||| 19 de julho DE 2026 ||| domingo ||| dia nacional da caridade ||| *Reflexão: “O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes.” ― Allan Kardec |||

 

Bem vindo

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O Dia da Caridade é comemorado anualmente em 19 de julho. A data tem como objetivo incentivar a solidariedade, o altruísmo e o cuidado com o próximo, promovendo ações que contribuam para a construção de uma sociedade mais justa e acolhedora. Mais do que a doação de bens materiais, a caridade envolve atitudes de respeito, empatia, compaixão e disponibilidade para ajudar quem mais precisa. Origem da data No Brasil, o Dia da Caridade foi oficializado pela Lei nº 5.063, de 4 de julho de 1966, sancionada pelo então presidente Humberto Castelo Branco. De acordo com a legislação, cabe aos Ministérios da Saúde e da Educação (na época também o da Cultura) incentivar atividades voltadas para a divulgação dos valores da solidariedade e da assistência ao próximo. Desde então, a data passou a integrar o calendário de comemorações nacionais, estimulando iniciativas beneficentes em diversas regiões do país. O significado da caridade A palavra caridade tem origem no latim caritas, que significa "amor ao próximo". Em muitas tradições religiosas, ela é considerada uma das maiores virtudes e está associada ao compromisso de cuidar das pessoas com generosidade e sem esperar recompensa. Embora seja um princípio presente no Cristianismo, a prática da caridade também é valorizada por diversas outras religiões e filosofias de vida, que defendem a solidariedade como um caminho para promover o bem-estar coletivo. Nos dias atuais, a caridade também é entendida como um exercício de cidadania, que pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente de crenças religiosas. mãos de diversas pessoas segurando coração representando caridade Como praticar a caridade? Existem muitas formas de exercer a caridade no dia a dia. Entre as ações mais comuns estão: doar alimentos, roupas e itens de higiene; participar de campanhas de arrecadação; fazer trabalho voluntário em instituições sociais; visitar asilos, hospitais, casas de acolhimento e orfanatos; apoiar projetos comunitários; oferecer tempo, atenção e companhia a pessoas em situação de vulnerabilidade. Pequenos gestos de gentileza, como ouvir alguém com atenção, oferecer apoio emocional ou ajudar um vizinho, também são formas importantes de praticar a caridade. (https://www.calendarr.com/brasil/dia-da-caridade/)

pensamento dia

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Frase

Frase
Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Durante este período, também tomou conhecimento da psicografia. Ele então teria tido contato com um "espírito familiar", que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseudônimo "Allan Kardec" foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na região da Gália (atual França). A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec)

 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Chico Anysio, o artista deixou-nos, mas a estrela vai continuar a brilhar.

O sentimento que nós, seres comuns, experimentamos quando recebemos a notícia da morte de um artista como Chico Anysio é de luto. Não só a sensação de pesar por saber que nunca mais o veremos ao vivo, mas também o vazio que fica no universo à nossa volta. Um vácuo, uma percepção de perda cultural e um momento de reflexão sobre uma parte das nossas vidas que se esvanece, que se extingue. Também é a emoção de um certo orgulho e vaidade porque tivemos o privilégio de viver durante sua vida e de assisti-lo em sua arte. Poderemos contar aos netos que "vimos Chico Anysio na TV, no cinema e no teatro".
Certamente não escreverei aqui sobre a vida Chico Anysio. A imprensa do Brasil e do mundo inteiro está noticiando a morte e homenageando esse homem genial que foi  (e será sempre) um orgulho para o mundo artístico e cultural brasileiro. 
Embora o conheçamos mais pelos seus inúmeros personagens humorísticos criados para televisão ele era muito mais que isso. Foi, além do comediante insuperável com mais de 200 personagens criados (Professor Raimundo, Bozó, Painho, Coalhada, Alberto Roberto, Justus Veríssimo, Salomé, Bento Carneiro, Pantaleão, Nazareno, Haroldo, Azambuja...), também um ator (fora do campo humorístico) de cinema, televisão e teatro; foi diretor de cinema e teatro, escritor com mais de 20 livros publicados, artista plástico de prestígio com muitos prêmios e exposições... Foi um homem de múltiplos talentos no mundo das artes. Restringi-lo apenas como humorista é pouco para o gênio desse grande brasileiro.
Por todas as manifestações de amigos e colegas sobre Chico Anysio surge, além do artista completo que foi, uma figura humana generosa e amada por todos os que com ele conviveram. Em um mundo tão egocêntrico e personalista como é o das celebridades Chico Anysio revela-se como homem que ajudou e apoiou inúmeros jovens que tiveram as primeiras oportunidades profissionais por suas mãos. Cito Tom Cavalcante, Heloisa Perissé e Regina Casé entre muitos outros. 
Também resgatou - pelo seu prestígio e generosidade - as carreiras de humoristas da velha guarda da época do rádio que estavam marginalizados e sem oportunidades, mas que voltaram a aparecer na TV e no cenário artístico na Escolinha do Professor Raimundo.
A sensação dos brasileiros que o amavam e admiravam é a de um cometa radiante que encerrou sua trajetória no universo artístico e transformou-se em uma estrela muito luminosa que continuará a brilhar no céu da arte brasileira. Irá se juntar à constelação de outros astros que cometas também foram e estão brilhando como estrelas nesse mesmo céu. Artistas como Elis Regina, Tom Jobim, Simonal, Dercy Gonçalves, Grande Otelo...
O Brasil está hoje e estará durante muito tempo chorando e entristecido com a morte de Chico Anysio, mas também alegre e enternecido porque lembrar dele será sempre recordar seus tipos famosos e seu humor inteligente.


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