||| 25 de setembro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Celebrações do dia: Dia Mundial do Sonho # Dia Nacional do Rádio e da Radiodifusão # Dia Nacional do Trânsito |||
Reflexão: "Nenhum preço é alto demais para pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo". – Friedrich Nietzsche.
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Bem vindo
pensamento dia
Frase
Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell (Trelleck, País de Gales, 18 de maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos do século XX. Em diversos momentos, considerou-se liberal, socialista e pacifista, embora tenha admitido que jamais pertenceu a essas correntes num sentido profundo. Como divulgador da filosofia, Russell foi respeitado por muitos como um porta-voz da vida racional e da criatividade, embora as suas posturas em vários temas tenham sido controversas. Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, e faleceu em 1970, vítima de uma gripe, numa época em que o império já se havia desmoronado e o seu poder fora exaurido por duas guerras vitoriosas, mas debilitantes. Russell foi um pacifista e defensor do anti-imperialismo. Inicialmente, chegou a defender a pressão nuclear preventiva como forma de evitar conflitos maiores. Foi preso pelo seu pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, concluiu que a guerra contra Adolf Hitler era um "mal necessário" e criticou severamente o totalitarismo estalinista, além de condenar o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais lutou por ideais humanitários e pela liberdade de pensamento". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell]
Este vídeo é a versão completa da "História de Joseph
Climber". Trata-se de um quadro humorístico criado pela companhia de
teatro "Os Melhores do Mundo" que,
depois fazer sucesso em Brasília, ganhou o resto do Brasil pelo seu talento e
criatividade. Os caras realmente estão no nível mais alto.
Este quadro ficou famoso quando apresentado - parcialmente - no "Programa
do Jô". Foi publicado no YouTube e não parou
de ser visto. Foram mais de 790.000 de acessos e ainda continua vivo.
Erradamente, no meu entender, foi e é utilizado como vídeo motivacional
por alguns palestrantes, entretanto é, apenas, um esquete humorístico. Esta é a a versão completa
da estória de Joseph Climber. Realmente é engraçada,
principalmente se a considerarmos uma sátira dos chamados vídeos motivacionais.
Este assunto foi apresentado no blog há muito tempo. Já tinha até esquecido dele. Qual não foi minha surpresa quando ele apareceu entre os posts mais visitados na ultima semana. Resolvi então ressuscitá-lo e buscar no site de "Os melhores do Mundo" a versão mais atualizada.
Trago mais um exemplo de um "erro de prosódia" muito comum nas conversas coloquiais dos brasileiros, principalmente nas entrevistas e apresentações que vemos diariamente na mídia.
Dói nos ouvidos quando alguém se expressa com a palavra "gratuito" e sai um "gratuíto" com acentuação aguda no "i".
Seguindo na linha das "Dicas de Português", tag que mantenho viva aqui no blog, publico abaixo um texto do site "Dúvidas de Português" que ensina sobre esse erro de prosódia tão comum entre nós.
Espero que os leitores aproveitem para visitar as demais dicas que estão publicadas na Oficina de Gerência. Afinal de contas, se expressar corretamente e com elegância é uma das habilidade mais admiradas nos técnicos e executivos do mundo corporativo e fora dele também.
A forma correta de escrita da palavra é gratuito, sem acentuação gráfica. A palavra gratuíto,
com acento agudo, está errada.
O adjetivo gratuito ou gratuita, dependendo do gênero, indica alguma
coisa grátis, que não necessita de pagamento. Refere-se também a alguma coisa
feita sem motivos, que não tem fundamento ou razão de acontecer. Indica ainda
algo feito desinteressadamente, sem esperar nada em troca.
Exemplos com gratuito
·Não se preocupe com
o dinheiro, seu tratamento será gratuito.
·Todos os dias eu
fico chocada com tanta violência gratuita.
·Este mês a
mensalidade será gratuita para todos os sócios.
Gratuito é, assim, sinônimo de grátis, dado, livre, infundado,
infundamentado, injustificado, desinteressado, espontâneo e abnegado, entre
outras.
Pronúncia da palavra gratuito
A palavra gratuito é uma palavra trissilábica, formada pelo ditongo ui
na segunda sílaba: gra-tui-to. Esse ditongo é por vezes erradamente pronunciado
separado, como um hiato. Contudo, sendo um ditongo, permanece unido na mesma sílaba,
sendo a vogal u a vogal tônica.
