||| 04 de agosto DE 2026 ||| 3ª feira ||| dia do padre/sacerdote ||| *Reflexão: "Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável". (Sêneca). |||

 

Bem vindo

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O Dia do Padre é comemorado anualmente em 4 de agosto no Brasil. O padre é um dos membros do clero da Igreja Católica. Ele é um sacerdote consagrado por um bispo, cuja missão é evangelizar, celebrar a Eucaristia (missa), ouvir confissões, ministrar o Batismo, o sacramento da cura, abençoar os fiéis, etc. Historicamente, a figura do padre é de grande importância, pois era uma pessoa de muita influência junto à comunidade. Um sacerdote deve estudar muitos anos até receber a ordenação. Os padres católicos podem pertencer a uma ordem religiosa, como os franciscanos, vicentinos, jesuítas, entre outras. Essas possuem um "carisma" próprio, seja ele educacional ou de cuidado aos doentes, e vivem sob a supervisão de um superior. Já os padres diocesanos estão ligados diretamente ao bispo de sua diocese e tem como missão cuidar dos seus paroquianos. Na Igreja Católica, a figura do padre é considerada semelhante a de um "pai" (padre), que intercede por seus "filhos" (fiéis) em nome de Deus e Jesus Cristo. Origem do Dia do Padre: O Dia do Padre é celebrado oficialmente em 4 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, comemorada desde 1929, quando o Papa Pio XI o proclamou padroeiro dos padres e das demais pessoas que servem aos ensinamentos de Deus. Nesta data também é celebrado o dia do sacerdote. João Maria Vianney nasceu na França, em 1786, e foi considerado um dos mais notáveis conselheiros do mundo católico em sua época. O Papa Pio XI o canonizou em 1925.

pensamento dia

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Frase

Frase
Pitágoras de Samos; (Samos, c. 570 – Metaponto, c. 495 a.C.) foi um filósofo e matemático grego jônico creditado como fundador do movimento chamado Pitagorismo. Na sua maioria, as informações sobre Pitágoras foram escritas séculos depois da sua morte, de modo que há pouca informação confiável sobre ele. Nasceu na ilha de Samos e viajou pelo Egito e pela Grécia. Em 520 a.C. voltou a Samos. Cerca de 530 a.C., mudou-se para Crotona, na Magna Grécia. Biografia: (https://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1goras)

 

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Iinteligência Artificial x Brasil: como estamos nesta parada?

 



Excelente artigo que trago ao blog sobre a alta velocidade das inovações que a realidade da Inteligência Artificial impõe sobre o planeta e particularmente no Brasil. O autor é o competente jornalista Pedro Dória em sua coluna no Estadão.

Na verdade, o texto registra um alerta para a estagnação da ciência e tecnologia brasileiras no sentido de se posicionarem na questão do atual estágio de avanços da Inteligência Artificial. O Brasil está atrasado no debate tecnológico e no approach para se equiparar às vanguardas para enfrentar o que vem pela frente.

Nos países mais desenvolvidos, por natural, as falanges da ciência e tecnologia estão empenhadas em se antecipar ou ao menos se igualar à implacável progressão que os efeitos da IA estão criando na vida do planeta, em todos os níveis possíveis. No Brasil, estamos à deriva nessa questão. 


O Pedro Dória aborda essa questão com muita propriedade e ajuda aos leitores a refletir sobre as possibilidades, boas e ruins, que a expansão da IA está apresentando à humanidade.  Uma breve reflexão, após a leitura do conteúdo, nos faz ter uma pálida ideia das transformações que o futuro imediato nos traz. Boa leitura.




Lançado em novembro, o ChatGPT alcançou nos dois primeiros meses a marca de 100 milhões de usuários ativos por mês. A estimativa é da Accenture e se refere a gente que realmente usa o sistema. É o mais rápido crescimento de uma plataforma digital. Na última semana, saiu a versão 4.0 do GPT – foram três meses para o salto de uma versão para a outra da inteligência artificial que responde perguntas por escrito. Saiu também a versão 5 do Midjourney, a popular IA para geração de imagens. A versão 3 é de agosto passado. Velocidade estonteante.

Chamamos essas inteligências artificiais de “gerativas” (gen-AI), pois geram conteúdo. É a terceira geração. Na primeira década do século surgiu o aprendizado de máquina, algoritmos capazes de fazer os computadores aprenderem a partir de grandes bases de dados. Foi o tempo em que falávamos muito de Big Data. Os algoritmos que mostram para nós o que é muito popular nas redes sociais vêm dali.

A segunda geração, nos últimos dez anos, se chama aprendizagem profunda. Reconhecimento de voz que as assistentes digitais fazem, a capacidade que nossos celulares têm de reconhecer o rosto de pessoas, mesmo carros autônomos, tudo é fruto deste processo.


Esta década será marcada pela gen-AI. IA que produz conteúdo novo. Textos e imagens fotorrealistas. Ainda neste semestre, vídeos. Já escreve código de programação. Já há testes de sistemas que constroem moléculas para novos medicamentos para a indústria farmacêutica. Não vimos nem a crosta do que está por vir. Este processo vai impor a governos e empresas uma nova transformação digital.

Os novos recursos poderão ser usados em serviços básicos. Robôs serão capazes de conversar por voz ou texto com quem está com alguma dificuldade técnica. O uso pode ser mais complexo. Alimentado com uma sólida base de dados jurídica, são capazes de pesquisar jurisprudência e sugerir linhas de defesa para advogados. Vai além. Compreendendo o histórico de sucessos e fracassos de uma empresa, poderá sugerir novos produtos, fazer branding. Poderá sugerir caminhos para a gestão de RH. E, claro, descobrir doenças e desenhar remédios.

União Europeia tem uma penca de especialistas debruçada no problema da regulação desta revolução. No nosso Congresso, o debate não chegou. Não custa lembrar: a tecnologia vai desempregar muitos, inclusive gente com diploma superior, e os empregos que criará exigirão alta especialização. A versão 3 do Midjourney saiu em agosto. A 5 em março. Periga chegar à dez ainda no ano que vem.

Clique aqui se desejar ler o artigo no formato original

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