30 DE AGOSTO DE 2025 ||| SÁBADO ||| CARIDADE É DOAR-SE E AJUDAR O OUTRO SEM ESPERAR NADA EM TROCA E DEVE SER PRATICADA TODOS OS DIAS.

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segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Vasco continua flertando com o perigo...


Após a derrota (1x0) para o Flamengo, ontem, lá vamos nós, de novo, sofrer fazendo contas para o nosso Vasco não voltar para a 2ª Divisão (cruz credo!). 

Lembro que em 4 de setembro - ainda faltando 17 jogos para o Vasco disputar - fizemos as primeiras contas (clique aqui para ver). Arbitramos que neste campeonato de 2023 a linha de corte para um clube permanecer na 1ª Divisão seria de 46 pontos (no mínimo). Por quê?

Explico: vejam abaixo os times que ocuparam a última posição de classificação e a primeira da desclassificação nas últimas três temporadas:

  • 2022 - O Ceará caiu com 37 e o Cuiabá passou com 41 
  • 2021 - O Grêmio caiu com 43 e o Juventude passou com 46
  • 2020 - O Vasco caiu com 41 e o Fortaleza passou com 41  (pelos outros critérios)
Adotei, portanto, a pontuação  mais alta - de 2021 (46 pontos) - para ficar fora da zona da degola (43 pontos) naquela temporada . Nada impede, entretanto, que essa pontuação seja menor ou maior que o arbitrado por mim.

Vamos adiante, ou seja, focar no Vasco. 

Hoje, desde 4 de setembro, o Vasco continua na Z-4. Nesse período melhorou muito a performance. Dos 21 pontos disputados após 7 jogos ganhou 13 pontos (4 vitórias 1 empate 2 derrotas). Isto equivale a 62 % de aproveitamento ou seja 1,86 % de aproveitamento por partida. 

Agora vamos aos fatos. 

Faltam 10 partidas: Inter(casa) + Goiás (fora) + Cuiabá (fora) + Botafogo (casa) + Cruzeiro (fora) + América-MG (casa) + Atlético-PR (fora) + Corinthians (casa) + Grêmio (fora) + Bragantino (casa). Serão 5 jogos em casa e 5 fora. Pedreira total.

Atualizei os cenários para o Vasco alcançar os 16 pontos necessários nos 30 que serão jogados (10 partidas). Vejamos, com atenção, o quadro abaixo:


Qual dos cenários - digamos - seria o mais realista para a situação que vive o time do Ramón Diaz? Acho fica claro que é o segundo. Nele, o Vasco precisa:
  • Vencer quatro adversários (tem 5 jogos em casa); 
  • Empatar em quatro partidas (tem 5 jogos fora);
  • Sobram duas partidas que o Vasco, no cenário, ainda "poderá" perder.


Ou seja, é perfeitamente possível e viável, pelo que o time está jogando. O limite mortal são as duas partidas que poderá perder. Se perder três já era... Nos demais cenários, para os restantes sete jogos, o Vasco teria de "engatar um número de 6 vitórias, pelo menos três delas fora de casa; o que, pela campanha - mesmo sendo torcedor firme do Vasco - acho inviável pelo número de jogos.

Enfim, é tratar de vencer, vencer e vencer; Dezesseis pontinhos; com 5 vitórias em 10 jogos o problema estaria resolvido. Tenho acompanhado o Brasileirão e vejo o Vasco jogando bem e disputando suas partidas com pegada forte e disposição, com entrega. O que está faltando então? Com a palavra os especialistas. 

Continuo confiante.



Veja abaixo a classificação atual (após a  do Brasileirão
 

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

O que a memória ama, fica eterno - Adélia Prado por Nelson de Freitas

Nelson de Freitas

Conheci, esta semana, o canal YouTube do ator Nelson de Freitas e só com um breve passeio, imediatamente me inscrevi; e, claro, vou procurar conhecer todos os seus vídeos. 

Na constelação de atores brasileiros de todos os níveis, o Nelson de Freitas - que não é daquele time de "estrelas globais" -  se destaca por suas interpretações diferenciadas, sua cultura e inteligência. São poucos, poucos mesmos, os atores que me inspiram a dizer que lhes sou admirador; o Nelson é um desses poucos. 

