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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Verbo Haver - Cuidado com ele!!!

Uma das coisas mais comuns quando escutamos alguém se comunicar, falando ou escrevendo, é encontrar a aplicação errada do (temido) verbo haver.

É  um hábito de linguagem, mesmo nos melhores níveis de formação acadêmica, o emprego do verbo “haver” no passado de maneira errada: 

  • "Houveram muitos pedidos de acordo neste processo" ou
  • "Nesta organização, houveram muitos empregados que foram promovidos.



Mesmo aqueles que conhecem a forma correta de aplicar o verbo haver costumam escorregar, principalmente na linguagem falada. Quando se apercebem... já era. Caíram na armadilha.

Haver ou haverão? Havia ou Haviam?

Não é fácil dominar tantas variáveis. A chamada “Regra de Ouro” do Português é a de que “todo verbo deve concordar com o sujeito da frase”. A grande questão é que o verbo haver, por exemplo, quando aplicado no sentido de existir ou ocorrer, é considerado impessoal, quer dizer não tem sujeito. E agora?

As respostas a essas e outras dúvidas estão bem colocadas no artigo abaixo, transcrito da revista Exame. Boa sorte com a leitura e principalmente com as futuras aplicações do “famigerado” verbo haver

Clique aqui e visite o site

Haverão perguntas ou haverá perguntas, qual é o certo?


Por Editado por Camila Pati

* respondido por Vivien Chivalski,  do Instituto Passadori de Educação Corporativa

Talvez você já saiba como usar o verbo haver. No ambiente de trabalho, contudo, ouvimos e lemos, de vez em quando, frases como “haviam pessoas esperando”, “houveram problemas com o transporte da mercadoria” ou “haverão muitas perguntas sobre o assunto” – todas incorretas.

Para que não haja dúvidas, aqui está uma explicação simples sobre o tema. O verbo haver quando significa existir, suceder, fazer, ocorrer, acontecer é impessoal. Isso quer dizer que não tem sujeito e ficará sempre no singular.

É por isso que, para os casos acima, as frases corretas deveriam ficar assim: “havia pessoas esperando”, “houve problemas com o transporte da mercadoria” e “haverá muitas perguntas sobre o assunto”. Fácil, não?

Para facilitar um pouco mais, deixo quatro dicas sobre o assunto:

1 Sempre que o verbo haver tiver o sentido de existir, suceder, fazer, ocorrer, acontecer, não use as formas houveram, haviam e haveram. Use houve, havia e haverá.

2 Cuidado: o verbo existir não é impessoal, portanto você deve usar existem, existiram, existiam, existirão quando houver necessidade de plural.

3 Verbos impessoais exigem a companhia de verbos impessoais. Isso quer dizer que se haver vier acompanhado de um verbo auxiliar, ele também ficará no singular. Aqui estão alguns exemplos: “deve haver muitas perguntas sobre o assunto”, “poderá haver muitos problemas com a entrega da mercadoria”, “deveria haver respostas para isso”.

4 Se você já se viu usando o verbo haver no plural, pode ser que esteja certo. Nas formas verbais compostas ele é comum e correto. Nesses casos, pode ser trocado pelo verbo ter. Aqui estão alguns exemplos: “eu havia saído mais cedo”, “eles haviam (tinham) dado os recados”.

Em Tempo: Clique aqui e leia mais um excelente artigo sobre o mesmo tema.

 

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