Gratuito é também uma palavra paroxítona. Segundo as regras de
acentuação da língua portuguesa, não deverá ser acentuada graficamente e deverá
ser pronunciada corretamente com a tonicidade na sílaba tui: gra-TUI-to.
Assim, a palavra gratuito deverá ser pronunciada como as palavras:
·circuito;
·fortuito;
·intuito.
Gratuíto: erro de prosódia
A prosódia é uma parte da fonética que trata da acentuação tônica das
palavras. Erros de prosódia são comuns. No caso de gratuito, erradamente se
transforma o ditongo ui num hiato, pronunciando as vogais de forma separada.
Não há como deixar passar a data de hoje - 17 de Dezembro de 2020 - sem nos associarmos à comemoração, que se irradia por todos os recantos do planeta, pelos 250 anos de existência de Ludwig van Beethoven (Bonn, batizado em 17 de dezembro de 1770 — Viena, 26 de março de 1827).
A Oficina de Gerência, humildemente, registra o evento com este post. Muito se falará hoje sobre esse homem genial que passou pela humanidade e se eternizou. Daqui a outros 250 anos Beethoven ainda será lembrado tal a força e expressão de sua arte.
Para melhor ilustrar o post, acrescentei um breve texto da Revista Veja sobre Beethoven quando sua Sinfonia Nº 3, conhecida como "Eroica", foi escolhida a melhor sinfonia da história.
Para finalizar trouxe para deleite de seus admiradores dois vídeos: o primeira com um trecho de sua Sinfonia Nº 5 que é a mais popular e a execução completa da "Eroica".
"A BBC Music Magazine, revista britânica sobre música da rede inglesa BBC, organizou uma votação para eleger as vinte melhores sinfonias da história. O projeto contou com o voto de 151 maestros ao redor do mundo e elegeu como a melhor de todas a Eroica, a terceira sinfonia do austríaco Ludwig van Beethoven.
Além de encabeçar a lista das melhores, o compositor também dominou o restante das posições. Em segundo lugar, ficou outra obra do artista, sua nona sinfonia, chamada Coral. A famosa quinta sinfonia do austríaco, conhecida pelo seu início marcante, ficou em décimo primeiro lugar.
O editor da revista, Oliver Condy, disse ao jornal britânico The Guardian que não foi uma surpresa o domínio de Beethoven. “Já faz mais de 200 anos desde que a terceira sinfonia de Beethoven foi escrita e os votos mostram que ela não foi superada em todos esses anos, um sinal de que ele é um gênio absoluto”, disse."
Este artigo foi publicado na revista Veja há um bom tempo. É daqueles textos atemporais que sobrevivem sem perder a atualidade. Publiquei no blog, também a algum tempo, e guardei-o em meus "arquivos implacáveis" e agora, ao dar uma pesquisada por lá o reencontrei e resolvi republicá-lo visto que estava tão atualizado quanto antes.
Muito se fala sobre este linguajar meio esquisito dos (sem intenção de generalizar) modernos consultores. Eu mesmo, no meu dia a dia, uso algumas dessas expressões que viraram moda e que a gente vai consumindo quase sem sentir. Lembro do conceito de "paradigma", por exemplo, que eu utilizo muito. Outras, entretanto são verdadeiros "desastres" para a comunicação corporativa.
Via de regra eu evito usá-las. No mais das vezes estas expressões são produtos de modismos de alguns consultores e palestrantes no topo das listas de "mais vendidos" ou "mais procurados". São, às vezes, expressões e conceitos cunhados pelos autores de livros de "gestão requentada"; ou mesmo conceitos em outras línguas - normalmente o inglês - cujas traduções fogem à nossa cultura. Enfim, recomendo que evitem se utilizar delas de forma exagerada.
Quando sentarem-se à mesa com conselheiros ou mentores que sua empresa contratou para "desenvolver" aqueles "planos de modernização administrativa" que fazem a alegria das contas bancárias deles e os caras começarem a falar este idioma pernóstico caia fora. Fuja, porque esse negócio é contagioso.
Convido-os a ler o artigo que o jornalista Jerônimo Teixeira escreveu para Veja que um dos melhores textos que já li sobre o tema.