Não sabia que ele tinha um canal YouTube. "Descobri-o" há poucos dias e ao visitá-lo me surpreendi com o conteúdo maravilhoso, moderno, de primeira classe, diferente, inteligente e de atuações extraordinárias pela arte de Nelson de Freitas.  Uma joia! Recomendo a todos que o visitem e preparem-se, porque vão se inscrever na hora e colocá-lo entre seus favoritos. Depois que o visitei pela primeira vez, fui lá (quase) todos os dias para ver e ouvir os textos magistralmente interpretados.

A propósito, faço um comunicado aos leitores que pretendo passar a publicar no blog, regularmente, os vídeos do canal "Nelson de Freitas Oficial".

Para ilustrar o post coloquei abaixo um vídeo maravilhoso, onde ele declama o lindo poema de Adélia Prado, intitulado "O que a memória ama, fica eterno". Para fechar o post, transcrevi o poema, para quem se interessarem copiá-lo.

Hum! Paro por aqui sob risco de me estender demais - acho até já o fiz - para falar sobre Nelson de Freitas. Assistam o vídeo, visitem o canal (https://www.youtube.com/@NelsonFreitasOficial) e depois me escrevam dizendo se tenho ou não razão.





O que a memória ama, fica eterno

Adélia Prado

Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender. O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.

É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

Diante do tempo envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.

Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

A capacidade de se emocionar vem daí: quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, àquela época...

Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ou 30 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos... mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.

A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre "as crianças", não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Prá eles a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite... ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.

Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos, e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve, daqui seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

sábado, 14 de outubro de 2023

Liderança Situacional, "mágica" na veia do líder.

☝Este é o infograma que resume a Liderança Situacional. Procure "decifrá-lo" depois de conhecer os seus princípios. Nunca mais passará apertos para dirigir seus liderados, nos seus  projetos.

 


Escrever e falar sobre Kenneth Blanchard  e a sua magistral criação no mundo da administração, no livro "Psicologia Para Administradores de Empresas", escrito em 1977 com Paul Hersey, é sempre um grande prazer para mim. 

Neste livro - escrito no final da década de 70 - os autores expuseram uma teoria  - a Liderança Situacional - que revolucionou o mundo da administração e até os dias atuais se mantém de pé, sendo objeto de estudos e aplicações práticas em todos os círculos em que se fale sobre liderança de qualquer tipo.


Tive a sorte, sorte mesmo, de conhecer o livro (no seu lançamento) e aplicá-lo, na prática, quando - no início da minha carreira - como Engenheiro-Chefe de Obras na empresa em que trabalhava no Vale do São Francisco, tive um imenso "laboratório" de mais de 500 subordinados dos mais diversos perfis à minha disposição ("peões de obra", engenheiros, técnicos, administradores...)
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de edições antigas. 

Entusiasmado que era - e ainda sou -  pela psicologia comportamental aplicada (clique aqui) fiquei fascinado pela facilidade que era o entendimento da teoria apresentada no livro. Daí em diante, não larguei mais a leitura, releitura e mais leituras permanentes dessa obra que virou meu livro de cabeceira e transformou a minha vida profissional e pessoal .

Ao longo do tempo a teoria de Kenneth e Hersey foi sendo divulgada e se transformou no que hoje é conhecida como "Liderança Situacional" e assim se mantém atualizada e sendo aplicada como formação das grandes lideranças no mundo corporativo.

É este o assunto que trago ao blog e, sem falsa modéstia, com a autoridade dos meus mais de 40 anos de exercício em funções de comando, com sucesso, aplicando os princípios da Liderança Situacional em todos os seus cenários.



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Liderança Situacional e a Teoria de Hersey e Blanchard


O líder situacional é aquele com “jogo de cintura”, e que, de acordo com as demandas e o ambiente, consegue adaptar-se rapidamente e contornar os problemas de forma a eliminá-los, seja qual for seu estilo de liderança (autocrático, democrático ou liberal). Assim, a liderança situacional se apresenta melhor em momentos de crise, e neste caso, o trabalho do gestor é fundamental.

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Coaching José Roberto Marques, para que a liderança situacional tenha sucesso, o líder precisa dispor de suas competências e habilidades, e saber guiar e delegar as funções de acordo com o perfil dos profissionais que compõem sua equipe. Entretanto, para sair-se bem neste papel de líder situacional, o gestor precisa ter sensibilidade, conhecer bem cada profissional e contar com a maturidade dos seus liderados.

