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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




sábado, 19 de fevereiro de 2011

"O Prazer da Vida Longa" (1): Número de idosos cresce no país

"Costumamos acreditar que o futuro está nas mãos das crianças, mas o Brasil é um país que está envelhecendo. A cada ano temos menos bebês nascendo, e cada vez mais adultos e idosos ativos na população." (texto no site do Jornal da Band)


Este é o primeiro vídeo com o conteúdo da série especial "O Prazer da Vida Longa" que o Jornal da Band está apresentando a partir do dia 14 p.p.
Nesta reportagem o tema principal diz respeito ao crescimento do numero de idosos na sociedade brasileira.
A matéria traz informações uteis e importantes sobre as questões que cercam a saúde dos "jovens de 40 anos" em diante propondo a medicina preventiva como o melhor remédio para se chegar bem à terceira e quarta faixas do "Clube dos Enta".


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"Costumamos acreditar que o futuro está nas mãos das crianças, mas o Brasil é um país que está envelhecendo. A cada ano temos menos bebês nascendo, e cada vez mais adultos e idosos ativos na população.
Enquanto em 1940 a expectativa de vida era de 40 anos, hoje chegamos com muita frequência a completar 73 aniversários, quase o dobro dos nossos bisavós. Isso só é possível graças à melhoria na qualidade de vida e aos avanços na medicina.
Hoje temos opções de tratamento para a maioria das doenças, cirurgias cada vez mais tecnológicas. Como prevenir é melhor que remediar, os exames diagnósticos são a principal arma na luta pela longevidade.
Entre as mulheres um dos grandes vilões é o câncer de mama. Um fantasma que não precisa assombrar ninguém, e pode ser combatido com uma boa prevenção.
Os olhos não duram muito e também tem de entrar na lista de cuidados com a saúde. Com o passar do tempo, não tem jeito, eles vão começar a dar problema e se não forem tratados, o paciente tem grandes chances de ficar cego.
Na corrida pela longevidade as mulheres ganham. Mas essa não é uma realidade só brasileira. Em todo o mundo, o homem culturalmente não costuma ir ao médico com frequência. Enquanto as mulheres têm mais problemas de saúde, os homens, quando descobrem, a doença já está em estágio avançado e eles acabam morrendo mais do que elas, principalmente porque fogem do tão temido exame de próstata."


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