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Hoje, 25 de Maio, é celebrado o Dia Nacional da Adoção, data que reforça a importância da convivência familiar para crianças e adolescentes. No estado de São Paulo, mais de mil jovens não escutam um boa-noite de seus pais ao irem dormir, apesar de haver cerca de 8 mil pretendentes aptos a adotar. Esse descompasso ocorre, principalmente, porque muitas crianças que esperam para serem adotadas têm mais de oito anos (em São Paulo são cerca de 700), enquanto a maioria dos adotantes prefere crianças mais novas. Em resposta a essa realidade, o Tribunal de Justiça de São Paulo criou o programa Adote um Boa-Noite (www.tjsp.jus.br/adoteumboanoite), iniciativa premiada no Prêmio Innovare em 2018. Lançado em 2017, o objetivo do programa é dar visibilidade a crianças e adolescentes com mais de 8 anos e/ou com deficiência. Por meio de um site dedicado a eles, são compartilhadas fotos, vídeos e relatos em que apresentam seus gostos, sonhos e personalidade, humanizando as histórias e mostrando-os como sujeitos de direitos e parte integrante da sociedade. O programa também facilita o contato entre pretendentes e as varas da Infância e Juventude, permitindo que interessados se conectem diretamente com as unidades.

pensamento dia

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Frase

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Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell (Trelleck, País de Gales, 18 de maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de fevereiro foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos do século XX. Em diversos momentos, considerou-se liberal, socialista e pacifista, embora tenha admitido que jamais pertenceu a essas correntes num sentido profundo. Como divulgador da filosofia, Russell foi respeitado por muitos como um porta-voz da vida racional e da criatividade, embora as suas posturas em vários temas tenham sido controversas. Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, e faleceu em 1970, vítima de uma gripe, numa época em que o império já se havia desmoronado e o seu poder fora exaurido por duas guerras vitoriosas, mas debilitantes. Russell foi um pacifista e defensor do anti-imperialismo. Inicialmente, chegou a defender a pressão nuclear preventiva como forma de evitar conflitos maiores. Foi preso pelo seu pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, concluiu que a guerra contra Adolf Hitler era um "mal necessário" e criticou severamente o totalitarismo estalinista, além de condenar o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais lutou por ideais humanitários e pela liberdade de pensamento". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell]

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domingo, 9 de maio de 2010

A rendição do Japão na 2ª Guerra Mundial.

Ficheiro:Douglas MacArthur signs formal surrender.jpg


C
onheci este vídeo por meio do e-mail que o meu amigo e irmão maçon Reginaldo Gusmão (frequentador da Oficina de Gerência), Venerável Mestre da Loja Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho), encaminhou-me por saber do meu interesse pelo tema "2ª Guerra Mundial"
Trata-se do filme documentário "Japanese Sign Final Surrender" que exibe as cenas da rendição final e incondicional do império japonês às forças aliadas sob o comando do lendário General Douglas MacArthur a bordo do USS Missouri.
Foi um dia histórico aquele 2 de setembro de 1945 na Baía de Tóquio.
Por muitos anos as gerações do pós-guerra foram privadas de assistir as cenas reais daquela historica solenidade que colocou de joelhos o então orgulhoso, cruel e arrogante governo japonês que na sanha do seu expansionismo  imperialista levou o mundo - na malograda aliança (o Eixo) que fizeram com Hitler e Mussolini na busca insana de dominar o planeta - a um  conflito onde milhões de pessoas inocentes foram sacrificadas só na Guerra do Pacifico. 
Agora, aquelas memoráveis cenas podem ser vistas na sua plenitude historica graças às tecnologias de recuperação de antigos documentários do cinema (preto e branco) e suas transformações em vídeos que circulam livre e democraticamente pela internet. Uma maravilha!

Vejam, no video, o constrangimento e a vergonha, insuportáveis, para os orgulhosos japoneses da delegação que representou o imperador Hiroito. O imperador, nas negociações da capitulação final  foi obrigado por MacArthur, a afirmar  - embora causando um choque cultural no povo japonês - que não era um deus e que a família real só deveria existir se o povo assim o desejasse. 
Não deixem de assistir o vídeo integralmente. É uma cobertura impecável (áudio em inglês). Vocês sabiam que o General MacArthur  utilizou-se de seis canetas para assinar os papeis da rendição e as distribuiu entre seus auxiliares diretos ficando a ultima? Sabiam que representantes de todas as nações aliadas na Guerra do Pacifico também assinaram o tratado na mesma ocasião?  



