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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


terça-feira, 5 de novembro de 2019

Gravatas e seus nós - aprenda e livre-se de um "desastre"



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Ah! As gravatas!

Objetos de tortura para (quase) todos os homens - notadamente os novos executivos - que são "obrigados" a usá-las. Bem, o tormento não é propriamente a gravata, mas os famosos nós que, necessariamente, as acompanham.

Já deu para perceber que me alinho entre os "antigravatistas". Usei-as (sempre sob protesto) durante muitos anos e hoje, momentaneamente (e espero que doravante) livre da obrigação de servir-me dela (pensando bem, acho que é ela quem se serve de nós...) considero que é, talvez, o maior bônus da minha atual "dolce vital".

Entretanto, para aqueles que não têm a minha "sorte", sinto-me na obrigação de trazer-lhes um pouco mais de informação a respeito dos mistérios profundos que cercam os famigerados nós de gravatas.

Resultado de imagem para nós de gravatasLeiam e aprendam ou, para os (raros) "especialistas", revejam, os tipos mais conhecidos de nós e suas, digamos, identidades. Podem crer, é mais que simples "cultura inútil". Já vi muita gente com cargos importantes perder oportunidades por causa delas. Incrível, mas é verdade. Nós de gravatas errados, tortos e mal-acabados - segundo o dress code corporativo - traduzem desleixo com a própria imagem. Sem falar na "combinação" das gravatas com o resto do traje.

Importante, não se atreva a dar o seu primeiro nó de gravata (indo para um evento, por exemplo) sem a ajuda de quem saiba. É desastre na certa. Outra dica: não desfaça seus nós de gravatas ao final do dia. Mantenha algumas gravatas mais utilizadas penduradas com seus nós já feitos.  Pode crer que serão de uma utilidade inimaginável.

Na Internet (Google e Youtube) há mais de 20 milhões de links indicados na busca dos  "nós de gravatas". Por isso só coloquei duas ilustrações (abaixo) sobre os tipos mais usados de nós para gravata (o "windsor" e o "nó simples"). O resto é botar a mão na massa, digo, nas gravatas e treinar até ficar com calos nos dedos... 

Para uma pesquisa mais completa recomendo um artigo intitulado "18 maneiras de fazer um nó de gravata" do site "Manual do Homem Moderno

O resumo da ópera é o seguinte: se tiver que usar gravatas, faça-o com propriedade, discrição e elegância. Para isso é preciso conhecer seus "enigmas e segredos". O inverso é o caminho para o desastre da própria imagem. Falei e disse!


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2 comentários:

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