacavelmente em todos os países ocupados pelos nazistas. Estimam-se que tenham sido assassinados mais de seis milhões de judeus durante o Holocausto. A dimensão da crueldade que foi o Holocausto é tão assustadora que, para tentar evitar episódios semelhantes no futuro, foi criada a UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Origem do Dia Internacional da Lembrança do Holocausto O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto foi criado por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), através de uma Assembleia Geral, pela resolução 60/7, de 1 de dezembro de 2005. O 27 de Janeiro foi escolhido por ter sido a data, em 1945, que aconteceu a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, considerado o principal complexo e mais terrível do regime nazista.




terça-feira, 29 de novembro de 2011

Motivação ainda é tema pouco explorado pelas pesquisas no Brasil.

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Simplesmente, mas com muita atenção leiam o artigo que "puxei" do caderno "Mercado" na edição de sábado, dia 26 p.p., da Folha de São Paulo. É um dos melhores que li nos últimos tempos sobre o tema. A autora do texto, jornalista Luciana Coelho, consegue uma abordagem extremamente atualizada sobre a muito batida questão da motivação dos empregados para trabalhar nas grandes corporações.
O texto resgata conclusões super-atualizadas de pesquisas recentes feitas por consultorias internacionais que trazem controvérsias, debates e polêmicas sobre esse eterno assunto.
Vejam o quadro ao lado que extrai do artigo abaixo. É citada uma pesquisa  com milhares de empregados em diversos países e chegou-se a conclusões de que apenas 31% das pessoas conseguiam se sentir comprometidos com seus trabalhos. Detalhe, na China esse percentual chega a apenas 17%. O que significa isso? 
As consultorias citadas no artigo não possuem dados sobre o Brasil, mas isso não quer dizer que elas inexistam. Brevíssima pesquisa no Google me direcionou a um conjunto de artigos acadêmicos sob o título de "pesquisas brasileiras sobre motivação". Não tive tempo de ler todos e dei uma passada d'olhos por alguns apenas. Confesso que não vi nada parecido com as pesquisas que são citadas no artigo da Folha de São Paulo.
Motivação é um assunto realmente delicado quando analisamos grupos corporativos. O que motiva determinado conjunto de empregados não impulsiona as energias de outros. Por outro lado não se têm noticias de estudos sérios nas universidades e organizações acadêmicas voltadas para essas demandas. 
Enfim, no universo das corporações brasileiras – exceções de sempre - vamos mais ou menos em voos cegos e sem coordenadas confiáveis para lidar com a motivação nas corporações em que comandamos ou participamos. Algo do tipo "Vamo que vamo"!!!
Vale a pena conhecer o texto abaixo e buscar entender melhor sobre motivação, especialmente se você é candidato a exercer função de comando ou liderança.
Atualmente os jovens empreendedores e executivos estão muito preocupados em conhecer as novas técnicas sobre como liderar, como obter resultados e por ai afora. Estão na moda os treinamentos de "coaching", "mentoring", "empowerment e diversos outros que estão sempre voltados para quem lidera, para quem comanda, mas pouco se conhece sobre trabalhos voltados para os liderados, os comandados e complementarei, os desmotivados... Estarei exagerando?
Leiam o texto, exercitem suas próprias deduções e busquem seus próprios insights a respeito dessa temática. Afirmo que nunca será perda de tempo.
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