||| 25 de maio DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia nacional da adoção ||| "Nunca subestime o poder da fé. Ela pode ser a sua maior aliada nos momentos de dificuldade." (Site pensador) |||

Bem vindo

Bem vindo

imagem

imagem
Hoje, 25 de Maio, é celebrado o Dia Nacional da Adoção, data que reforça a importância da convivência familiar para crianças e adolescentes. No estado de São Paulo, mais de mil jovens não escutam um boa-noite de seus pais ao irem dormir, apesar de haver cerca de 8 mil pretendentes aptos a adotar. Esse descompasso ocorre, principalmente, porque muitas crianças que esperam para serem adotadas têm mais de oito anos (em São Paulo são cerca de 700), enquanto a maioria dos adotantes prefere crianças mais novas. Em resposta a essa realidade, o Tribunal de Justiça de São Paulo criou o programa Adote um Boa-Noite (www.tjsp.jus.br/adoteumboanoite), iniciativa premiada no Prêmio Innovare em 2018. Lançado em 2017, o objetivo do programa é dar visibilidade a crianças e adolescentes com mais de 8 anos e/ou com deficiência. Por meio de um site dedicado a eles, são compartilhadas fotos, vídeos e relatos em que apresentam seus gostos, sonhos e personalidade, humanizando as histórias e mostrando-os como sujeitos de direitos e parte integrante da sociedade. O programa também facilita o contato entre pretendentes e as varas da Infância e Juventude, permitindo que interessados se conectem diretamente com as unidades.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Aurélio Agostinho de Hipona (em latim: Aurelius Augustinus Hipponensis; Tagaste, 13 de novembro de 354 – Hipona, 28 de agosto de 430), conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo, cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Foi bispo de Hipona, uma cidade na província romana da África. Escrevendo na era patrística, é amplamente considerado como o mais importante dos Padres da Igreja no ocidente. Suas obras-primas são De Civitate Dei ("A Cidade de Deus") e Confissões, ambas ainda muito estudadas atualmente. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona}

imagem dia

imagem dia

 

sábado, 19 de setembro de 2009

Fotos que abalaram o mundo (Obvious)

         Passo no Obvious - que é um dos blogs mais sensacionais da internet - e não resisto em publicar a histórica foto que ajudou a acelerar o fim da Guerra do Vietnã. O General sul-vietnamita Nguyen Ngoc Loan mata friamente um prisioneiro vietcong. A foto e um vídeo do assassinato abalaram as estruturas conservadoras do mundo inteiro. Provocou revolta e mobilizou a opinião publica dos EUA com mais força para o encerramento da guerra.
         Neste episodio, como em outros que cercam as guerras de forma geral, há um componente de hipocrisia que nunca é trazida à baila pelos órgãos da mídia.  Refiro-me às brutalidades que ocorrem em em todos os conflitos e que não aparecem nas primeiras páginas dos grandes jornais ou nos jornais das televisões. Então, de repente surge uma foto (normalmente receberá um premio) ou vídeo exibindo uma cena chocante e brutal. Ai o mundo inteiro se mobiliza para condenar "aquela" selvageria como se fosse uma exceção e não a regra de uma guerra ou de uma tragédia.

         É uma sindrome de hipocrisia (para não dizer cinismo) de uso coletivo. Vale o mesmo o mesmo principio para todas as mazelas que sofrem os povos dos países e regiões  pobres do planeta (Brasil incluido) que são ou estão permanentemente açoitadas, atormentadas, dilaceradas, flageladas, oprimidas, supliciadas e torturadas. São multidões  mundo afora.
         E o que fazemos nós, os protegidos, os favoritos da fortuna, os "barões"? Nada, exceto nos "mobilizarmos regularmente" levados pela emoção de uma imagem como aquela ou como outra daquela criança à beira da morte com um abutre esperando pelo seu fim para devorá-la, na África (se tiver coragem veja-a aqui e prepare-se para mais algumas outras do mesmo teor...).
         É isto! Nem ousamos ferir as nossas sensibilidades exibindo estas imagens. Eu mesmo não olho. Acho mórbido, mas reconheço que se tivessemos - como sentimento coletivo - a coragem, o destemor, e a resolução para enfrentar estas realidades poderiamos, com a força das multidões e das sociedades melhorar muito este mundo de brutalidades que atrasa nosso planeta do contexto espiritual do universo.
         Olha só no que deu passar pelo Obvious e ver a foto famosa da Guerra do Vietnã! Botei pra fora um pouquinho da minha (burguesa) indignação reprimida. Ou seja, cumpri o ritual...
  •  




 [clique no logotipo]

[texto copiado do Obvious]
"Eddie Adams, fotógrafo de guerra da Associated Press, obteve esta foto em 1 de Fevereiro de 1968 nas ruas de Saigão. Com ela ganhou um Pulitzer Prize. A imagem mostra o assassinato a sangue frio de um guerrilheiro vietcong, presumivelmente o oficial vietcong Nguyen Van Lém, pelo chefe da polícia de Saigão, o General Nguyen Ngoc Loan.
Decorria a Ofensiva do Tet e presumivelmente Lém pertencia a um comando vietcong encarregue de abater oficiais sul-vietnamitas ou seus familiares. Eddie Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia o Pulitzer Prize for Spot News Photography de 1969, mas anos mais tarde viria a lamentar publicamente o facto de imagens como a que obteve em Saigão poderem só contar meia verdade e a esse propósito escreveria na Time:
  • "The general killed the Viet Cong; I killed the general with my camera. Still photographs are the most powerful weapon in the world. People believe them, but photographs do lie, even without manipulation. They are only half-truths...What the photograph didn't say was, 'What would you do if you were the general at that time and place on that hot day, and you caught the so-called bad guy after he blew away one, two or three American soldiers?"
Para a história fica o ícone em que esta imagem se transformou e o contributo que deu para incendiar a opinião pública americana e mundial e acelerar o fim da Guerra do Vietname."


bar011.gif (4965 bytes)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.