||| 13 de outubro DE 2026 ||| 3ª FEIRA ||| Dia Internacional pela Prevenção das Catástrofes Naturais || # Reflexão: "Quem nunca cometeu um erro nunca tentou algo novo". – Albert Einstein. . |||

 

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O Dia Internacional para a Redução de Desastres é celebrado anualmente em 13 de outubro. A data foi criada para conscientizar a população sobre a importância da prevenção, da preparação e da redução dos riscos associados a desastres, como enchentes, deslizamentos de terra, secas, incêndios florestais e terremotos. Origem do Dia Internacional para a Redução de Desastres A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1989, com o objetivo de promover uma cultura mundial de prevenção e conscientização sobre os riscos de desastres. Atualmente, a celebração é coordenada pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR), que incentiva governos, instituições, comunidades e cidadãos a adotarem medidas para diminuir os impactos de situações de emergência. O que é um desastre? Um desastre acontece quando um acontecimento perigoso provoca impactos graves em uma comunidade, causando perdas humanas, danos materiais, prejuízos econômicos ou ambientais que ultrapassam a capacidade de resposta dos envolvidos. Entre os acontecimentos que podem provocar desastres estão: enchentes e inundações; deslizamentos de terra; secas prolongadas; incêndios florestais; terremotos e tsunamis; tempestades intensas; acidentes tecnológicos e rompimentos de barragens. É importante compreender que nem todo fenômeno natural resulta em desastre. Os impactos dependem também de fatores como a exposição das pessoas, as condições das moradias, a infraestrutura disponível e a capacidade de prevenção e resposta. Por que a prevenção é tão importante? A prevenção busca identificar e reduzir os riscos antes que uma emergência aconteça. Isso pode envolver o planejamento das cidades, a construção de moradias mais resistentes, a preservação de áreas naturais, o monitoramento de fenômenos perigosos e a criação de sistemas de alerta. Investir na redução dos riscos também pode diminuir os custos da reconstrução e ajudar a evitar que comunidades inteiras enfrentem repetidamente os mesmos prejuízos. casas e carros destruídos por tempestade A importância dos sistemas de alerta Os sistemas de alerta são ferramentas fundamentais para informar a população sobre riscos e permitir que as pessoas tomem decisões com antecedência. No Brasil, a Defesa Civil disponibiliza alertas sobre situações como chuvas intensas, alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra. Os avisos podem ser recebidos por diferentes canais, incluindo SMS, WhatsApp e o sistema Defesa Civil Alerta, que envia mensagens diretamente para celulares compatíveis localizados em áreas de risco. A informação é especialmente importante porque pode ajudar as pessoas a reconhecer os sinais de perigo e acompanhar as orientações das autoridades. Desastres e mudanças climáticas As mudanças climáticas estão relacionadas ao aumento da frequência e da intensidade de alguns eventos extremos em diferentes regiões do planeta. Ondas de calor, chuvas intensas e secas prolongadas podem agravar riscos já existentes, especialmente em locais com infraestrutura insuficiente ou grande vulnerabilidade social. Por isso, reduzir os riscos de desastres também envolve ações de adaptação às mudanças climáticas, preservação ambiental e planejamento urbano. O papel das comunidades A prevenção torna-se mais eficaz quando as comunidades participam do planejamento e conhecem os riscos existentes em seu entorno. Escolas, associações de moradores, organizações sociais e serviços públicos podem contribuir com atividades educativas, divulgação de informações e iniciativas de preparação. Também é importante considerar as necessidades específicas de crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência, garantindo que os alertas e os planos de emergência sejam acessíveis a todos.

pensamento dia

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Frase

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Robert Nesta "Bob" Marley (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945 – Miami, 11 de maio de 1981) foi um cantor, compositor, multi-instrumentista jamaicano e o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar internacionalmente o gênero. Já vendeu mais de 75 milhões de discos e, em 1978, três anos antes de sua morte, foi condecorado pela ONU com a "Medalha da Paz do Terceiro Mundo". Sua obra tratava principalmente de temas político-sociais e espirituais. Dedicado a protestar contra injustiças sociais, Bob Marley é mundialmente celebrado como a voz dos pobres e oprimidos, sendo considerado um símbolo de resistência negra, espiritualidade, defesa dos direitos humanos e luta por justiça social. Suas músicas denunciavam o racismo, a desigualdade social, o colonialismo e a guerra. Devoto do movimento religioso rastafári, a vida e a obra de Bob Marley foram profundamente influenciadas por sua fé. Sua música serviu de porta-voz às convicções e temas da fé rastafári, como as interpretações afrocêntricas da Bíblia e o pan-africanismo. A África e suas questões, como a miséria e a colonização europeia, foram também assuntos amplamente abordados em suas músicas. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Bob_Marley}

 

sábado, 2 de novembro de 2019

Liderança, Gerência e Chefia. Quais as diferenças?


