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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


sábado, 16 de janeiro de 2021

Comece a aprender com os velhos "Dinossauros". Eles estão entre nós...


artigo do experiente jornalista Mário Chimanovitch  escrito para a 3ª página da Folha de São Paulo, na edição de 16 de outubro de 2012, repercutiu em vários blogs importantes. O título por si só já é instigante, "O lamento de um dinossauro". O texto então é primoroso.

O autor - com 67 anos - escreve com leveza e bom humor, mas não esconde o gosto amargo de quem se sente excluído do seu habitat e frustrado por não poder passar sua experiência aos mais jovens. É de fato um lamento.

A rigor o artigo é um libelo O preconceito contra os "velhos dinossauros" nos ambientes corporativos é uma realidade que presenciei inúmeras vezes. É um tema que mostra uma face cruel da sociedade e por ser desconfortável e desagradável é pouco abordado por consultores, palestrantes, escritores e jornalistas. É uma daquelas feridas que a opinião pública não gosta de expor. É um assunto tabu.

Extrai um trecho do artigo para motivar a curiosidade do leitor que haja chegado até aqui:

  • [...] "Ser velho, nestes tempos estranhos, é ser um estorvo, ser inútil, um dinossauro improvável, movimentando-se num universo de frágeis louças. Eu sou um dinossauro e vivo trombando o grande rabo da minha longa história contra as prateleiras deste mundo asséptico. Acho que estou sobrando." [...]
Acho que os jovens realmente ignoram a experiência de vida e a vivência profissional dos seus companheiros de trabalho mais velhos. É um enorme desperdício de conhecimento e talento. Algumas empresas se preocupam com isto e colocam seus funcionários mais experientes para trabalhar em programas de mentoring - que infelizmente são pouco utilizados pelas corporações brasileiras - contribuindo para a formação de técnicos e executivos em seus quadros de pessoal.
Enfim, como membro do "clube dos dinossauros" senti-me meio que na obrigação de divulgá-lo como uma participação para combater esse preconceito que coloca à margem da estrada uma importante fonte de energia corporativa.  E isso é válido tanto para a iniciativa privada quanto para a Administração Pública.




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