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📆No Dia Mundial da Vida Selvagem, celebramos a incrível biodiversidade do nosso planeta e a importância de proteger as espécies que habitam nossos ecossistemas. 🐸🐍🐝🐞Cada animal, grande ou pequeno, desempenha um papel essencial na manutenção do equilíbrio da natureza. 🐳🦁🐔🐢Essa responsabilidade é de todos nós! Podemos contribuir com ações simples, como apoiar ONGs de conservação, adotar hábitos de consumo sustentável, reduzir o uso de plásticos e respeitar as áreas protegidas. 🦎🐇🐀Cada atitude conta para preservar habitats naturais e garantir um futuro seguro para todas as espécies, inclusive a nossa! Vamos fazer nossa parte e proteger a vida selvagem, porque juntos somos mais fortes! (https://www.instagram.com/sitioreinoanimal/)


Charles John Huffam Dickens (Portsmouth, 7 de fevereiro de 1812 – Higham, 9 de junho de 1870) foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. No início de sua atividade literária também adotou o apelido Boz. As suas obras gozaram de uma popularidade sem precedentes ainda durante a sua vida e, durante o século XX, críticos e académicos reconheceram-no como um génio literário. Os seus romances e contos são extensamente lidos ainda nos dias de hoje. Apesar de os seus romances não serem considerados, pelos parâmetros atuais, muito realistas, Dickens contribuiu em grande parte para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Dickens}


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Geração Y está se ajustando à realidade do mundo em que vive. (Época)

Imagem extraída da revista Galileu


Ao ler essa matéria na revista Época resolvi trazê-la para o blog. Tudo que se refere à Geração Y tem interessado - desde que surgiu esse novo conceito - a todos os pesquisadores e estudiosos das coisas do mundo corporativo. É Geração Y prá lá, "Geração X" prá cá e já tem até "Geração Z" na parada (veja figura abaixo).

Pois bem, a grande marca da "Geração Y" que é a turma que está predominando como força motriz no mercado de trabalho atualmente (idade entre 30 a 18 anos) era a inquietação com a carreira pessoal sem preocupação com a carreira na empresa, a quebra dos paradigmas tradicionais da gerência e uma elevada autoestima que se confundia com a arrogância dos jovens. Na verdade as organizações estão (ou estavam?) procurando adaptar-se aos hábitos dessa galera. Afinal de contas eles serão o futuro das empresas.
Por isso fiquei surpreso quando li o artigo que a Época publicou em seu último número. A respeitada empresa PricewaterhouseCoopers (PWC)  fez uma pesquisa recente em 75 países, incluindo o Brasil, que deu sinais de alterações significativas no comportamento corporativo da Geração Y. O grupo, antes tão exigente com os benefícios que as empresas lhes ofereciam para não mudar de emprego, mostra-se agora em tempos de vacas magras para seus empregadores mais propensos a aceitar reduções em suas condições de permanência nas organizações.
Sem dúvidas que é uma notícia importante para o mundo corporativo. Afinal de contas a crise é de todos e para todos. Vamos acompanhar esse assunto bem de perto. Por isso recomendo a leitura da reportagem abaixo e ao final cliquem no link laranja para conhecer outra excelente matéria que coletei na revista Galileu sobre o mesmo assunto.
Assistam ao vídeo e leiam com atenção o resumo da pesquisa no quadro "As marcas de Uma Geração Antenada".
Clique no logotipo e visite o homesite

Eles caíram na real 

Acostumados a mimos e salários atraentes, os jovens ajustaram suas expectativas diante da crise financeira global

LUCIANA VICÁRIA (TEXTO), MARCO VERGOTTI, RODRIGO FORTES, GERSON MORA E ALEXANDRE LUCAS (GRÁFICO)

A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho. “Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC).  Não mais. 
Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa inédita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise. O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar menos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.




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