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François-Marie Arouet (francês - 21 de novembro de 1694 — 30 de maio de 1778) foi um escritor, historiador e filósofo iluminista francês. Conhecido por seu pseudônimo M. de Voltaire, ele era famoso por sua sagacidade e suas críticas ao cristianismo — especialmente à Igreja Católica Romana — e à escravidão. Voltaire defendia a liberdade de expressão, liberdade de religião e separação entre igreja e estado. Voltaire foi um escritor versátil e prolífico, produzindo obras em quase todas as formas literárias, incluindo peças de teatro, poemas, romances, ensaios, histórias e exposições científicas. Ele escreveu mais de vinte mil cartas e dois mil livros e panfletos. Voltaire foi um dos primeiros autores a se tornar conhecido e comercialmente bem-sucedido internacionalmente. Ele era um defensor declarado das liberdades civis e estava em constante risco com as rígidas leis de censura da monarquia católica francesa. Suas polêmicas satirizavam a intolerância, o dogma religioso e as instituições francesas de sua época. Sua obra mais conhecida e magnum opus, Cândido, ou O Otimismo, é uma novela que comenta, critica e ridiculariza muitos eventos, pensadores e filosofias de seu tempo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire}

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Roberto Rodrigues, mais uma vez na Oficina de Gerência (Folha de SP)

http://www.marceloabdon.com.br/upload/Roberto%20Rodrigues.jpg
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 professor Roberto Rodrigues dispensa apresentação. Sou um admirador incansável da inteligência e do preparo desse brasileiro ilustre. 

Conheci-o pessoalamente (ele não me conhece) quando participei de algumas reuniões entre o então ministro da Agricultura do primeiro governo Lula, Roberto Rodrigues, e o também ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, a quem eu, como diretor da Codevasf, estava vinculado.

Dois homens públicos brilhantes produziram naquelas oportunidades discussões e debates de alto nível. Tive esse privilégio. De Roberto Rodrigues já acompanhava a trajetória e aqueles contatos rápidos apenas confirmaram-me as qualidades de competência, cultura, organização e planejamento. Pena que não tivesse suportado as mazelas da Administração Pública. Na verdade ele era maior que a função de ministro e pediu o boné. Estava perdendo tempo e o país foi quem perdeu com a sua saída.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTkdwBoKEvaGEjaQWUiWMpLq5uTd3JS1sN77Mv0rCkpMuWzyqR8qajyZiz2aPdfM2EBlH6wXOao9B8-I0hMrD0Wv_0aEnpIZ6SET7gcVr9BMbtIqgTdcCsEHFNlhgX7OjcO2ZPN_jZaLjd/s1600/andes.jpg
Não perco oportunidade de transcrever os escritos dele aqui na Oficina de Gerência quando estão sintonizados com a "linha editorial" do blog. É o caso desse artigo que está abaixo. Aproveitei a edição digital da Folga de São Paulo e o  copiei tal como está na página do jornal.

Roberto Rodrigues escreve sobre as reflexões que exercitou ao assistir a palestra de um empresário uruguaio de nome Nando Parrado que vem a ser um dos sobreviventes do famoso acidente nos Andes conhecido como Tragédia dos Andes ou Milagre dos Andes ocorrido em outubro de 1972

No texto não se fala "sobre a necessidade dos sobreviventes se alimentarem dos companheiros mortos fato que à época teve grande repercussão". A narrativa se atém à saga dramática dos sobreviventes e de onde os sobreviventes tiraram suas forças para aguardar o socorro sabendo que a civilização já tinha desistido de encontrá-los.

Ao final do artigo uma linda mensagem que merece a leitura de todos e por isso estou compartilhando-a com os leitores do blog.
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