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John Ronald Reuel Tolkien, conhecido mundialmente como J. R. R. Tolkien (Bloemfontein, 3 de janeiro de 1892 – Bournemouth, 2 de setembro de 1973), foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico, nascido na atual África do Sul, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954. É autor das obras como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. Em 28 de março de 1972, Tolkien foi nomeado Comendador da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. As suas obras foram traduzidas para mais de cinquenta idiomas, vendendo mais de 200 milhões de cópias e influenciando continuadamente gerações e gerações. Em 2008, The Times listou Tolkien como o sexto entre os maiores escritores Britânicos desde 1945. Em 2009, a revista Forbes listou as 13 celebridades mortas que mais lucraram no respectivo ano. Tolkien alcançou a quinta posição, com ganhos estimados em 50 milhões de dólares.[https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien]


terça-feira, 5 de novembro de 2019

Gravatas e seus nós - aprenda e livre-se de um "desastre"



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Ah! As gravatas!

Objetos de tortura para (quase) todos os homens - notadamente os novos executivos - que são "obrigados" a usá-las. Bem, o tormento não é propriamente a gravata, mas os famosos nós que, necessariamente, as acompanham.

Já deu para perceber que me alinho entre os "antigravatistas". Usei-as (sempre sob protesto) durante muitos anos e hoje, momentaneamente (e espero que doravante) livre da obrigação de servir-me dela (pensando bem, acho que é ela quem se serve de nós...) considero que é, talvez, o maior bônus da minha atual "dolce vital".

Entretanto, para aqueles que não têm a minha "sorte", sinto-me na obrigação de trazer-lhes um pouco mais de informação a respeito dos mistérios profundos que cercam os famigerados nós de gravatas.

Resultado de imagem para nós de gravatasLeiam e aprendam ou, para os (raros) "especialistas", revejam, os tipos mais conhecidos de nós e suas, digamos, identidades. Podem crer, é mais que simples "cultura inútil". Já vi muita gente com cargos importantes perder oportunidades por causa delas. Incrível, mas é verdade. Nós de gravatas errados, tortos e mal-acabados - segundo o dress code corporativo - traduzem desleixo com a própria imagem. Sem falar na "combinação" das gravatas com o resto do traje.

Importante, não se atreva a dar o seu primeiro nó de gravata (indo para um evento, por exemplo) sem a ajuda de quem saiba. É desastre na certa. Outra dica: não desfaça seus nós de gravatas ao final do dia. Mantenha algumas gravatas mais utilizadas penduradas com seus nós já feitos.  Pode crer que serão de uma utilidade inimaginável.

Na Internet (Google e Youtube) há mais de 20 milhões de links indicados na busca dos  "nós de gravatas". Por isso só coloquei duas ilustrações (abaixo) sobre os tipos mais usados de nós para gravata (o "windsor" e o "nó simples"). O resto é botar a mão na massa, digo, nas gravatas e treinar até ficar com calos nos dedos... 

Para uma pesquisa mais completa recomendo um artigo intitulado "18 maneiras de fazer um nó de gravata" do site "Manual do Homem Moderno

O resumo da ópera é o seguinte: se tiver que usar gravatas, faça-o com propriedade, discrição e elegância. Para isso é preciso conhecer seus "enigmas e segredos". O inverso é o caminho para o desastre da própria imagem. Falei e disse!


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2 comentários:

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