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Quinto Horácio Flaco (em latim Quintus Horatius Flaccus, Venúsia, 8 de dezembro de 65 a.C. — Roma, 27 de novembro de 8 a.C.) foi um poeta e filósofo romano, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais importantes poetas da Roma Antiga. Sua Odes exerceram grande influência na literatura e língua latina, e seu poema didático Ars Poetica é uma das bases teóricas da poesia de tradição clássica. A obra de Horácio, assim como a de Virgílio, foi patrocinada por Caio Clínio Mecenas com o intuito de reestabelecer a ordem após a consolidação do Império Romano por César Augusto. Por conta disso, ambos os poetas foram considerados, ao longo do séculos, como os maiores da Roma Antiga, no entanto, muitos críticos modernos rejeitam essa posição. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1cio]


quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

O problema não é meu...

Este, abaixo, é um famoso vídeo de ilustração sobre um dos maiores problemas do dia a dia corporativo. Refiro-me àquelas pessoas (colegas ou colaboradores) que "cultivam" o descompromisso, a autolimitação, o medo do envolvimento e o desinteresse imediato pelos problemas à sua volta que "não lhe dizem respeito."

A animação é antiga - está na internet em vários sites de vídeo e ilustra à perfeição essa péssima característica do ser humano, no mundo moderno. 

Acho que a melhor lição que podemos tirar ao ver o vídeo é a reflexão - que deveria ser permanente e transformada em hábito cotidiano - sobre a covardia de atitude quando assumimos essa postura de que "o problema não é meu e por isso faço que não estou vendo".


O que posso dizer a respeito é que jamais conheci um líder - estou falando de liderança de verdade - cuja postura fosse, sequer, próxima dessa. Por isto recomendo que ao ver o vídeo - seja pela primeira vez ou por uma segunda - pense pelo outro lado da moeda. 

O comprometimento com os problemas à sua volta deve ser um hábito permanente. Seja no mundo corporativo, seja nos mundos fora da empresa, infelizmente é muito comum cruzarmos com essas amebas corporativas que simplesmente se escondem quando decisões precisam ser tomadas. Não dizem nada, não sabem nada, fogem das reuniões e andam de cabeça baixa para não serem lembrados. 

Se por acaso são convocados para alguma participação em grupo ou campanha social utilizam com maestria sua maior habilidade, tornarem-se invisíveis e irrelevantes.

Confesso que tive algumas dessas pessoas como colegas ou como subordinados. Nesses casos buscava recolocá-los no nível dos demais colegas e, confesso, poucas vezes tive êxito. Na verdade, nos ambientes corporativos não há tempo para perder em buscar uma conversão desses tipos. A solução é uma só...



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EM TEMPO - Há um outro vídeo (muito antigo) que aborda o mesmo tema. Se gostou do vídeo acima assista o seguinte que é um clássico. 
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