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Torturando a língua
Quando o negócio é torturar a língua. "Sinergia", "mudança de paradigma", "ação estratégica": segundo um trio de consultores americanos, esse jargão corporativo serve apenas para exprimir a mais pura... idiotice
Autor:Jerônimo Teixeira
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Se duas empresas pertencentes a um
mesmo grupo resolvem trabalhar em colaboração para vender melhor seus produtos,
esse será apenas um fato trivial no mundo dos negócios. Uma palavra, porém,
pode fazer toda a diferença. No lugar de "colaboração", diga
"sinergia". As portas do mercado global parecem se abrir. Daí em
diante, o céu é o limite: o empresário pode "ajustar seus processos para
potencializar um clima organizacional que propicie o ciclo sinergístico".
Isso não quer dizer rigorosamente nada
– mas impressiona. Tal estilo pernóstico e vazio permeia grande parte da
cultura corporativa. Bobagens palavrosas garantem a boa vida de muito guru
empresarial, do tipo que adora fazer palestras com PowerPoint – programa do
Windows para apresentações de texto e imagem.
Os consultores americanos Brian Fugere,
Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky cansaram de tanta besteira. Um livro escrito
pelos três pretende pôr fim à embromação e restituir a clareza aos ambientes de
negócios. Na busca por uma linguagem transparente, não poderiam ter encontrado
um título melhor: Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas (tradução
de Alice Xavier; Best Seller; 192 páginas; 24,90 reais).
Os autores identificam um mecanismo de
compensação psicológica no gosto dos executivos por esse palavreado que recheia
reuniões e reuniões: ele confere uma aura de importância e inovação às
realizações mais comezinhas. A empresa passou a trabalhar com um software mais
avançado? Será mais emocionante afirmar que houve uma "mudança de
paradigma tecnológico".
O recurso à linguagem empolada, porém,
nem sempre é tão inocente. Com frequência, a verborragia está lá para encobrir
a negligência, a incompetência e até a fraude. Um exemplo expressivo é a
seguinte frase perfeitamente vazia de sentido: "Temos redes robustas de
ativos estratégicos dos quais detemos a propriedade ou o acesso contratual, o
que nos dá mais flexibilidade e velocidade para, de modo confiável, fornecer
soluções logísticas abrangentes". Essa pérola faz parte do relatório anual
de 2000 da empresa americana Enron.
No ano seguinte, a companhia declarou
falência depois que se descobriu que sua contabilidade era toda falsificada.
Não por acaso, a tendência à linguagem estupefaciente é maior entre as empresas
desonestas. Isso é demonstrável na análise das cartas aos acionistas que
acompanham os relatórios anuais de grandes corporações.
Os autores de "Por que as Pessoas
de Negócios..." pontuaram esses textos com o índice Flesch, criado nos
anos 40 pelo educador de origem austríaca Rudolf Flesch, que indica a clareza
da linguagem em inglês. Quanto mais elevada a nota na escala, maior a clareza.
Empresas admiradas como o Google, a General Electric e a Amazon pontuaram acima
de 40. A Enron ficou com apenas 18..
Maus resultados financeiros, demissões,
produtos que falham – a embromação tenta obscurecer qualquer fato desagradável.
Veja por exemplo um memorando de Edgar Bronfman Jr., presidente da Warner
Music:
·"Estamos
anunciando hoje uma série de passos necessários à reestruturação e cruciais
para o futuro do Warner Music Group. (...) É da máxima importância fazermos,
tão logo possível, as mudanças necessárias para que o WMG possa continuar a
progredir com redobrada força e confiança, como uma organização mais
competitiva, ágil e eficiente".
O objetivo de todo esse papo-furado era
anunciar um corte de 20% do pessoal. Medidas drásticas como essa são muitas
vezes necessárias, especialmente em indústrias em crise. Mas encobri-las com
eufemismos como "reestruturação" ou "reengenharia" insulta
os demitidos.
Talvez o maior vilão de "Por que
as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas" seja um programa de computador:
o já citado PowerPoint. Muito usado em palestras corporativas, ele
é a versão informatizada dos obsoletos projetores de slides e transparências.
Com seus modelos padronizados e as facilidades que oferece para o desenho de
diagramas e organogramas, tornou-se também o veículo ideal para os clichês
empresariais.
Em 2003, uma equipe de técnicos da
Nasa, a agência espacial americana, fez uma apresentação em PowerPoint sobre defeitos
estruturais no ônibus espacial Columbia. A exposição alertava para a
possibilidade de que pedaços do revestimento dos tanques de combustível se
desprendessem e atingissem a nave, causando danos graves.