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Líder ou Gerente, não é a mesma coisa? 

Por Herbert Drummond (autor do blog Oficina de Gerência) 

O Líder é sentido e percebido na forma como o seu time pensa, planeja e executa. Ele inspira ações além do dever. O Gerente é identificado na forma como o grupo se organiza e opera. 

É no mínimo curioso observar dezenas de consultores e especialistas procurando explicar o que é liderança e especular sobre as qualidades (diria que são "superpoderes") inerentes ao líder.
Resultado de imagem para asterix e a poção mágicaA impressão causada é que liderança parece ser aquela névoa misteriosa que a gente vê muito nos filmes de fadas e feiticeiros; ou a poção mágica do druida de Asterix ou ainda aquele pozinho da fada Sininho do Peter Pan que, magicamente são colocados à disposição do personagem principal (líder). Outras vezes fazem-nos pensar que ser líder é algo assim como possuir os talentos do Batman, misturados com as habilidades do Wolverine e do Superman.

Tantas devem ser as “qualidades superpoderosas" de um líder que ao listá-las surge, instantaneamente, na nossa mente um ente de ficção que só pode existir na imaginação mais prolixa dos autores de mitologias. E o gerente? A confusão é quase a mesma. Aliás, é comum listarem-se as mesmas “qualidades” requeridas para um (líder) e para outro (gerente) e ainda outro mais (o chefe).

Liderança, entretanto, não é a mesma coisa que gerência ou chefia. Como tenho muita resistência aos modismos das definições prontas não procurarei descrever as diferenças, mesmo porque seriam apenas definições pessoais e baseadas na minha exclusiva e precária experiência. Vou utilizar a linguagem metafórica para ilustrar que Liderança pode ser vista como uma capa invisível (poderosa e temporária) colocada sobre os ombros do líder, pelos liderados que o escolheram, e que, espera-se, deva ser utilizada sempre em defesa dos valores que o grupo cultiva.

Gerência, por outro lado, é a espada, visível, colocada nas mãos do gerente - não necessariamente escolhido pelos gerenciados – que, espera-se, deva ser usada com destreza para organizar o sistema que o suporta, defendê-lo e conduzi-lo, ordenadamente, pelos caminhos da eficácia e da eficiência.

Chefia, por outro lado, é uma situação ou estado momentâneo, de menor curso e importância, para o qual são - em geral - escolhidos aqueles "aprendizes de gerência" que se apresentam com potencial para o comandamento de ações ou projetos específicos e de maior responsabilidade no futuro. 

Resultado de imagem para lider e gerente diferençaSe procurar na bibliografia disponível vai encontrar, em muitas consultas, que Liderança, Gerencia e Chefia se confundem com comando, direção, governança. Na verdade, as fronteiras entre esses conceitos são difusas. 
  • Quem lidera, gerencia? 
  • Quem gerencia, chefia? 
  • E quem chefia, lidera? 
Tente responder a essas questões. Pare e pense... Quais as respostas certas? Se for afirmativo em todas as perguntas estará certo, se não tiver segurança nas respostas, também estará. Confuso não é mesmo?

A Liderança é sempre passageira e situacional porque depende, além da formação técnica, de valores intangíveis como moralidade, honestidade, integridade e senso de justiça. A liderança é de perfil estratégico. Um líder dificilmente terá uma segunda oportunidade se perder a confiança dos liderados. Ele não pode "perder o seu  "Toque de Midas". 

A Gerência, por seu turno, é objetiva e prática. Seu perfil é tático. Um gerente está menos subordinado aos valores abstratos. Depende mais do seu conhecimento e da sua expertise no assunto que esteja sob sua responsabilidade.

A Chefia é de perfil operacional; respostas automáticas e de ações imediatistas. É a infantaria da tropa.

Resultado de imagem para chefeUma boa ilustração seria dizer que o líder será capaz de transformar um grupo de músicos em uma orquestra sinfônica. Um gerente conduzirá esta mesma orquestra, depois de formada, mas dificilmente influirá nas suas emoções e na sua criatividade. E nessa orquestra, cada conjunto terá sua chefia (as cordas, os metais, os instrumentos de percussão) e os instrumentos de teclas)

A História Universal está plena de exemplos de grandes líderes como Napoleão Bonaparte, Alexandre Magno (O Grande), Júlio César .

Difícil - por outro lado - achar-se registro de que gerentes façam história no mesmo nível e esta, certamente, é uma grande diferença entre Líder e Gerente. Cito como exemplos históricos de grandes gerentes o Cardeal Richelieu na França de Luis XIII e Oliver Cromwell na Inglaterra puritana do século 17.

É um bom exercício procurar na história antiga e contemporânea exemplos de líderes e gerentes...  Quem sabe até alguns chefes. Por exemplo: Jack Welch é um líder ou um gerente? Quais presidentes da República do Brasil podem ser incluídos no rol de líderes na nossa história?

Postado por Herbert Drummond 

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