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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


quarta-feira, 10 de maio de 2023

Rita Lee partiu e com ela um lindo momento da arte brasileira.




Não sou  de escrever sobre assuntos extensamente explorados (no bom sentido) pelas grandes mídias. É o caso da morte da Rita Lee. Entretanto pensei, se a Rita foi uma artista que acompanhei desde os tempos dos Mutantes (final dos anos 60/início dos 70) - e ela não era a protagonista... - e que despontou depois com a turma do Tutti Frutti e a partir daí emplacou um sucesso atrás do outro (após parceria e casamento com Roberto de Carvalho) marcando com sua presença, sobretudo, irreverente, a música brasileira e a sua paixão, o "Rock Enrrow".

Então, o que vou fazer através deste post é a homenagem à minha Rita Lee, sim, porque ela era uma Rita para cada um de nós e  vou usar a prerrogativa de o blog para - saindo do seu tema principal - honrá-la, como parte importante que foi, numa fase marcante da minha vida lúdica.

Costumo dizer que quando uma artista  como Rita Lee morre é uma parte das nossas vidas que também vai embora. Ficam preenchidas pelas lembranças, pelos vídeos e histórias que relacionamos a ela e sua arte. 

Rotulá-la de "apenas roqueira" é muito pouco para fazer jus à sua marca na vida cultural brasileira. Dizer que ela foi única, gigante, inteligente, irreverente, inquieta é, de certa forma, limitar um pouco sua dimensão.

Coletei alguns qualificativos nessa ampla e mais que justa cobertura da mídia pela sua morte: Cantora, Compositora, Apresentadora, Multi-instrumentista, Letrista, Autora de Livros, Feminista, Revolucionária, Corajosa, Culta, Doce, Divertida, Alto Astral, À frente do seu tempo, Sorriso amplo ... Tudo verdadeiro.

O que a gente sabe é que ela está e vai permanecer no Panteão dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos e ainda vamos receber sua influência, agora silenciosa, durante muitos anos.

Sua vida foi uma aventura e, corajosamente, nos deixou compartilhar dela. Como disse em sua última entrevista para o Pedro Bial: "Fiz muita gente feliz". E fez mesmo! Quantos poderão dizer a mesma coisa?

Balada do Louco


Se não teve oportunidade de assistir, veja a cobertura que a GloboNews fez da morte de Rita Lee. Está muito completa.

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