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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Coragem de Barack Obama é digna de um grande líder.


 

É
raro no mundo atual encontrar chefes de estado ou de governo que estejam no mesmo patamar dos grandes líderes da história; aqueles que conduziram seus países a grandes transformações e influíram decisivamente na história das nações. Lembremo-nos de líderes como Churchill, Roosevelt, De Gaulle, Ghandi, Mandela... 
Acho que Barack Obama pode estar no caminho de ganhar estatura para entrar nessa galeria ao escolher o enfrentamento e o afrontamento com um dos mais poderosos lobbies do mundo, o da venda de armas nos EUA. 
Tomou uma decisão que nenhum outro presidente dos EUA antes dele teve a coragem de assumir na história da nação. Está arriscando muito do seu capital em termos políticos. Tudo em defesa dos seus valores morais. Os bilhões de dólares da venda de armas sustenta desde sempre as campanhas políticas de importantes congressistas dos dois grandes partidos no Congresso daquele país. A bancada das armas é considerada imbatível nas duas casas do Congresso nos EUA.
São os lucros monumentais da indústria de armamentos vendidos até em supermercados que irrigam generosamente as campanhas do Partido Republicano (oposição a Obama) e do Democrata (partido do próprio presidente)
Por ai dá para perceber o tamanho e os riscos políticos que o presidente dos EUA resolveu correr para buscar proteger a população americana dos constantes e recorrentes ataques de pessoas tresloucadas às escolas, universidades e supermercados. Todos cidadãos norte-americanos que compraram as armas com toda facilidade. É em nome destas famílias e seus filhos já vitimados e daquelas que ainda o serão no futuro, se continuar a venda livre de armas, que Obama resolveu enfrentar os milhões de conservadores de seu país que defendem com base na segunda emenda da Constituição dos EUA o direito dos proprietários de armas de fogo.
Todos (ou quase) os analistas da política norteamericana apostam que o presidente não conseguirá aprovar seu projeto tal é o grau de aspereza e agruras que o espera. Ele sabe disso tudo e mesmo assim decidiu pelo que achou correto no cumprimento de sua missão como líder maior da nação. Quem deixará de respeitá-lo por uma coragem dessas?
O seu maior apoio será a própria população do seu país. Só a maioria do povo norte-americano poderá abalar o lobby monumental que vai lutar contra a perda dos milhões (ou bilhões) de dólares que acontecerão se Obama vencer essa parada. Os congressistas norteamericanos dificilmente enfrentarão seus patrocinadores para atender à opinião pública. O mundo assistirá, certamente na sua maioria ao lado do presidente, essa batalha de titãs.

E a guerra suja começou no mesmo momento em que o presidente assinava os decretos contra a venda das armas. A NRA (sigla em inglês da Associação Nacional de Rifles da América) divulgava um vídeo (assista abaixo) onde colocou as filhas do presidente no centro da discussão contrapondo que "elas contam com a proteção das armas do serviço secreto e os filhos das pessoas comuns não têm o direito de ter armas para protegê-las". A imagem  ao lado abre o vídeo com a provocação "As filhas do presidente são mais importantes que as suas?"
É dessa coragem que estou falando. Só um líder de grande estatura entraria nessa arena correndo todos os riscos para defender o que acha correto.
 

Escrevi aqui nesse mesmo post que Obama era maçom. Não é verdade. Embora existam muitos sites e irmãos que ainda o colocam como membro da maçonaria fiz uma pesquisa e confirmei que não é. Pessoalmente gostaria muito que fossem maçom, pois seria um orgulho para todos os irmãos. Obama tem o apoio explícito de lojas maçônicas importantes nos EUA, mas não é membro da Ordem. Faço o registro informando que corrigi o texto do post.

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