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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Vascão, o "Gigante da Colina" está voltando...

 

No meu último post sobre o Vasco citei em um trecho que "Os vascaínos, veem sofrendo com o time desde 2008, pois bem, agora eu acrescento que "desde 2008 nós, vascaínos, não tínhamos vivido a alegria que ver o time jogando e ganhando como o fez neste jogo de ontem (21/9) de 5 a 1 contra o Coritiba. Pense no impacto disso... desde 2008 (15 anos)!!!

Como de hábito, não vou comentar o jogo, os lances e os gols. Deixo para a crônica especializada; todas elas unânimes que atestar a boa nova fase do Vasco sob o comando do Ramon Diaz e o novo time que encantou a torcida do Vasco nos dois últimos jogos.

A torcida do Vasco tem a escalação do time na ponta da língua.

Já chamei o Vasco, aqui mesmo no blog, de "Tchutchuca do Brasileirão"; e era mesmo! Não gosto nem de lembrar. Ainda estamos pagando o preço do desrespeito com o qual a SAF da "777 Partners" tratou o Clube.

Não fosse a reação indignada da torcida estaríamos, agora, amargando a lanterna do campeonato. Tempos passados? Ainda não. Continuamos na Zona da Degola e, como dizia o jornalista Benjamin Wright: “O futebol é uma caixinha de surpresas”, só conto com o Vasco fora da lista dos 16 clubes que vão passar para a temporada 2024 na série A quando houver certeza matemática.

O que temos agora é a certeza de que não somos mais uma tchutchuca. Temos time para competir com qualquer um dos outros 19 concorrentes. 

Vegetti, Paulinho e Payet

É isso que Ramon Diaz vem demonstrando com seu trabalho e a direção do Vasco com as novas contratações, estas sim, à altura do tamanho do Vasco como o são o Medel, o Paulinho, o Vegetti, o Rossi... (clique aqui) Quem lembra de Pedro Raul e Carabajal? Espero que ninguém...

Vamos em frente. As chances do Vasco estão melhores, mas continuo com o alerta vermelho ligado. No estudo que fiz no post "Vasco vai ter que subir a Colina de S. Januário, de joelhos, para ficar na Série A" , demonstrei qual o cenário mais factível para o time estar na Série A/2023. 

Disse ali, que seria necessário o Vasco chegar aos 46 pontos (mínimo) nas 17 partidas que faltavam, ou seja, vamos precisar de oito vitórias, cinco empates e perder só quatro jogos. Já ganhamos duas das oito (Fluminense e Coritiba), mas analisem e vejam o tamanho da pedreira que falta explodir. Repito, Ramon Diaz tem o time voando baixo e turbinado, crescendo em qualidade e potência. Mostrou isso, mas em apenas dois jogos e um deles com o fraco Coritiba. 

Teremos ainda 15 montanhas para escalar. Pela ordem: América-MG, Santos, São Paulo, Fortaleza, Flamengo, Internacional, Goiás, Cuiabá, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-PR, América-MG (de novo), Corinthians, Grêmio e Bragantino... Ufa!

Pergunta: podemos ser otimistas? Respondo: sim! 

Todavia, longe de achar que estamos fora do perigo de morte. Aquela tese de que cada jogo é uma decisão, neste caso do Vasco, é a mais pura verdade. Quais são os seis jogos que podemos e devemos vencer? Quais são os cinco que podemos empatar e principalmente, os quatro de podemos perder? Comecemos a exercitar nossa capacidade de profetizar. Façam seus palpites.

Ramon Diaz em ação

Com isto quero dizer que o maior trabalho da comissão técnica vascaína será o de "administrar o vestiário". A tendência atual é que o Vasco continue crescendo na sua eficiência e eficácia, entretanto o risco está exatamente aí. O clube pode chegar na plenitude antes do tempo e cair de produção. É uma realidade que conhecemos nas histórias dos grandes times e nas muitas histórias do futebol. Percebem esse risco? 

É aí que mora o perigo! Certamente o Ramon Diaz, e sua comissão, tem experiência para resolver essa equação, mas não será fácil manter o elenco em alta performance durante uma temporada de 15 partidas, uma atrás da outra. Vejam o que está acontecendo com o Botafogo. Quem vive o futebol há muitos anos tem a exata noção do que esse esforço representa.

Portanto torcedor do Vasco... pé no chão. Manter esse apoio extraordinário que o time está recebendo é fundamental, mas não perder de vista que há grandes adversários  no caminho por vir. E não estou falando só dos concorrentes no campo de jogo. 

Resumindo, preparemo-nos para ter muitas alegrias, mas também muitos sofrimentos neste restante de campeonato. Vamos precisar de muita "reza braba".

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