||| 06 de novembro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia DIA NACIONAL DO RISO ||| Reflexão: "Não corrigir as próprias falhas é cometer a pior delas". --- Confúcio . |||

 

Bem vindo

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O Dia Nacional do Riso é comemorado em 6 de novembro no Brasil. A data é um convite para dar boas gargalhadas, valorizar o bom humor e lembrar que rir faz bem não apenas para o espírito, mas também para o corpo e a mente. Origem do Dia Nacional do Riso A origem exata do Dia Nacional do Riso, celebrado em 6 de novembro, não é conhecida. A comemoração, entretanto, está associada à valorização do riso como forma de promover saúde, alegria e qualidade de vida. A data também costuma ser relacionada ao movimento internacional Yoga do Riso, criado pelo médico indiano Madan Kataria, em Mumbai, na Índia. Em 1998, Kataria promoveu uma grande celebração coletiva do riso, reunindo milhares de pessoas. A iniciativa ajudou a popularizar a prática em diferentes países. Vale lembrar que existe também o Dia Mundial do Riso, celebrado no primeiro domingo de maio, uma iniciativa ligada ao mesmo movimento. Curiosidades sobre o riso O riso parece algo simples e espontâneo, mas envolve processos interessantes do cérebro, do corpo e das relações sociais. Confira algumas curiosidades: 1. Existe uma ciência que estuda o riso Ela se chama gelotologia, palavra formada a partir do grego gelos, que significa riso. Essa área investiga como rimos, por que achamos determinadas situações engraçadas e quais são os efeitos do riso sobre a saúde física e emocional. 2. Rir é uma atividade coletiva Você já percebeu que uma situação parece muito mais engraçada quando estamos acompanhados? Pesquisas sobre o comportamento humano mostram que rimos com mais frequência na presença de outras pessoas. O riso funciona como uma forma de comunicação e aproximação social. 3. Existe uma prática chamada Yoga do Riso Criada por Madan Kataria, essa atividade combina exercícios respiratórios, alongamentos e risadas simuladas, realizadas em grupo. A proposta é estimular o riso mesmo sem depender de piadas ou situações engraçadas. 4. O riso é contagiante Já aconteceu de você começar a rir só porque outra pessoa estava gargalhando? Isso acontece porque o cérebro humano responde aos sinais sociais e emocionais de outras pessoas. A risada de alguém pode estimular nossa própria vontade de rir. menino rindo Quais são os benefícios do riso para a saúde? A expressão "rir é o melhor remédio" tem um fundo de verdade! Estudos científicos indicam que o riso pode contribuir para o bem-estar físico e emocional. Entre os benefícios associados a boas gargalhadas estão: redução do estresse: rir pode diminuir temporariamente os níveis de cortisol, hormônio relacionado ao estresse. sensação de bem-estar: a risada estimula a liberação de endorfinas, substâncias associadas ao prazer e ao alívio da tensão. relaxamento muscular: depois de uma boa gargalhada, é comum sentir o corpo mais relaxado. fortalecimento dos vínculos sociais: compartilhar momentos engraçados ajuda a criar conexões e aproximar as pessoas. melhora do humor: momentos de descontração podem ajudar a aliviar tensões e proporcionar uma sensação de leveza. O riso também pode fazer parte do tratamento de saúde Você sabia que existem profissionais que usam o humor para tornar o ambiente hospitalar mais acolhedor? É o caso dos grupos de palhaços de hospital, como os Doutores da Alegria, organização brasileira fundada em 1991. Por meio de apresentações, brincadeiras e interações, esses profissionais levam momentos de descontração a crianças, familiares e equipes de saúde. A iniciativa mostra que o humor pode ter um papel importante na humanização do atendimento, ajudando a tornar a experiência hospitalar mais leve.

pensamento dia

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Frase

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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. [ https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo ]

 

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Iinteligência Artificial x Brasil: como estamos nesta parada?

 



Excelente artigo que trago ao blog sobre a alta velocidade das inovações que a realidade da Inteligência Artificial impõe sobre o planeta e particularmente no Brasil. O autor é o competente jornalista Pedro Dória em sua coluna no Estadão.

Na verdade, o texto registra um alerta para a estagnação da ciência e tecnologia brasileiras no sentido de se posicionarem na questão do atual estágio de avanços da Inteligência Artificial. O Brasil está atrasado no debate tecnológico e no approach para se equiparar às vanguardas para enfrentar o que vem pela frente.

Nos países mais desenvolvidos, por natural, as falanges da ciência e tecnologia estão empenhadas em se antecipar ou ao menos se igualar à implacável progressão que os efeitos da IA estão criando na vida do planeta, em todos os níveis possíveis. No Brasil, estamos à deriva nessa questão. 


O Pedro Dória aborda essa questão com muita propriedade e ajuda aos leitores a refletir sobre as possibilidades, boas e ruins, que a expansão da IA está apresentando à humanidade.  Uma breve reflexão, após a leitura do conteúdo, nos faz ter uma pálida ideia das transformações que o futuro imediato nos traz. Boa leitura.




Lançado em novembro, o ChatGPT alcançou nos dois primeiros meses a marca de 100 milhões de usuários ativos por mês. A estimativa é da Accenture e se refere a gente que realmente usa o sistema. É o mais rápido crescimento de uma plataforma digital. Na última semana, saiu a versão 4.0 do GPT – foram três meses para o salto de uma versão para a outra da inteligência artificial que responde perguntas por escrito. Saiu também a versão 5 do Midjourney, a popular IA para geração de imagens. A versão 3 é de agosto passado. Velocidade estonteante.

Chamamos essas inteligências artificiais de “gerativas” (gen-AI), pois geram conteúdo. É a terceira geração. Na primeira década do século surgiu o aprendizado de máquina, algoritmos capazes de fazer os computadores aprenderem a partir de grandes bases de dados. Foi o tempo em que falávamos muito de Big Data. Os algoritmos que mostram para nós o que é muito popular nas redes sociais vêm dali.

A segunda geração, nos últimos dez anos, se chama aprendizagem profunda. Reconhecimento de voz que as assistentes digitais fazem, a capacidade que nossos celulares têm de reconhecer o rosto de pessoas, mesmo carros autônomos, tudo é fruto deste processo.


Esta década será marcada pela gen-AI. IA que produz conteúdo novo. Textos e imagens fotorrealistas. Ainda neste semestre, vídeos. Já escreve código de programação. Já há testes de sistemas que constroem moléculas para novos medicamentos para a indústria farmacêutica. Não vimos nem a crosta do que está por vir. Este processo vai impor a governos e empresas uma nova transformação digital.

Os novos recursos poderão ser usados em serviços básicos. Robôs serão capazes de conversar por voz ou texto com quem está com alguma dificuldade técnica. O uso pode ser mais complexo. Alimentado com uma sólida base de dados jurídica, são capazes de pesquisar jurisprudência e sugerir linhas de defesa para advogados. Vai além. Compreendendo o histórico de sucessos e fracassos de uma empresa, poderá sugerir novos produtos, fazer branding. Poderá sugerir caminhos para a gestão de RH. E, claro, descobrir doenças e desenhar remédios.

A União Europeia tem uma penca de especialistas debruçada no problema da regulação desta revolução. No nosso Congresso, o debate não chegou. Não custa lembrar: a tecnologia vai desempregar muitos, inclusive gente com diploma superior, e os empregos que criará exigirão alta especialização. A versão 3 do Midjourney saiu em agosto. A 5 em março. Periga chegar à dez ainda no ano que vem.

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