26 de janeiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia da gula ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia da Gula é celebrado anualmente em 26 de janeiro. A gula é um dos sete pecados capitais, de acordo com a algumas doutrinas religiosas, estando relacionada com a condição de egoísmo do ser humano, quando este deseja ou obtém algo para além do necessário, apenas pelo prazer de possuir tal coisa. O Dia da Gula, no entanto, não tem nenhuma conotação religiosa, mas serve para alertar sobre um grave distúrbio alimentar que acomete as pessoas que consomem grandes quantidades de comida como uma compensação por se sentirem sozinhas, incompletas ou fracassadas em alguma outra área de suas vidas. Neste caso, a gula pode desencadear vários problemas de saúde, como a obesidade e o aumento do colesterol que, por sua vez, podem provocar problemas cardíacos e respiratórios, por exemplo. As pessoas que sofrem de gula devem seguir algumas regras para tentar evitar o instinto guloso, como: Evitar jejuns prolongados; Não fazer refeições com muita fome; Refeições saudáveis a cada três horas; Evitar rodízios e self-services; Ficar atento ao consumo de guloseimas; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir fibras e proteínas; Manter-se sempre hidratado.


Mariano José Pereira da Fonseca, primeiro e único visconde com grandeza e marquês de Maricá (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1848), foi um escritor, filósofo e político brasileiro (https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariano_Jos%C3%A9_Pereira_da_Fonseca)


terça-feira, 21 de novembro de 2023

Direito das minorias se manifestarem. A "Oficina de Gerência" está nessa luta.


Este cidadão, cuja imagem está aqui ao lado, chama-se Dave Mizrahi. Ele mesmo vai se apresentar no vídeo. 

É o depoimento de um brasileiro, maçom e judeu. Ele fala sobre a Noite dos Cristais e a vida dos maçons, judeus e outras minorias nos campos de concentração da Alemanha, na 2ª Guerra Mundial.

Achei o depoimento uma manifestação, "justa e perfeita" de um Irmão Maçom que também é judeu. Novamente estão, eles, os judeus, envolvidos em mais uma das muitas guerras de sobrevivência que travaram ao longo da história, cujas origens remontam a muito antes de Moisés, no Egito, e contadas no Antigo Testamento.

A propósito, sou maçom, com muita honra e orgulho, mas não sou judeu. Me coloco como um defensor de quaisquer minorias que sofram preconceitos e perseguições; falo de negros, indígenas, homossexuais, ciganos, pessoas de baixa renda, com deficiências, mulheres, idosos, palestinos e judeus.

Neste espaço, no blog Oficina de Gerência, sempre que houver oportunidade irei me posicionar em defesa dos direitos das minorias e neste vídeo, achei que uma delas merece o espaço.

Assistam o vídeo e façam seus julgamentos. 


Clique sobre o vídeo para ampliá-lo.
 

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