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||| 29 de junho DE 2026 ||| 2ª feira ||| Dia do papa ||| *Reflexão: "Você nunca é tão velho para ter uma nova meta ou para sonhar um novo sonho." {Les Brown} |||

Bem vindo

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O Dia do Papa celebra-se anualmente a 29 de junho e é uma data dedicada a homenagear o líder máximo da Igreja Católica Apostólica Romana. A celebração destaca a missão espiritual do Papa, o seu papel na orientação dos católicos de todo o mundo e o seu compromisso com a promoção da paz, da solidariedade, da fraternidade e do diálogo entre os povos. O que significa ser Papa? A palavra Papa tem origem no latim papa e no grego pappas, termos que significam “pai”. Esta designação está relacionada com a missão pastoral do Bispo de Roma, considerado o sucessor de São Pedro e a principal autoridade espiritual da Igreja Católica. O Papa é eleito pelo Colégio dos Cardeais através de um conclave realizado no Vaticano. O cargo é tradicionalmente exercido até à morte, embora exista a possibilidade de renúncia, como aconteceu com o Papa Bento XVI em 2013. Entre as principais funções do Papa estão: orientar a Igreja Católica em questões de fé e moral; promover a unidade dos fiéis; nomear bispos e cardeais; incentivar ações de caridade e apoio aos mais necessitados; representar a Santa Sé nas relações internacionais; defender valores como a paz, a dignidade humana e a justiça social. O Vaticano: a casa do Papa A sede do Papado encontra-se na Cidade do Vaticano, um Estado independente situado dentro da cidade de Roma, em Itália. O Vaticano é o centro administrativo da Igreja Católica e guarda alguns dos maiores tesouros religiosos e artísticos do mundo, incluindo a Basílica de São Pedro, construída sobre o local tradicionalmente associado ao túmulo do apóstolo São Pedro. A relação com São Pedro A escolha do dia 29 de junho está ligada à celebração de São Pedro e São Paulo, dois dos principais apóstolos do cristianismo. Segundo a tradição cristã, São Pedro foi escolhido por Jesus Cristo para liderar os primeiros seguidores da fé cristã, sendo considerado o primeiro Papa da história. São Pedro terá sido martirizado em Roma durante as perseguições aos cristãos no século I, tornando-se uma das figuras mais importantes da Igreja Católica. A missão do Papa no mundo Além da liderança religiosa, o Papa tem também um papel de grande influência social e cultural. Ao longo da história, os Papas têm participado em debates sobre temas como a paz mundial, a pobreza, os direitos humanos, a proteção do ambiente e a cooperação entre diferentes religiões. As mensagens papais são acompanhadas por milhões de pessoas em todo o mundo, independentemente da sua nacionalidade ou cultura. O Papa na atualidade Papa Leão Papa Leão XVI após sua eleição como sumo pontífice em maio de 2025 Atualmente, o Papa é Leão XIV, nascido Robert Francis Prevost, eleito em maio de 2025 após a morte do Papa Francisco. Como chefe da Igreja Católica e soberano da Cidade do Vaticano, o Papa Leão XIV continua a missão de liderar a comunidade católica, promovendo a fé, o diálogo entre culturas e religiões e a defesa da dignidade de cada pessoa.

pensamento dia

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Frase

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Erich Fromm (Francoforte, 23 de março de 1900 — Muralto, 18 de março de 1980) foi um psicanalista, filósofo humanista e sociólogo alemão. A partir do final da década de 1920, representou um socialismo democrático e humanista. Suas contribuições para a psicanálise, para a psicologia da religião e para a crítica social o estabeleceram como um pensador influente do século XX, embora muitas vezes tenha sido subestimado no mundo acadêmico. Muitos de seus livros entraram para a lista dos mais vendidos, notavelmente A Arte de Amar (1956) e Ter ou Ser (1976). Seus pensamentos também foram amplamente discutidos fora do mundo profissional.