Neste sentido, para os autores de “Psicologia para Administradores: A Teoria e as Técnicas da Liderança Situacional”, Paul Hersey e Kenneth Blanchard, podemos classificar os níveis da maturidade dos colaboradores de acordo com o modelo de liderança adotado e o relacionamento destes com seus líderes.

Liderança pela Maturidade profissional

A principal diferença deste tipo de liderança em relação às demais são as habilidades em diagnosticar o liderado, considerando o seu desempenho atual nas tarefas, não na pessoa que é ou no seu potencial, e conhecer quais são os estilos de liderança para usá-los nos momentos adequados.

A receptividade de suas estratégias depende do nível de maturidade dos demais profissionais da equipe e de como estes estão prontos para receber este modelo de liderança. Assim, de acordo com o Paul Hersey e Kenneth Blanchard, sob a influência da liderança situacional, existem quatro estágios distintos de maturidade numa organização e, estes influenciam diretamente no estilo de agir do líder para alcançar o sucesso da gestão do pessoal:

Estilo 1 • Determinar – neste nível, os autores classificam a maturidade dos liderados como baixa para executar determinada tarefa, uma vez que estes não sentem plena confiança em suas capacidades ou mesmo vontade para executar as tarefas, e para que sejam cumpridas, o líder deve delegar e acompanhar de perto a execução.

Estilo 2 • Persuadir – neste nível entendemos que o colaborador tem maturidade de média a moderada, e suficiente para cumprir a tarefa, porém não as habilidades que a mesma exige. Neste caso, o líder situacional além de direcionar o trabalho, deve apoiá-lo e incentivá-lo para que alcance a autoconfiança e motivação necessárias para agir.

Estilo 3 • Compartilhar – neste nível o colaborador tem a maturidade entre moderada e alta, e as habilidades para executar a tarefa, porém não tem interesse em ajudar o líder. Esta indisposição pode estar relacionada a fatores como desmotivação e falta de confiança em seu trabalho e, o papel do líder buscar sua participação e colaboração na tomada de decisões.

Estilo 4 • Delegar – no último nível encontramos o colaborador com maturidade alta e, com habilidades e a disposição que a tarefa exige. Neste nível o líder não precisa apoiar e direcionar efetivamente seu trabalho, uma vez que o colaborador tem autonomia e a confiança do líder para criar as melhores soluções e executá-las, independente de seu acompanhamento.

“Os colaboradores começam a entender esse tipo de liderança, pois graças a ele os liderados são capazes de entrar no ciclo de desenvolvimento e não sentirem-se esquecidos ou meros executores. O líder situacional cria potenciais sucessores e equipes extremamente eficazes”, observa o diretor executivo da Brimberg Associados – Treinamentos de Liderança Situacional, Paulo Crepaldi.

Saiba agir como um líder situacional


Tendo em conta que o líder situacional predispõe-se a adaptar-se às características dos seus colaboradores, estes por si só atuarão de acordo com a estratégia de gestão estabelecida pelo seu líder.

Os especialistas José Roberto Marques, Paulo Crepaldi e Ricardo Costa dão dicas de como desenvolver sua maturidade como líder situacional:

  • – Mantenha um canal de comunicação aberto, procure ouvir na essência e comunicar-se assertivamente com seus colaboradores;
  • – Respeite as características comportamentais e profissionais de cada colaborador, busque identificar seus diferenciais e use-os a favor da empresa;
  • – Guie, ensine e conduza os profissionais e equipes, e ofereça a estes oportunidades reais de desenvolvimento de suas habilidades e capacidades coletivas e individuais;
  • – Dê avaliações assertivas, exponha com clareza os motivos de um feedback positivo e evidencie o bom trabalho de seu colaborador. Do mesmo modo, quando o feedback não for positivo, foque em destacar os pontos de melhoria e busque junto com o seu colaborador as soluções mais adequadas para que os mesmos erros não se repitam;
  • – Procure alinhar as expectativas profissionais dos colaboradores com os interesses e resultados da empresa;
  • – Faça com que colaboradores conheçam a missão e os valores da organização, sintam-se mais engajados e responsáveis e com isso reconheçam sua importância dentro dos processos de trabalho, em seu autodesenvolvimento e no alcance dos resultados como um todo;
  • – Ofereça suporte, conhecimentos, experiências e possibilidades reais de crescimento e ascensão na carreira e busque sempre desenvolver o máximo seus liderados;
  • – Conheça a si mesmo;
  • – Demonstre aos seus colaboradores que você está lá para ajudar a todos com suas necessidades e não com suas vontades;
  • – Defina devidamente as competências de cada colaborador de sua equipe;
  • – Estimule a autonomia na apresentação de melhorias para a organização.


