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François-Marie Arouet (francês - 21 de novembro de 1694 — 30 de maio de 1778) foi um escritor, historiador e filósofo iluminista francês. Conhecido por seu pseudônimo M. de Voltaire, ele era famoso por sua sagacidade e suas críticas ao cristianismo — especialmente à Igreja Católica Romana — e à escravidão. Voltaire defendia a liberdade de expressão, liberdade de religião e separação entre igreja e estado. Voltaire foi um escritor versátil e prolífico, produzindo obras em quase todas as formas literárias, incluindo peças de teatro, poemas, romances, ensaios, histórias e exposições científicas. Ele escreveu mais de vinte mil cartas e dois mil livros e panfletos. Voltaire foi um dos primeiros autores a se tornar conhecido e comercialmente bem-sucedido internacionalmente. Ele era um defensor declarado das liberdades civis e estava em constante risco com as rígidas leis de censura da monarquia católica francesa. Suas polêmicas satirizavam a intolerância, o dogma religioso e as instituições francesas de sua época. Sua obra mais conhecida e magnum opus, Cândido, ou O Otimismo, é uma novela que comenta, critica e ridiculariza muitos eventos, pensadores e filosofias de seu tempo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire}

 

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Gravatas e seus nós - aprenda e livre-se de um "desastre"



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Ah! As gravatas!

Objetos de tortura para (quase) todos os homens - notadamente os novos executivos - que são "obrigados" a usá-las. Bem, o tormento não é propriamente a gravata, mas os famosos nós que, necessariamente, as acompanham.

Já deu para perceber que me alinho entre os "antigravatistas". Usei-as (sempre sob protesto) durante muitos anos e hoje, momentaneamente (e espero que doravante) livre da obrigação de servir-me dela (pensando bem, acho que é ela quem se serve de nós...) considero que é, talvez, o maior bônus da minha atual "dolce vital".

Entretanto, para aqueles que não têm a minha "sorte", sinto-me na obrigação de trazer-lhes um pouco mais de informação a respeito dos mistérios profundos que cercam os famigerados nós de gravatas.

Resultado de imagem para nós de gravatasLeiam e aprendam ou, para os (raros) "especialistas", revejam, os tipos mais conhecidos de nós e suas, digamos, identidades. Podem crer, é mais que simples "cultura inútil". Já vi muita gente com cargos importantes perder oportunidades por causa delas. Incrível, mas é verdade. Nós de gravatas errados, tortos e mal-acabados - segundo o dress code corporativo - traduzem desleixo com a própria imagem. Sem falar na "combinação" das gravatas com o resto do traje.

Importante, não se atreva a dar o seu primeiro nó de gravata (indo para um evento, por exemplo) sem a ajuda de quem saiba. É desastre na certa. Outra dica: não desfaça seus nós de gravatas ao final do dia. Mantenha algumas gravatas mais utilizadas penduradas com seus nós já feitos.  Pode crer que serão de uma utilidade inimaginável.

Na Internet (Google e Youtube) há mais de 20 milhões de links indicados na busca dos  "nós de gravatas". Por isso só coloquei duas ilustrações (abaixo) sobre os tipos mais usados de nós para gravata (o "windsor" e o "nó simples"). O resto é botar a mão na massa, digo, nas gravatas e treinar até ficar com calos nos dedos... 

Para uma pesquisa mais completa recomendo um artigo intitulado "18 maneiras de fazer um nó de gravata" do site "Manual do Homem Moderno

O resumo da ópera é o seguinte: se tiver que usar gravatas, faça-o com propriedade, discrição e elegância. Para isso é preciso conhecer seus "enigmas e segredos". O inverso é o caminho para o desastre da própria imagem. Falei e disse!


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2 comentários:

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