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O Dia Nacional da Música Clássica é comemorado anualmente em 5 de março no Brasil. A data, oficializada em 2009, homenageia o nascimento do maestro e compositor Heitor Villa-Lobos (1887-1959), o maior expoente da música erudita no país. O objetivo é valorizar a produção nacional e o legado de Villa-Lobos.


Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um compositor, maestro, violoncelista, pianista e violonista brasileiro, descrito como "a figura criativa mais significativa do Século XX na música clássica brasileira", e se tornando o compositor sul-americano mais conhecido de todos os tempos. Compositor prolífico, escreveu numerosas obras orquestrais, de câmara, instrumentais e vocais, totalizando mais de 2 mil obras até sua morte, em 1959. Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira na música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contêm nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Heitor_Villa-Lobos]


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Um velho dilema: tarefas ou horários?



[Artigo republicado]
A imagem abaixo é o fac-simile de uma página da Harvard Business Review, edição de fevereiro de 2008. Resolvi publicá-lo pelo tema e conteúdo super atual. 
O título - do artigo- que fala em "geração Y",  refere-se aos nascidos de 1980 em diante. Ou seja, a turma jovem que está - atualmente - se iniciando no mercado de trabalho.
Ninguém pense que é fácil gerenciar tarefas sem se preocupar com horários. Cobrar horas trabalhadas do seu time é a forma mais confortável de gestão. Longe de poder ser classificada como uma atitude de liderança o sistema "cadeira-bunda-hora" (que me desculpem os puristas...) esconde na verdade uma certa incapacidade de transformar o poder e a autoridade do cargo de chefe em reconhecimento de liderança. Obviamente não vamos levar a expressão ao pé da letra. Existem casos e casos. No geral aquele chefe que exige horários de trabalho rígidos e sem flexibilidade (exceção feita às corporações que têm de trabalhar privilegiando as tarefas sem muita preocupação com as "humanidades", por exemplo, os militares) é um lider inseguro que se refugia na autoridade do cargo. É mais fácil punir e demitir do que transformar, ensinar e orientar para os resultados positivos. É fato!
Esse artigo trata desse tema. Vale a leitura.
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Tarefa sim, horário não:
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PS: A "janela Tendência Sustentável" ao final do texto não tem nada a ver com ele. Está na página copiada e não foi possível retirá-lo.
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