||| 27 de março DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia do Circo e do Artista Circense ||| "A amizade e a lealdade residem numa identidade de almas raramente encontrada". (Epicuro) |||

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O Dia do Circo é comemorado nacionalmente em 27 de março. Esta data serve para homenagear este tipo de entretenimento que encanta crianças e adultos de todas as idades. No mundo dos circos destacam-se os tradicionais palhaços, que divertem o público com situações cômicas e animadas. No entanto, também é típico do circo apresentações de artistas malabaristas e de animais selvagens ou exóticos. Porém, atualmente os circos procuram se focar na superação do ser humano, a partir de desafios físicos, e os animais deixaram de se tornar uma atração tão usual nos principais circos. Os primeiros circos teriam surgido por volta do século III a.C, no Império Romano. Atividades para o Dia do Circo Existem diversas atividades divertidas que as crianças e adultos podem fazer no Dia do Circo como forma de reconhecer e homenagear a data. Alguns exemplos de atividades que podem ser utilizadas para comemorar a data na educação infantil são: Montar um mini circo; Fazer desenhos sobre o que tem no circo; Visitar um circo; Se fantasiar de um dos personagens que são comuns nos circos; Construir um circo diferente; Escrever uma história sobre como seria o circo mais divertido do mundo para você. palhaço, mágico e acrobata Palhaços, mágicos e acrobatas são exemplos de profissionais que trabalham no circo História do Dia do Circo O dia 27 de março foi escolhido como Dia do Circo em homenagem ao palhaço brasileiro Abelardo Pinto (1897–1973), conhecido popularmente como Piolin, que nasceu nessa data em 1897. Piolin era considerado um grande palhaço, que se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Tornou-se mundialmente famoso e chegou a ser homenageado durante a Semana de Arte Moderna de 1922, por Tarsília do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Anita Malfati. Nesta data também é comemorado o Dia Mundial do Teatro, celebração criada em 1961.


Michel Eyquem de Montaigne (Castelo de Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 – Castelo de Montaigne, 13 de setembro de 1592), mais conhecido apenas como Montaigne foi um filósofo renascentista e escritor erudito francês. Humanista e cético, ele é considerado como o precursor do estilo literário ensaístico. Empregando em sua obra um estilo descontínuo até então inédito na prosa literária, Montaigne refletiu sobre os costumes e modos de vida humanos, inaugurando assim o chamado moralismo francês. Criticou a educação livresca e mnemônica, propondo um ensino voltado para a experiência e para a ação. Acreditava que a educação livresca exigiria muito tempo e esforço, o que afastaria os jovens dos assuntos mais urgentes da vida. Para ele, a educação deveria formar indivíduos aptos ao julgamento, ao discernimento moral e à vida prática.[]


quarta-feira, 10 de maio de 2023

Rita Lee partiu e com ela um lindo momento da arte brasileira.




Não sou  de escrever sobre assuntos extensamente explorados (no bom sentido) pelas grandes mídias. É o caso da morte da Rita Lee. Entretanto pensei, se a Rita foi uma artista que acompanhei desde os tempos dos Mutantes (final dos anos 60/início dos 70) - e ela não era a protagonista... - e que despontou depois com a turma do Tutti Frutti e a partir daí emplacou um sucesso atrás do outro (após parceria e casamento com Roberto de Carvalho) marcando com sua presença, sobretudo, irreverente, a música brasileira e a sua paixão, o "Rock Enrrow".

Então, o que vou fazer através deste post é a homenagem à minha Rita Lee, sim, porque ela era uma Rita para cada um de nós e  vou usar a prerrogativa de o blog para - saindo do seu tema principal - honrá-la, como parte importante que foi, numa fase marcante da minha vida lúdica.

Costumo dizer que quando uma artista  como Rita Lee morre é uma parte das nossas vidas que também vai embora. Ficam preenchidas pelas lembranças, pelos vídeos e histórias que relacionamos a ela e sua arte. 

Rotulá-la de "apenas roqueira" é muito pouco para fazer jus à sua marca na vida cultural brasileira. Dizer que ela foi única, gigante, inteligente, irreverente, inquieta é, de certa forma, limitar um pouco sua dimensão.

Coletei alguns qualificativos nessa ampla e mais que justa cobertura da mídia pela sua morte: Cantora, Compositora, Apresentadora, Multi-instrumentista, Letrista, Autora de Livros, Feminista, Revolucionária, Corajosa, Culta, Doce, Divertida, Alto Astral, À frente do seu tempo, Sorriso amplo ... Tudo verdadeiro.

O que a gente sabe é que ela está e vai permanecer no Panteão dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos e ainda vamos receber sua influência, agora silenciosa, durante muitos anos.

Sua vida foi uma aventura e, corajosamente, nos deixou compartilhar dela. Como disse em sua última entrevista para o Pedro Bial: "Fiz muita gente feliz". E fez mesmo! Quantos poderão dizer a mesma coisa?

Balada do Louco


Se não teve oportunidade de assistir, veja a cobertura que a GloboNews fez da morte de Rita Lee. Está muito completa.

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