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Bem vindo

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O Dia Internacional do Autocuidado é celebrado anualmente em 24 de julho. A data destaca a importância de cuidar da própria saúde física, mental e emocional por meio de hábitos saudáveis e escolhas conscientes no dia a dia. Por que o Dia Internacional do Autocuidado é celebrado em 24 de julho? A escolha da data não foi por acaso. O dia 24/7 (24 de julho) simboliza a ideia de que o autocuidado deve estar presente 24 horas por dia, 7 dias por semana, fazendo parte da rotina e não apenas de ocasiões especiais. A mensagem central da campanha é que pequenas atitudes praticadas diariamente podem trazer grandes benefícios para a saúde e ajudar a prevenir problemas futuros. O que é autocuidado? Autocuidado é o conjunto de ações que cada pessoa realiza para preservar ou melhorar a sua saúde e o seu bem-estar. Isso inclui tanto os cuidados básicos com o corpo quanto a atenção à saúde mental, às emoções e aos relacionamentos. Entre as práticas de autocuidado estão: manter uma alimentação equilibrada; praticar atividade física regularmente; dormir o número de horas recomendado; cuidar da higiene pessoal; manter-se hidratado; controlar o estresse; reservar momentos para o descanso e o lazer; realizar consultas e exames preventivos; procurar ajuda profissional quando necessário. O autocuidado também significa reconhecer os próprios limites, respeitar o tempo de descanso e cultivar hábitos que favoreçam o equilíbrio entre a vida pessoal, profissional e social. mulher abraçando-se feliz Os benefícios do autocuidado Incorporar pequenas práticas de autocuidado na rotina pode trazer inúmeros benefícios para a saúde e para a qualidade de vida. Entre eles, destacam-se: redução do estresse e da ansiedade; melhoria da saúde física e mental; aumento da autoestima e da autoconfiança; fortalecimento do sistema imunológico; maior disposição para as atividades do dia a dia; prevenção de doenças crônicas; melhoria da qualidade do sono; aumento da produtividade e da concentração. Como celebrar o Dia Internacional do Autocuidado? Esta é uma ótima oportunidade para rever hábitos e adotar pequenas mudanças que façam diferença no dia a dia. Algumas ideias incluem: preparar uma refeição saudável; fazer uma caminhada ou outra atividade física; reservar um tempo para ler, meditar ou ouvir música; reduzir o tempo de exposição às telas; organizar a rotina para dormir melhor; marcar exames ou consultas que estejam pendentes; conversar com familiares e amigos sobre a importância da saúde física e emocional. (https://www.calendarr.com/brasil/dia-internacional-do-autocuidado/)

pensamento dia

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Frase

Frase
Jacinto Benavente y Martínez (Madri, 12 de agosto de 1866 — Madri, 14 de julho de 1954) foi um dramaturgo e crítico espanhol. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1922. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinto_Benavente)

 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fuga de cérebros no Brasil cresce e preocupa.

H
http://www.capes.gov.br/components/com_fpslideshow/images/banner_cnpq_capes.jpgoje a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ) completa 60 anos (clique aqui). Sendo o organismo oficial que promove a distribuição e o financiamento de bolsas para mestrados e doutorados no Brasil achei importante colocar essa matéria do blog "O Filtro" da Revista Época que aborda um assunto do maior interesse para o mundo das corporações. Trata-se da evasão dos profissionais que estudam no exterior às expensas das bolsas financiadas pelo Governo Federal e que após encerrarem os estudos não retornam ao Brasil e no mais das vezes não cumprem os compromissos que assumiram para fazer jus às bolsas (leia a matéria).

É uma noticia preocupante porquanto os custos são altos e a expectativa é que haja retorno para o círculo científico brasileiro quando após o retorno desses "bolsistas" - item obrigatório para que recebam o financiamento - possam retribuir com os seus conhecimentos o benefício recebido à custa dos contribuintes brasileiros.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq2Ne0AyMbE9WlObpB_eyCsT1X6LT89XEy9v5BiSguFLaIi7Mid8lgyJUnLSP8EnTJQqLPEZQqP5GjzjtZup_4HJY7PNooozMnP7NW0ptmU8IwDmPfuPBJ3ZTNTEZ1mhgf6m4N9nSl_C4/s1600/fuga_cerebro.jpgSem querer fazer um prejulgamento precipitado essa atitude cheira a calote e isso não fica bem para pessoas que são normalmente brilhantes em seus campos de atuação. Felizmente os "caloteiros" são minoria, mas fica a péssima impressão de que cientistas e pesquisadores sejam capazes de atitudes desse nível.
Outra coisa que me chamou a atenção no gráfico "mapa múndi das bolsas" (abaixo) é a concentração de bolsistas nos países da Europa e nos EUA. Não consigo fazer uma avaliação se isso é bom ou ruim. Apenas registro a estatística. À primeira vista não gosto. Não me parece uma boa estratégia por parte dos órgãos federais que distribuem as bolsas.

Cresce número de casos de “fuga de cérebros” no Brasil

Desde 2003 aumenta a quantidade de pessoas que estudam no exterior com bolsa de estudos do governo. Em abril, a presidente Dilma Rousseff anunciou um projeto para que 100 mil brasileiros possam receber financiamentos para concluir estudos no exterior. Com o aumento das bolsas, o país está vendo também um efeito colateral: a “fuga de cérebros”.
Segundo reportagem de ÉPOCA desta semana, o governo brasileiro move 110 processos contra brasileiros que receberam bolsa para estudar no exterior e não voltaram para o Brasil – para receber a bolsa, os órgãos de fomento à pesquisa, como o CNPq e a Capes, obrigam o estudante a retornar ao país após os estudos.
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Enviar alguém para estudar no exterior custa caro. O valor varia de acordo com o país, o curso e a duração do plano de estudos. Uma estimativa feita pela Capes para os próximos anos mostra uma média anual de gastos de cerca de R$ 40 mil para cada doutor forjado fora do país. É quase o dobro do custo da formação em território nacional. Para garantir que esse investimento volte para o Brasil, exigem-se duas coisas: que o pesquisador conclua seus estudos e que, logo depois do curso, retorne ao Brasil e permaneça no país por um tempo correspondente à bolsa. Se alguma das duas contrapartidas não é cumprida, abre-se um processo administrativo que geralmente envolve novas negociações com o bolsista.
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 http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,53141745,00.jpg
O problema é que essas medidas não estão surtindo efeito. Até hoje, nenhum bolsista devolveu o dinheiro para a Capes, apesar da agência de fomento estar em negociação com alguns pesquisadores. Segundo especialistas, a quantidade de bolsistas que burlam a regra e não retornam ao país não é “estatisticamente preocupante”: não chega a 2% de todos os pesquisadores que receberam para estudar fora. No entanto, a prática é condenável, já que essas bolsas são financiadas com dinheiro dos impostos pagos pela sociedade.
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