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O Dia Nacional do Teste do Pezinho é celebrado anualmente em 6 de junho no Brasil. A data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância deste exame simples, rápido e fundamental para a saúde dos recém-nascidos. Instituída pela Lei nº 11.605, de 5 de dezembro de 2007, a data reforça a relevância da triagem neonatal para a identificação precoce de doenças que podem comprometer o desenvolvimento infantil. Graças ao Teste do Pezinho, milhares de crianças podem receber diagnóstico e tratamento antes mesmo do aparecimento dos primeiros sintomas, aumentando significativamente as suas possibilidades de crescimento saudável e qualidade de vida. O que é o Teste do Pezinho? O Teste do Pezinho é um exame de triagem neonatal realizado através da coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê. O sangue é colocado em um papel-filtro e encaminhado para análise laboratorial. O exame permite identificar precocemente diversas doenças que podem afetar o crescimento, o desenvolvimento neurológico e até colocar a vida da criança em risco. O nome "Teste do Pezinho" surgiu justamente porque a coleta é feita por meio de uma pequena picada no calcanhar do recém-nascido. Apesar de simples e rápida, essa pequena amostra de sangue pode fazer uma enorme diferença na prevenção de complicações graves e na garantia de um futuro mais saudável para a criança. Quando o exame deve ser realizado? O Ministério da Saúde recomenda que o Teste do Pezinho seja feito preferencialmente entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê. A realização dentro desse período é fundamental para que eventuais alterações sejam identificadas rapidamente e o tratamento seja iniciado o mais cedo possível. Doenças que podem ser identificadas Ao longo dos anos, o Programa Nacional de Triagem Neonatal ampliou o número de doenças rastreadas pelo exame. Entre as condições que podem ser detectadas estão: • Fenilcetonúria; • Hipotireoidismo congênito; • Doença falciforme e outras hemoglobinopatias; • Fibrose cística; • Hiperplasia adrenal congênita; • Deficiência de biotinidase. O diagnóstico precoce permite iniciar tratamentos específicos antes que ocorram sequelas ou complicações irreversíveis.

pensamento dia

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Frase

Frase
Lev Nikoláievitch Tolstói, também conhecido em português como Liev, Leão, Leo ou Leon Tolstói; Governorado de Tula, 9 de setembro de 1828 – Astapovo, 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos. Nascido em 1828, em uma família aristocrática, Tolstói é conhecido pelos romances Guerra e Paz (1869) e Anna Karenina (1877), muitas vezes citados como verdadeiros pináculos da ficção realista. Ele alcançou aclamação literária ainda jovem, primeiramente com sua trilogia semiautobiográfica, Infância, Adolescência e Juventude (1852-1856) e por suas Crônicas de Sebastopol (1855), obra que teve como base suas experiências na Guerra da Crimeia. A ficção de Tolstói inclui dezenas de histórias curtas e várias novelas como A Morte de Ivan Ilitch (1886), Felicidade Conjugal (1859), "Guerra e Paz" (1869) e Hadji Murad (1912). Ele também escreveu algumas peças e diversos ensaios filosóficos. Durante a década de 1870, Tolstói experimentou uma profunda crise moral, seguida do que ele considerou um despertar espiritual igualmente profundo, conforme descrito em seu trabalho não-ficcional A Confissão (1882). Sua interpretação literal dos ensinamentos éticos de Jesus, centrada no Sermão da Montanha, fez com que ele se tornasse um fervoroso anarquista cristão e pacifista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Liev_Tolst%C3%B3i}

 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Pixotada do "Capitão do Tri" Carlos Alberto denigre sua imagem.

http://www.teleresponde.com.br/h240.jpg

“É um demagogo. O Tostão não precisa ficar falando. Ele teve mais sorte que os outros, é médico. Não sei nem se é ele que escreve aquela coluna lá no jornal. Mas tem gente que não foi preparada. Esse filho da p… deveria falar algum tipo de verdade. Não gosto nem de falar”
Carlos Alberto Torres, ex-jogador de futebol e presidente de honra da associação que pleiteia junto ao governo federal aposentadoria para os jogadores campeões mundiais pela seleção. O também ex-jogador Tostão, companheiro de Torres no Mundial de 1970, disse que abrirá mão do benefício prometido durante a gestão do ex-presidente Lula

“Demagógica? Não sou bilionário. Só entendo que o governo não pode pegar dinheiro e distribuir assim [sem critérios]. E os campeões de outros esportes, as outras classes? Um artista que elevou o nome do Brasil também poderia pedir esse benefício. Mesmo assim, entendo também que a carreira de um jogador tem suas particularidades, precisa realmente ser amparada de um jeito diferente”
Tostão