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José Brain é um grande amigo do blog. Sei muito pouco sobre ele, mas posso afiançar que tem um dos melhores textos frequentam o blog. Escreve pouco, mas sabe o que dizer. Brains escreveu o texto abaixo, também como comentário,  neste mesmo post sobre o tema da Segunda Guerra Mundial e após ler o livro "Memorias da Segunda Guerra Mundial" escrito por ninguém menos que Sir Winston Churchill. Li o livro também e atesto sua excelencia. Publico o texto pela qualidade e porque é marca do blog, publicar como post, comentários dos visitantes que eu considere convenientes para o seu conteúdo. Confiram por favor:

"Maio é marco, ao menos para mim, do final de duas batalhas: a rendição incondicional dos alemães terminando a guerra na Europa – 7 de maio – e o fim da minha leitura das Memórias da Segunda Guerra Mundial, escrita por Sir Winston Churchill – 8 de maio.
Pode até ser que tenha coincidido as datas. Isto depende se você for americano, alemão ou russo.
Lógico que a batalha empreendida para conciliar o meu tempo disponível para as atividades cotidianas e a leitura dos dois volumes das memórias é incomparável ao esforço e sacrifício daqueles que, de forma romântica ou engajada, deram suas vidas num momento tão crítico da humanidade.
Mas valeu a pena. A leitura do livro, é claro. Pena que muitos entendam que tal capítulo da história seja somente um filme acinzentado, mostrando corpos estraçalhados, bombas e terror. Se estudassem um pouco sobre este momento, perceberiam que o que vivemos hoje é reflexo direto daquela época.
Sessenta e cinco anos é pouco tempo para a história. Não é nada para a humanidade. A Idade Média durou 1.000 anos e não provocou mudanças como a Segunda Guerra e a Guerra Fria que veio a seguir.
Para entender os dias de hoje é preciso compreender este passado que molda nosso futuro. A atual União Européia já era um sonho acalentado por Sir Winston Churchill que, tendo aprendido com a fragilidade dos acordos internacionais frente a força da máquina de guerra nazista, olha para o futuro e entende que a Europa só estaria segura da ameaça da máquina de guerra seguinte (comunismo) se fosse criado o “Estados Unidos da Europa”, que poderia ser a atual UE. Isso em 1946....
Outro aspecto inegável é o avanço tecnólogico no meio do retrocesso humano. Penicilina, microondas, radar, motor a jato, computação, teflon, enfim, surgiram na esteira da matança sangrenta dos campos de batalha.
Mas como a “moçada” está mais preocupada em comprar Ipad, Ipod ou Iphone, é torcer para que o Steve Jobs invente logo uma maquininha que converta preto-e-branco em cores.
Quem sabe vira moda dar cores e vida ao cinza, branco e preto a estes tão interessantes filmes-documentário?

Saudações

Brain"

2 comentários:

  1. Maio é marco, ao menos para mim, do final de duas batalhas: a rendição incondicional dos alemães terminando a guerra na Europa – 7 de maio – e o fim da minha leitura das Memórias da Segunda Guerra Mundial, escrita por Sir Winston Churchill – 8 de maio.
    Pode até ser que tenha coincidido as datas. Isto depende se você for americano, alemão ou russo.
    Lógico que a batalha empreendida para conciliar o meu tempo disponível para as atividades cotidianas e a leitura dos dois volumes das memórias é incomparável ao esforço e sacrifício daqueles que, de forma romântica ou engajada, deram suas vidas num momento tão crítico da humanidade.
    Mas valeu a pena. A leitura do livro, é claro. Pena que muitos entendam que tal capítulo da história seja somente um filme acinzentado, mostrando corpos estraçalhados, bombas e terror. Se estudassem um pouco sobre este momento, perceberiam que o que vivemos hoje é reflexo direto daquela época.
    Sessenta e cinco anos é pouco tempo para a história. Não é nada para a humanidade. A Idade Média durou 1.000 anos e não provocou mudanças como a Segunda Guerra e a Guerra Fria que veio a seguir.
    Para entender os dias de hoje é preciso compreender este passado que molda nosso futuro. A atual União Européia já era um sonho acalentado por Sir Winston Churchill que, tendo aprendido com a fragilidade dos acordos internacionais frente a força da máquina de guerra nazista, olha para o futuro e entende que a Europa só estaria segura da ameaça da máquina de guerra seguinte (comunismo) se fosse criado o “Estados Unidos da Europa”, que poderia ser a atual UE. Isso em 1946....
    Outro aspecto inegável é o avanço tecnólogico no meio do retrocesso humano. Penicilina, microondas, radar, motor a jato, computação, teflon, enfim, surgiram na esteira da matança sangrenta dos campos de batalha.
    Mas como a “moçada” está mais preocupada em comprar Ipad, Ipod ou Iphone, é torcer para que o Steve Jobs invente logo uma maquininha que converta preto-e-branco em cores.
    Quem sabe vira moda dar cores e vida ao cinza, branco e preto a estes tão interessantes filmes-documentário?

    Saudações

    Brain

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  2. Grato pelas elogiosas palavras.
    Há muito que se comentar, porém o tempo é pouco para tão laboriosa missão.
    Na medida em que é possível, dou a minha contribuição para enriquecer os debates aqui, no que possivelmente num futuro próximo será enquadrado como TopBlog.
    No mais, já enviei um e-mail direto naquelas contas que você indicou anteriormente. Talvez minha mensagem esteja no “spam”.
    Cordiais saudações,

    José Brain

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.