||| 07 de novembro DE 2026 ||| SÁBADO ||| Dia INTERNACIONAL DA PREGUIÇA ||| Reflexão: "Não corrigir as próprias falhas é cometer a pior delas". --- Confúcio . |||

 

Bem vindo

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O Dia Internacional da Preguiça celebra-se a 7 de novembro. O intuito do Dia Internacional da Preguiça é lembrar que o descanso é importante para o bem-estar da pessoa, sendo por vezes melhor descansar e não fazer mesmo nada, do que insistir em fazer algo. Apesar de todas as segundas-feiras parecerem o dia da preguiça, a verdade é que existe um dia especial para esta capacidade de ser incapaz. Aproveite o dia para explorar a arte de não fazer nada, o "dolce far niente". O segredo do dia da preguiça é pensar que ao não fazer nada, a pessoa está a fazer algo. Uma sugestão de atividade para este dia, onde poupar energias é uma obrigação, é deitar-se na relva suave e admirar o andar das nuvens com um sorriso no rosto. Caso chova, pode-se deitar dentro de casa, num bom colchão ou sofá. O trabalho e as obrigações ficam para os outros dias do ano.

pensamento dia

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Frase

Frase
Benjamin Franklin (Boston, 17 de janeiro de 1706 – Filadélfia, 17 de abril de 1790) foi um polímata americano que foi um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos; um redator e signatário da Declaração de Independência; e o primeiro diretor-geral dos correios. Como cientista, os estudos de Franklin sobre eletricidade fizeram dele uma figura importante no Iluminismo Americano e na história da física. Ele também mapeou e nomeou a corrente da Corrente do Golfo. Suas inúmeras invenções importantes incluem o para-raios, as lentes bifocais, a harmônica de vidro e o fogão Franklin. Ele fundou muitas organizações cívicas, incluindo a Companhia de Bibliotecas, a Universidade da Pensilvânia, e o primeiro corpo de bombeiros da Filadélfia. Franklin ganhou o título de "O Primeiro Americano" por sua campanha inicial e incansável pela unidade colonial. Ele foi a única pessoa a assinar a Declaração de Independência, o tratado de paz de Tratado de Paris com a Grã-Bretanha e a Constituição. Fundamental na definição do ethos americano, Franklin foi chamado de "o americano mais talentoso de sua época e o mais influente em inventar o tipo de sociedade que a América se tornaria". A vida e o legado de conquistas científicas e políticas de Franklin, e seu status como um dos Pais Fundadores mais influentes da América, fizeram com que ele fosse homenageado por mais de dois séculos após sua morte na nota de 100 dólares e nos nomes de muitas cidades e condados, instituições educacionais e corporações, bem como em inúmeras referências culturais e em um retrato no Salão Oval. Suas mais de 30 000 cartas e documentos foram coletados em The Papers of Benjamin Franklin. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Benjamin_Franklin]

 

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Idosos ameaçados de preconceito no mercado de trabalho pós-pandemia



Preconceito à vista contra os idosos no Pós-Pandemia

(por Herbert Drummond)


Click na imagem e leia a matéria
Passei a vista na Folha de São Paulo do sábado (27/jun) e me chamou a atenção o título da matéria na página B13: “Pandemia deve agravar preconceito contra os mais velhos no trabalho”.
Como faço parte da turma dos “mais velhos”, obviamente tive interesse em ler o texto,traduzido do Financial Times, publicado na Folha. Afinal de contas todos  nós temos idosos nas famílias.
O subtítulo é mais provocativo ainda: “Ideia de que pessoas acima de 60 anos são vulneráveis pode dificultar a permanência delas no mercado”. 
Coitados de nós, velhinhos que ainda estamos com energia para trabalhar “pau a pau” com os menos velhos! O que vão fazer com a gente? Afinal de contas todos têm idosos nas famílias.
Chamo a atenção para a cobertura da mídia onde não se vê destaque para quem, sendo idoso, sobrevive ao ataque do vírus. Coisas da mídia. Eu mesmo tive um caso na minha família onde um parente foi infectado, foi para o hospital e recuperou-se em 10 dias. Tem 73 anos. Mas , voltando à mídia, seria importante que entre aqueles que ficaram doentes, acima dos 65 anos fossem informados os números dos que escaparam com vida.
Quero pelo menos contra-argumentar que pode estar havendo exagero nessa informação de que o Corona é fatal para os velhinhos. Da forma como a coisa está sendo apresentada os idosos têm que viver as suas quarentenas dentro de redomas vedadas, pois se colocarem o nariz para fora o COVID pega e mata.
Por isso trouxe à discussão o tema do artigo na Folha de São Paulo, cujo link destaquei no fac simile acima.
A pandemia está realmente criando um preconceito contra a capacidade dos mais longevos continuarem trabalhando – aqueles que o estão – como estavam antes da eclosão da pandemia.  Os que vão procurar emprego então...
Destaco abaixo alguns trechos da matéria da Folha/Financial Times: 
  • A discriminação por idade já era um problema no mercado de trabalho de todo o mundo antes da pandemia. Agora, ativistas se preocupam com a possibilidade de que a situação se agrave.
  • No Brasil, até 19 de junho, pessoas com 60 anos ou mais representavam 71% das mortes pela doença, segundo o Ministério da Saúde.
  • “É algo que já está me incomodando”, diz Ros Altmann, que foi ministra de pensões no governo britânico.
  • A ênfase na vulnerabilidade dos mais velhos representa uma mudança de foco: no mundo pré-pandemia, especialistas afirmavam que, como muita gente estava vivendo mais e melhor, era preciso encontrar jeitos de essas pessoas produzirem por mais tempo. 
  • “Se existe uma palavra que precisa ser aposentada, é aposentadoria”, escreveu Don Ezra, especialista no tema, em artigo para o Financial Time.
  • A dificuldade agora, para os mais velhos, é que eles estarão disputando empregos —ou tentando manter os que já têm— em um período de desemprego em massa.
O artigo segue nessa linha preocupando-se em como essa questão poderá ser resolvida nesse tempo futuro e cheio de incertezas após a devastação da pandemia.
Recomendo a leitura e principalmente à reflexão sobre como serão os cenários sociais – não só essa questão do emprego/trabalho – mas todas as demais conjunturas que vão cercar as relações entre as pessoas e os sistemas.
Acho que está na hora. O final da pandemia se aproxima e a cada dia que passa se confirma aquele antigo adágio que ensina: “nada será como antes


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