 

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Iinteligência Artificial x Brasil: como estamos nesta parada?

 



Excelente artigo que trago ao blog sobre a alta velocidade das inovações que a realidade da Inteligência Artificial impõe sobre o planeta e particularmente no Brasil. O autor é o competente jornalista Pedro Dória em sua coluna no Estadão.

Na verdade, o texto registra um alerta para a estagnação da ciência e tecnologia brasileiras no sentido de se posicionarem na questão do atual estágio de avanços da Inteligência Artificial. O Brasil está atrasado no debate tecnológico e no approach para se equiparar às vanguardas para enfrentar o que vem pela frente.

Nos países mais desenvolvidos, por natural, as falanges da ciência e tecnologia estão empenhadas em se antecipar ou ao menos se igualar à implacável progressão que os efeitos da IA estão criando na vida do planeta, em todos os níveis possíveis. No Brasil, estamos à deriva nessa questão. 


O Pedro Dória aborda essa questão com muita propriedade e ajuda aos leitores a refletir sobre as possibilidades, boas e ruins, que a expansão da IA está apresentando à humanidade.  Uma breve reflexão, após a leitura do conteúdo, nos faz ter uma pálida ideia das transformações que o futuro imediato nos traz. Boa leitura.




Lançado em novembro, o ChatGPT alcançou nos dois primeiros meses a marca de 100 milhões de usuários ativos por mês. A estimativa é da Accenture e se refere a gente que realmente usa o sistema. É o mais rápido crescimento de uma plataforma digital. Na última semana, saiu a versão 4.0 do GPT – foram três meses para o salto de uma versão para a outra da inteligência artificial que responde perguntas por escrito. Saiu também a versão 5 do Midjourney, a popular IA para geração de imagens. A versão 3 é de agosto passado. Velocidade estonteante.

Chamamos essas inteligências artificiais de “gerativas” (gen-AI), pois geram conteúdo. É a terceira geração. Na primeira década do século surgiu o aprendizado de máquina, algoritmos capazes de fazer os computadores aprenderem a partir de grandes bases de dados. Foi o tempo em que falávamos muito de Big Data. Os algoritmos que mostram para nós o que é muito popular nas redes sociais vêm dali.

A segunda geração, nos últimos dez anos, se chama aprendizagem profunda. Reconhecimento de voz que as assistentes digitais fazem, a capacidade que nossos celulares têm de reconhecer o rosto de pessoas, mesmo carros autônomos, tudo é fruto deste processo.


Esta década será marcada pela gen-AI. IA que produz conteúdo novo. Textos e imagens fotorrealistas. Ainda neste semestre, vídeos. Já escreve código de programação. Já há testes de sistemas que constroem moléculas para novos medicamentos para a indústria farmacêutica. Não vimos nem a crosta do que está por vir. Este processo vai impor a governos e empresas uma nova transformação digital.

Os novos recursos poderão ser usados em serviços básicos. Robôs serão capazes de conversar por voz ou texto com quem está com alguma dificuldade técnica. O uso pode ser mais complexo. Alimentado com uma sólida base de dados jurídica, são capazes de pesquisar jurisprudência e sugerir linhas de defesa para advogados. Vai além. Compreendendo o histórico de sucessos e fracassos de uma empresa, poderá sugerir novos produtos, fazer branding. Poderá sugerir caminhos para a gestão de RH. E, claro, descobrir doenças e desenhar remédios.

União Europeia tem uma penca de especialistas debruçada no problema da regulação desta revolução. No nosso Congresso, o debate não chegou. Não custa lembrar: a tecnologia vai desempregar muitos, inclusive gente com diploma superior, e os empregos que criará exigirão alta especialização. A versão 3 do Midjourney saiu em agosto. A 5 em março. Periga chegar à dez ainda no ano que vem.

Clique aqui se desejar ler o artigo no formato original

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