Só que a informação estava perdida no
meio de uma tela do PowerPoint, entre outras tantas frases irrelevantes e
expressões vazias como "dano significativo"
("significativo" compete com "estratégico" pelo lugar de
adjetivo mais vago do jargão corporativo). Uma semana depois, o Columbia
explodiu ao reentrar na atmosfera terrestre, matando os sete tripulantes. A
causa do acidente: pedaços do revestimento que se soltaram. O jargão obscuro,
como se vê, não tortura apenas a língua. Pode também fazer vítimas fatais.
Se tiver interesse de ler o artigo em outro site clique aqui e aproveite para ler um trecho de destaque do livro citado no artigo - "Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas", de Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky.
Escrever sobre a figura do psicopata corporativo com a abordagem rasa que um blog exige é um desafio. O tema exige a profundidade de um abismo oceânico. Para o leitor ter ideia, a consulta que fiz no Google sobre o tema Psicopata indicou 4.360.000 resultados. Dessa forma terei muito cuidado para não entrar em detalhes técnicos que dizem respeito à ciência da psicologia e psiquiatria
“Em geral as pessoas sabem quem é o psicopata. É o
serial killer, o estuprador, o bandido que mata, mas as pessoas não sabem que
os psicopatas incidem de 1 a 3% da população, ou seja, nasce em qualquer lugar
do mundo 1 a 3 % de pessoas que são psicopatas. Isso é muito? Ou seja, no mundo
onde hoje vivem 7,2 bilhões de pessoas temos pelo menos 70 milhões de
psicopatas entre nós. No Brasil onde somos 207.516.998 temos, entre nós 207.517
mil psicopatas.” (extraído de site citado nas fontes ao final do texto).
Certamente muitos de nós, humanos que somos, já devemos
ter convivido com psicopatas sem o perceber. É uma característica deles. Passam
desapercebidos se nada os ameaça no círculo social ou corporativo onde convivem.
Esse post se propõe a tratar do tema “psicopata corporativo. Quem desejar ir mais fundo, aconselho ler o livro “Psicopata
Corporativo” de Amália
Sinaque é considerado referência no tema.
Confesso que já trabalhei com pessoas – subordinados,
colegas, conhecidos e superiores hierárquicos – que identifiquei com características de sociopatas
ou psicopatas. Quanto aos subordinados foi perfeitamente viável administrar
seus comportamentos e interesses. Nunca tive problemas, mas os mantinha sob
observação permanente. São competentes e dedicados ao trabalho que lhes agrada
e onde esperam obter dividendos.
Na convivência com colegas e conhecidos tive a preocupação de não
me colocar “na linha de tiro” deles, mas os vi “em ação” algumas vezes. Quanto
aos superiores hierárquicos, foram poucos e foi mais difícil. Tive alguns entreveros
onde um deles me custou uma exoneração.
Mas não quero falar sobre minha experiência com os
tipos em questão. O objetivo do post é alertar, a quem interessar, sobre o
risco da convivência com os psicopatas corporativos que podem estar aí mesmo,
ao seu lado ou participando de reuniões e grupos de trabalho.
Em primeiro lugar precisam ser identificados. E é
muito difícil se o observador não tiver atenção em fazê-lo. Para obter essa “competência”
deve se aprofundar em leituras e observações sobre o tema e sobre as pessoas
nos seus círculos de convivência. Observar, comparar e analisar. Se chegar à
conclusão de que nenhum dos seus pares se enquadra no gênero, ótimo para você.
O psicopata não se deixa descobrir com facilidade. É
sua habilidade mais predominante saber transitar no seu meio com elegância,
cordialidade, solicitude e presteza enquanto seus interesses estejam protegidos, ocultos.
Uma vez atingido o objetivo ele descarta, sem
explicações, as pessoas que o ajudaram ou com quem ele estivesse comprometido.
Não terá o menor constrangimento em fazê-lo. É um mestre em manipular as pessoas conforme seu interesse.
Da mesma forma se precisar novamente dessas “amizades” vai procurá-las e se aproximar com todo encanto que puder
produzir para fisgá-las. Essas pessoas são perigosas e tóxicas e não têm
amizade genuína por ninguém; e não fazem nada que não esteja vinculado aos
objetivos que queira atingir.