Autor: Nathaly Bispo

Para complementar o post, achei por bem colocar o vídeo abaixo, do TED Talks, apresentado pelo excelente Simon Sinek sob o título "Por que bons líderes fazem você se sentir seguro?" que faz excelente abordagem de um case sob a ótica da Liderança Situacional. É uma palestra imperdível. "Show de bola..."


Não deixe, também, de ler o artigo "Liderança Situacional: o que é, como pôr em prática e vantagens no trabalho" (clique aqui)


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segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Vasco luta, mas não sai da Z-4. É difícil mesmo! Acompanhe a saga.

 


Os vascaínos (irmãos de sofrimento) que acompanham meus posts sobre o Vasco aqui no blog (clique aqui) sabem que coloco a tábua de classificação no Brasileirão ao final dos textos. Neste aqui, propositadamente, coloco-a no início e explico logo após a imagem.


Como podem ver, o Vasco não saiu da Z-4 (!). Empatou com o São Paulo em São Januário - o que não foi um mau resultado - mas o Santos, concorrente direto, emplacou sua terceira vitória seguida e escapuliu da zona com 3 pontos acima do Vasco, que abre o quadrilátero dos candidatos ao rebaixamento com seus 27 pontos.

Isso confirma o que temos dito em nossos posts (clique aqui). Não será nada fácil para o Vasco, se afastar, com segurança, da ameaça de rebaixamento.  

Nos próximos jogos teremos pela frente: Fortaleza (casa), Flamengo (Maracanã), Internacional (casa), Goiás (fora), Cuiabá (fora), Botafogo (casa), Cruzeiro (fora), Atlético-PR (fora), América-MG (casa)), Corinthians (casa), Grêmio (fora) e Bragantino (casa). Todos estão em franca recuperação nas suas últimas apresentações. 

Nos primeiros 12 pontos em disputa - em São Januário - vamos topar com o Fortaleza e o Internacional; no meio destes dois jogos vamos com o Flamengo (que volta a entrar na briga pelos primeiros lugares e com Tite no comando). Na sequência vamos encarar o Goiás - concorrente direto também -  no Serra Dourada.

Se nesses quatro jogos o Vasco não conseguir pelo menos duas vitórias e dois empates (8 pontos) ou três vitórias e uma derrota (9 pontos), e ainda torcer para que os "concorrentes pela degola" não avancem muito, vai continuar na zona da guilhotina. 

Fiz uma simulação das próximas 4 rodadas com jogos do Vasco e dos "concorrentes" (Santos, Bahia, Cruzeiro e Goiás) e nessa minha "bola de cristal" o Vasco - com 8 pontos -  chegaria aos 35 e o "primeiro" da Z-4 estaria com 32 pontos. Façam as contas...

Resumindo, é uma agonia a cada jogo. Temos time para disputar jogo a jogo? Sofrendo muito, temos sim; mas estão faltando detalhes que prefiro não comentar por ter que entrar na parte técnica do time. 

Sou torcedor e como tal eu acredito - com muita fé e reza braba que o Vasco não vai cair, mas que vamos - até o final - ficar ali, beirando a zona da desclassificação até a derradeira rodada, vamos sim! Que os irmãos da cruz de malta, não se enganem. É torcer-sofrer-torcer-sofrer até o fim.

sábado, 7 de outubro de 2023

Procrastinação... está na moda combatê-la. Veja como fazer.

 


  • O que é procrastinação? A procrastinação é a protelação do ato. Acontece, por exemplo, quando você deixa um assunto para resolver depois. De certa forma, é um comportamento normal, no sentido de priorizar atividades, mas em outros casos, principalmente quando isso se torna corriqueiro, chega a ser prejudicial. (Google)
De uns tempos para cá, o assunto ou tema da procrastinação passou a frequentar a bibliografia do mundo corporativo com certa insistência. Achei estranho, porquanto nunca foi novidade a existência dos comportamentos, individuais e coletivos, que infestam os departamentos e estruturas das empresas com desempenhos, hábitos e práticas de postergar entregas, adiar procedimentos e atrasar metas.

Casos há em que se identificam modos e maneiras de equipes inteiras nas estruturas organizacionais das empresas, que trabalham tendo os adiamentos, atrasos e os protelamentos como características corporativas.

