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Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo ; (Buenos Aires, 24 de agosto de 1899 – Genebra, 14 de junho de 1986) foi um escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino, considerado um dos maiores escritores do século XX. Sua obra, que dialogava com o surrealismo e a literatura fantástica, exerceu grande influência sobre o boom latino-americano e a literatura contemporânea em geral. Suas obras abrangem o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios, livros fictícios, religião e Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas do seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. O escritor e ensaísta J. M. Coetzee disse que "Borges, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos" Laureado com inúmeros prêmios, também foi conhecido por suas posições políticas conservadoras, o que pode ter sido um obstáculo à conquista do Prêmio Nobel de Literatura, ao qual ele foi candidato por quase trinta anos. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Luis_Borges)

 

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Vasco... Recomeço com nova cara, mas vamos devagar com o andor...

 


Depois de tanto criticar a direção da "777 Partners" e a direção do Vasco da Gama pela campanha ridícula  no primeiro turno do Brasileirão, vejo-me na obrigação de voltar ao tema, no blog,  para registrar o que parece ser, repito, parece ser um início de recuperação.

Faço-o, não só pela primeira vitória do time após um jejum de pontos ganhos em 9 dos 10 últimos jogos disputados (ver campanha abaixo), mas pelo desempenho do grupo após dois jogos sob o comando do Ramon Diaz.



Gostei de ver o toque do técnico com a movimentação da equipe dentro de campo. Velocidade, jogadas ensaiadas e principalmente uma vibração dos jogadores que estava perdida sob o comando do Maurício Barbieri. 

Não adianta falar nos erros cometidos pela SAF vascaína. São imperdoáveis pelo amadorismo e pela arrogância dos seus dirigentes em montar um time caro, entregá-lo a uma comissão técnica de 2ª linha. 

Acharam que só o dinheiro resolveria a montagem de uma estrutura à altura das tradições de um gigante como o Vasco. Quebraram a cara e isso custou caro ao Gigante da Colina, que agora tem de lutar para não cair ao invés de estar disputando posições que o levariam às grandes competições na próxima temporada.

Como ainda temos um 2º turno inteiro (19 jogos) e mais duas partidas  do 1º, há tempo de recuperação, repito, para garantir a vaga na série "A" de 2024 e se livrar do vexame que estava  sendo desenhado; e eu diria que ainda não estamos livres não!


São 34 pontos de diferença - equivalentes a 11 partidas ganhas com 3 pontos. Considerando que os 21 jogos que o Vasco vai disputar equivalem a 63 pontos, significa que o time de Ramon Diaz deve ganhar 54% dos pontos jogados para, então, atingir os 44  que o Botafogo tem hoje. Ora, essa aritmética  não livrará o Vasco do rebaixamento. No ano passado, o primeiro clube a ficar fora da degola foi o Cuiabá, com 41 pontos.

Sabemos que essas "matemáticas" não são comumente quebradas nas contas do futebol, mas podem acontecer. É a luz da esperança para a torcida vascaína. Haja torcida e (muita) reza braba ...

Levanto tudo isso, sob a alegria de ter visto o Vasco vencer ontem depois de tantas tristezas, para que a torcida não se engane. Vamos torcer - primeiro - para o time não cair; e se jogar no ritmo em que está entrando sob o novo comando, não vai acontecer. 

Depois, só depois, de assegurar que a cabeça está fora da guilhotina, vamos cobrar uma posição - pelo menos - na Copa Sul-Americana e um time de respeito para a Copa do Brasil e a temporada de 2024.  Libertadores? Só milagre do tipo Moisés abrindo o Mar Vermelho.

2 comentários:

  1. Muito lúcida as suas pontuações sobre a campanha vascaína no Brasileirão 2023. A primeira batalha foi vencida, mas agora há uma guerra inteira a ser travada no returno. Torcemos para que o Vasco volte a protagonizar campanhas vitoriosas. É saudável para o futebol. Principalmente em um momento em que Flamengo, Fluminense e Botafogo estão no topo da tabela, ou seja o futebol do estado do Rio de Janeiro volta ao seu protagonismo já existente nas décadas de 80 e 90.
    Celso

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  2. Meu caro leitor "anônimo". Agradeço sua visita e seu comentário, por sinal, bem colocado. É um prazer tê-lo aqui no blog. volte sempre.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.