Vou parar por aqui nessa breve apresentação ao texto que
escolhi para ilustrar o post. O título – não poderia ser diferente – é “Psicopata
Corporativo”. O autor é o consagrado jornalista, palestrante e com livros
publicados, Fábio
Steinberg.
Ao final do post coloquei uma série de links que
serviram de fontes para meu texto. Para quem tenha curiosidade sobre o tema,
que considero fascinante, recomendo que visite todos.
Charmoso, mas sádico. Carismático, mas sem conteúdo. Impulsivo, mas sem remorsos. Sofisticado, mas manipulador. Inteligente, mas incapaz de conviver em harmonia. Jovem e sarado, mas desalmado. Bem vestido, mas sem ética. Predador social sem escrúpulos, busca poder e dinheiro para atender sua insaciável escalada hierárquica. Você trabalha com alguém assim? Cuidado: mais que cascavel de terno, você pode estar ao lado de um psicopata corporativo.
Um especialista no assunto, o professor Robert Hare, da Universidade de British Columbia, Canadá, se debruçou sobre o universo executivo. Para ele, 1% dos executivos é psicopata. Não o tipo violento como Jack o estripador ou Charles Manson. Ao contrário, o seu correspondente nas empresas é educado e refinado. Mas os seus desvios de caráter, frieza e agressividade, são confundidos como atributos positivos e pré-requisitos para atuar no competitivo mundo dos negócios.
Quem leu o livro Psicopata Americano – ou assistiu ao filme baseado na obra de Brett Easton Ellis – lembra o anti-herói, o cruel e endinheirado garanhão yuppie Patrick Bateman, que trabalha em Wall Street e adora Donald Trump. Graduado em Harvard, gasta dinheiro em restaurantes caros, boates da moda, roupas e academias. Ele consome com a mesma avidez perfumes, mulheres, produtos de beleza, equipamentos de última geração e drogas. Faz das grifes moeda de relacionamento, e do sucesso material uma meta da sua existência vazia.
Como pode alguém desequilibrado e destrutivo conviver com pares brilhantes sem que eles notem que existe algo de errado? É que ao adotar símbolos e hábitos de sucesso, como marcas famosas, lugares de status, e cartão de crédito multifuncional – que serve tanto para pagar como administrar cocaína – Bateman está dentro dos padrões de aceitação social. Torturar e matar suas vítimas, que somem despercebidas na cidade violenta, é um mero acessório.
Fora da ficção, um psicopata corporativo, ao invés de grifes, só precisa ter um bom domínio de procedimentos, protocolos e rituais internos para garantir sua sobrevivência e ascensão. Ele também sabe torturar e assassinar, mas de forma mais sutil, como humilhar subordinados, não assumir erros e atribuí-los a outros, submeter colegas a acessos de fúria, ou, ato extremo, promover demissões. O comportamento, por mais bizarro, é percebido como excêntrico – desde que devidamente compensado por suas contribuições aos resultados do negócio.
Não é tão difícil identificar um em seu caminho. Fique longe dele é meu conselho básico. Mas, antes, olhe para o espelho com honestidade e reflita se você mesmo não é um psicopata corporativo. Se você concluir que sim, não se desespere: suas chances de avançar na corporação são enormes.
Apresento cinco links que tratam do tema desse post e que serviram de fontes de consulta para o texto. Recomendo a quem queira pesquisar mais a fundo o assunto que abra os links e conheça melhor essa figura do psicopata que pode estar presente em nossos círculos pessoais:
Para aqueles que são apaixonados pelo futebol e acompanham os jogos pela televisão terão, em breve, uma novidade para curtir. A Globo, contratou a jornalista esportiva Renata Silveira para sua equipe de esportes como narradora de futebol.
A novidade é grande e agitou o noticiário esportivo do dia. Renata já tem experiência adquirida no canal Fox Sport. A Globo ainda não marcou a estreia da sua nova narradora. Deve ser em transmissão do SportTv, pois nas imagens de publicidade ela aparece com o logotipo do canal da Globo.
Particularmente acho que a Renata Silveira ainda não terá oportunidade de narrar para a Globo (TV aberta). Deverá ser escalada para jogos de porte menor e nos jogos femininos. O preconceito no futebol ainda é grande.