São verdadeiras "panelinhas" de funcionários - chefias e elementos de linha também -  que "valorizam" a procrastinação e dominam os ambientes informais. Isso sempre existiu e eram ou são pouco combatidos pelas esferas mais altas das administrações.

Em boa hora aparece este "movimento" no qual os consultores, palestrantes e autores começam a chamar a atenção e investir no combate a esse flagelo corporativo. Para confirmar essa determinação cito a busca no Google. Se colocarmos a pesquisa para "Procrastinação" serão 2.710.000 links disponíveis (clicar aqui).

Trago ao blog da Oficina de Gerência um artigo que encontrei no site da revista Forbes intitulado: 5 maneiras de matar a procrastinação em menos de 2 minutos" Considerei que valia a pena transcrevê-lo e compartilhar com os leitores.

O texto é bastante direto e indica pequenas práticas - na verdade nenhuma novidade - mas que assumidas como hábitos pessoais e objeto de autotreinamentos podem ajudar muito para quebrar essa prática que enfraquece a eficácia pessoal e eficiência em geral das oficinas corporativas.  Pessoalmente, como gestor, sempre prestei muita atenção aos sintomas da procrastinação e os combati com muita firmeza.

Posso afirmar, por experiência, que o hábito, seja pessoal ou de grupos, do retardamento das ações diárias, das obrigações profissionais e dos compromissos assumidos, é uma forma de deslealdade. Sempre considerei assim - em princípio - exceto se, ocorrer por outras razões personalíssimas e localizadas como saúde, problemas pessoais e psicológicos dos envolvidos. Nesses casos faz-se necessário localizar as causas e buscar as soluções adequadas a cada caso.

Não percam a oportunidade de conhecer o artigo da Forbes. Boa leitura

Clique aqui para visitar o Web Site da Forbes

A regra dos 2 minutos é uma estratégia que incentiva os indivíduos a resolver imediatamente qualquer tarefa que possa ser concluída em menos de dois minutos

5 maneiras de matar a procrastinação

 em menos de 2 minutos

Resolver tarefas simples de uma vez ajuda a diminuir a carga mental gerada pela preocupação de não tê-las completado

Por Luciana Paulise. (clique no link para conhecer a autora)

Com a regra dos 2 minutos, pode combater a procrastinação, permitindo que você execute pequenas tarefas que muitas vezes são esquecidas.

No atual ambiente de trabalho acelerado e exigente, os profissionais muitas vezes se encontram sobrecarregados com infinitas tarefas e responsabilidades. Manter a produtividade e gerenciar o tempo de maneira eficaz pode ser um desafio significativo. No entanto, uma técnica simples, mas poderosa, conhecida como regra dos 2 Minutos, surgiu como uma virada de jogo no aumento da produtividade e na simplificação dos processos de trabalho.

Como implementar a regra dos 2 minutos

Implementar a regra dos 2 minutos em sua rotina pode fazer maravilhas para sua carreira. Aqui estão algumas maneiras para colocá-la em prática:


Benefícios da regra dos 2 minutos

Maior produtividade: ao resolver prontamente pequenas tarefas, você libera carga mental e evita a preocupação causada por tarefas intermináveis listas de tarefas. Assim, você pode focar em projetos mais complexos e estratégicos, aumentando a sua produtividade geral.

Redução da procrastinação: em vez de adiar tarefas simples, os indivíduos desenvolvem o hábito de ação imediata, evitando o acúmulo de tarefas menores e que podem contribuir para a procrastinação.

Melhor gerenciamento de tempo: ao gerenciar com eficiência pequenas tarefas e concentrá-las em períodos específicos, você pode reservar períodos mais focados em tarefas específicas, complexas e que envolvem pensamento criativo e planejamento estratégico.

Alívio do estresse: a regra dos 2 minutos ajuda a aliviar o estresse, evitando o acúmulo de pequenas tarefas que muitas vezes causam ansiedade. Ao abordar essas tarefas prontamente, você experimenta uma sensação de realização que o mantém positivo.

A regra dos 2 minutos oferece uma estratégia simples, mas altamente eficaz para aumentar a produtividade e o gerenciamento do tempo no trabalho. Ao realizar pequenas tarefas que podem ser concluídas em menos de dois minutos, os profissionais podem reduzir a desordem mental, aumentar o foco em projetos complexos e manter uma sensação de controle sobre sua carga de trabalho. Incorporar essa regra em sua rotina diária pode mudar as coisas, te capacitando a alcançar novos níveis de produtividade e sucesso em sua carreira.