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,53009060,00.jpgLastimável a posição do "Capitão do Tri" Carlos Alberto ao criticar de forma rude e grosseira seu ex-companheiro de seleção o hoje cronista esportivo Tostão por ter emitido uma opinião contrária sobre a demanda dos ex-jogadores de futebol que foram campeões do mundo de 58, 62 e 70 para conseguir uma "aposentadoria" do governo.
Sabe o que escreveu o Tostão? Leia: 
  • "Assim como sempre fui contra o governo dar benefícios fiscais e dinheiro público para clubes e empresas privadas construírem estádios para a Copa, sou contra distribuir dinheiro para campeões de qualquer esporte. Não tenho duas caras. Se fosse correto, campeões de outros esportes teriam de ter o mesmo direito. Sou a favor de o governo ajudar ex-jogadores por meio de associações de proteção ao atleta, que já existem, bons planos de saúde, de aposentadoria e de previdência social. Todos os cidadãos deveriam ter o mesmo direito. A milionária CBF tem também a obrigação de ajudar ex-atletas que passam por grandes dificuldades."
Todo meu apoio ao Tostão; e pelo visto a opinião publica esclarecida do Brasil também está ao lado do ex-craque do Cruzeiro e do Vasco da Gama. Carlos Alberto com sua truculência, falta de educação e de ética só mostrou o quanto é despreparado para exercer qualquer tipo de liderança. Certamente essa é uma das causas do insucesso que o marcou como técnico de futebol.
Quem deve ajudar os ex-campeões e não só eles, mas todos os atletas de futebol é a CBF que lucra milhões de dólares com o trabalho dos atletas. Quem deve apoiar os jogadores são eles próprios. Se tivessem um mínimo de previdência e espirito de corpo saberiam se  organizar em sindicatos, cooperativas e associações que o protegessem. Não há nenhuma dificuldade nisso! Imaginem a força de celebridades atuais como Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Neymar, Pato, Júlio César e tantos outros se tivessem a preocupação com a previdência social de sua categoria e pressionassem (como sabem fazer para conseguir os seus polpudos contratos) a CBF e as federações estaduais para criar, por exemplo, um fundo de apoio à aposentadoria de ex-atletas.
Todavia não é essa a realidade. No mundo do futebol profissional prevalece a lei do "cada um por si". Quando aparecem os ex-grandes nomes do esporte a exibir suas necessidades (normalmente porque esbanjaram os milhões que ganharam no auge das carreiras) querem que o contribuinte brasileiro pague a conta? Negativo. Os atletas de futebol, salvo as exceções da regra são medrosos e covardes quando se trata de enfrentar seus patrões ou arriscar suas carreiras. Não se mobilizam, não fazem greves, não protestam, não se protegem.
http://e.imguol.com/esporte/futebol/2011/06/22/montagem-com-fotos-de-tostao-e-carlos-alberto-torres-1308774491274_615x300.jpgA posição de Carlos Alberto é uma demonstração inequívoca do mau corporativismo e da velha mania dos que acham que "o futebol é a pátria de chuteiras". Estão ao lado dele aqueles que se julgam especiais só porque "deram alegrias ao povo brasileiro conquistando campeonatos mundiais"
Existe um "Projeto de Lei o de nº 7.377/2010, apresentado pelo presidente Lula, que foi encaminhado ao Congresso em 2008. Já passou por três comissões e deverá ser apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça nos próximos meses. Se aprovado, premiará 51 ex-jogadores com R$ 100 mil, pagos imediatamente, e um auxílio mensal “para jogadores sem recursos ou com recursos limitados” que pode chegar a R$ 3.400. Em termos do orçamento nacional, o dinheiro é pouco – cerca de R$ 5,1 milhões. Mas a lógica que orienta o projeto de lei é indefensável. Quem lutou pelo Brasil, perdeu a Copa e passa dificuldades não merece ajuda? E os campeões do basquete, do vôlei e do atletismo, valem menos?'' (retirei esse trecho do site Boa Politica)
Zagalo, Pepe, Nilton Santos e outros ex-campeões do mundo defendem a posição de apoio à absurda "aposentadoria". Uma pena. Em uma entrevista o Pepe disse que Tostão estava sozinho em sua posição. Eles estão errados. O contribuinte brasileiro também é contra e esperam que os deputados tenham juízo e rejeitem o projeto de lei.
Reproduzi abaixo um post do "Blog do Juca Kfouri que é um formador de opinião no mundo do futebol. O texto traduz exatamente o meu pensamento a respeito a "pixotada" que o capitão do tri deu nessa jogada.  Putz!
A pisada do Capita
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Clique e leia o artigo no site original
É um demagogo, pode escrever aí. O Tostão não precisa ficar falando. Ele teve mais sorte que do os outros, é médico, não sei nem se é ele que escreve aquela coluna lá no jornal. Mas tem gente que não foi preparada. Esse filho da p… deveria falar algum tipo de verdade. Não gosto nem de falar”.


Parece mentira, mas foi o capitão da Copa de 70, Carlos Alberto Torres, quem disse tal barbaridade.
Disse-a ao repórter Bruno Freitas, do UOL Esporte, para criticar Tostão que é contrário ao pagamento, pelo Estado, de uma aposentadoria aos campeões mundiais de futebol e declarou que não aceitará recebê-la caso venha a ser confirmada, como propôs o ex-presidente Lula.
Pode-se concordar ou discordar da aposentadoria — este blog discorda –, mas jamais desqualificar os argumentos de Tostão.
Com o que quem se desqualifica é o Capita, não só por xingá-lo, um absurdo, mas pelas bobagens e incoerências ditas pelo mais elegante dos laterais-direitos da história do futebol, tremendamente deselegante na polêmica.
Tostão não virou médico por encanto e sim por esforço pessoal  numa família de classe média.
E se afinal é mais preparado, porque não seria ele o autor de suas colunas?
Fique tranquilo o Capita: centenas de jornalistas que já cobriram Copas do Mundo  estão cansados de ver Tostão escrevendo seus magníficos textos, à mão, como convém a alguém que se distingue também por isso.
Carlos Alberto deveria ter lutado quando atleta para diminuir o período de contribuição para que jogadores de futebol, trabalhadores de carreira curta, se aposentassem.
Ou ter usado sua força e prestígio para fazer a CBF se mexer.
E não pedir privilégios com o argumento de que os campeões de futebol deram alegrias ao povo.
Primeiramente porque ninguém perguntou ao povo se ele está disposto a pagar por tais indiscutíveis alegrias e segundamente porque outros campeões, de outras modalidades, também as deram, além de artistas etc, como o próprio Tostão lembrou.

Clique aqui e aqui também para ler mais opiniões sobre essa polêmica que ainda vai dar muito o que falar  nos proximos dias.


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