Abaixo está um exemplo do estilo da Renata. Por enquanto - na minha opinião - ela está muito presa ao modo das transmissões masculinas; é apenas uma novidade jornadas esportivas. Vai ter que achar seu próprio jeito para concorrer com as demais feras da narração esportiva.
Assim como no caso das juízas de futebol - que só atuam, como tal, em jogos de porte médio - a presença da Renata Silveira narrando grandes transmissões ainda vai depender de como a audiência vai recebê-la. Por enquanto será testada em jogos da série B e nas partidas do futebol feminino.
Torço por ela. Sem dúvidas estar presente como narradora de futebol - que até então era um campo de trabalho exclusivamente masculino - é um feito.
Coloquei abaixo um vídeo com trechos de um jogo que a Renata narrou para a Fox Sports. Conheçam o estilo da Renata Silveira e façam suas apostas.
Globo contrata sua primeira narradora de futebol
Renata Silveira já vinha atuando em transmissões pela ESPN e Fox Sports
A Rede Globo anunciou nesta segunda-feira (7) a contratação daquela que será a primeira mulher a narrar suas transmissões de futebol. Renata Silveira, que já atuava como narradora na Fox Sports e ESPN, é mais um nome feminino a compor o departamento de esportes da emissora carioca e seu canal pago, SporTV, ao lado de comentaristas como Ana Thaís Matos e Nadine Bastos. (texto extraído do site Administradores.com).
Festa de Confraternização de final de
ano é sempre uma situação esperada pela maioria dos empregados de qualquer
empresa. Quanto maior a firma, maior e melhor (pretensamente) será a festa.
É momento de descontração para esquecer
o chefe, deixar a papelada e os processos esperando, fofocar com turma e coisas
assim.
Em contrapartida as grandes festas são
também oportunidades para o esperado "Festival de Gafes". Quem fará parte da
turma das mancadas e deslizes da festa? Sim,
porque quem faz o tipo vai virar assunto até a festa do ano
seguinte quiçá - dependendo do tamanho do papelão - entre para o "Livro de Ouro" das gafes de final de ano.
Tem até grupos de funcionários que
fazem apostas (tipo "bolinho") para a o pessoal palpitar quem vai ganhar a
"faixa de campeão das gafes do ano" na festa de
confraternização.
Glória Kalil, jornalista, empresária e
consultora de moda e costumes, dá dicas para evitar as gafes mais frequentes
nas festas de final de ano. Assista o vídeo e procure não estar entre os que
disputam o troféu.
Gloria Kalil dá dicas para evitar gafes no final de ano
Você já ouviu falar de Marcus Lemonis? Não? Nem eu tampouco.
Ocorre que numa das últimas edições da revista Veja me chamou a atenção a página que tem o título de "Conversa"; e o personagem é o Sr. Lemonis. O título da matéria (uma breve entrevista) é sugestivo "Ganhar mais fazendo menos".
Resolvi ler e gostei. Primeiro fui conhecer o cidadão Marcus Lemonis e vi que é uma pessoa cuja experiência referenda o que ele apresenta no texto da Veja. É um experiente empresário de sucesso e mais uma série de outras atividades. Leia abaixo o que a Wikipedia fala dele:
Marcus Anthoni Lemonis (Beirute, 16 de novembro de 1973) é um empresário, inventor, filantropo e apresentador de televisãoamericano de origem libanesa que comanda mais de 7 mil funcionários
nos Estados Unidos e tem uma
fortuna avaliada em mais de 10 bilhões de dólares (fonte atualizada pela Forbes
ed.2020). Ele é atualmente o presidente e CEO da Camping World e da Good Sam Enterprises, e o apresentador do reality show "The Profit" (O Sócio, no Brasil; Sócio Majoritário, em Portugal), transmitido em vários países pelo canal History, e no Brasil pela Band, no qual ele salva
pequenas empresas ou de médio porte, geralmente com grande potencial de
negócios mas que se encontram com algum problema.
A matéria se resume a quatro perguntas da repórter:
A pandemia mudou o seu jeito de conduzir uma empresa?
Em seu programa o senhor ensina a fórmula dos três Ps (pessoas, processos e produtos); qual desses Ps é o que demanda mais atenção agora?
O mundo ensaia uma abertura econômica. Como enxerga esse momento?
Quais são as principais razões que levam uma empresa à falência.
Leia a matéria para encontrar as respostas, interessantes, do empresário e verifique se concorda com elas.