* Luciana Paulise é colaboradora da Forbes USA. Ela é escritora e consultora especializada em empoderar mulheres de grupos minoritários.

(Traduzido por Gabriela Guido)

 

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segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Vasco joga mal e perde. Luz vermelha continua acesa.

 


Para os vascaínos que estejam acompanhando meus posts, aqui no blog (clique aqui), digo que não é para ficarem assustados com a derrota do Vasco por 4 x 1 contra o Santos. Jogou bem o primeiro tempo e mal no segundo. Foi prejudicado pela péssima e (supreendentemente) pusilânime atuação do árbitro Anderson Daronco. 

Direi apenas que a derrota do Vasco foi justa. O Santos soube se aproveitar do seu volume de jogo e fez três a um no primeiro tempo, por falhas do time da colina histórica, que não soube reagir a um mau momento. Mas não é do jogo em si que quero falar. São águas passadas. Quero, sim, continuar a analisar as possibilidades do Vasco de não cair para a segunda divisão.

Escrevo antes do jogo de hoje Botafogo x Goiás*, que fecha a 25ª rodada do Brasileirão. Se o Goiás ganhar do Bota, o Vasco volta para a zona da degola. Todavia. independentemente desse resultado de hoje, digo que o cenário que projetei para o Vasco, de atingir no mínimo os 46 pontos e que o tirarão da degola (com base na pontuação do campeonato de 2021), está difícil, mas continua mantida.

Lembro que na minha projeção o Vasco, que tem hoje 26 pontos precisará de mais 20 para chegar aos 46 pontos; e ainda faltam disputar 13 jogos (42 pontos) para chegar à 38ª rodada fora do malfadado grupo Z-4; ou seja, tem que "faturar" 20 em 42 pontos, equivalentes a uma eficácia de 47,6 %. É factível? Acho que sim, mas vai precisar de muito mais do que apresentou ontem contra o Santos.

Neste momento o clube cruzmaltino tem 34,7 % de eficácia (7 vitórias, 5 empates e 13 derrotas) equivalentes aos 26 pontos ganhos. Os 20 pontos faltantes, pela minha "matemática", correspondem à uma campanha que -  nas posições atuais, imaginei assim, como a melhor hipótese

  • Faltam jogar ............... 13 partidas (total)............ 39 pontos 
  • Vitórias necessárias....   5 partidas no mínimo ... 15 pontos
  • Empates necessários .  5 partidas no mínimo ..   5 pontos
  • Derrotas possíveis ......  3 partidas no máximo..   0 pontos
É isso aí! A grande questão é: o time vascaíno "terá de escolher" para quem vai perder  e com quem empatar e ganhar. Não pode - nas 13 rodadas seguintes vencer menos de cinco jogos, empatar menos de 5 jogos e perder mais de 3 jogos. Essa é a realidade. Se jogar como ontem na Vila Belmiro, esquece. Não vai chegar.


Pelos dois jogos anteriores - Fluminense e Coritiba - o time criou uma enorme expectativa na torcida.  Frustração geral com o Santos - que era um jogo para ser vencido. O Santos estava no Z-4. Agora vai ter de ganhar de algum melhor que o Santos nos próximos jogos. Quem? Escolham na lista:  São Paulo (casa), Fortaleza (casa), Flamengo (casa), Internacional (casa), Goiás (fora), Cuiabá (fora), Botafogo (casa), Cruzeiro (fora), Atlético-PR (fora) , América-MG (casa)), Corinthians (casa), Grêmio (fora) e Bragantino (casa). Que dureza, hein?

Algumas vantagens serão os 8 jogos em casa e 5 no campo do adversário. Mais do que nunca o Vasco terá de fazer valer o caldeirão de São Januário. Pessoalmente estou otimista. O time mostrou contra Flu e Coritiba que tem valor, raça e coração. 

Se dos 8 jogos em casa ganhar 6, só precisará de 2 empates fora de casa. Vamos jogo a jogo. São Paulo na próxima e desfalcado de três titulares, em São Januário. O Vasco sem Medel... Temos tudo para ganhar.  Vai ter emoção e adrenalina até o final.

* Botafogo empatou com o Goiás e provocou o retorno (provisório, espero) do Vasco à zona da degola, o malfadado Z-4. Veja classificação atualizada abaixo 

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