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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Aprenda como e quando usar o Asterisco, dentro das regras.

 

Não pensava que existissem regras para se utilizar asteriscos em textos quaisquer; mas existem sim! Descobri, no excelente site do Pedro Valadares - "Clube do Português" (link de visitação abaixo) - que aquele sinalzinho simpático que está sempre a nos socorrer, não é ou não deve ser produto da nossa vontade ou do acaso. Ele é oficializado na gramática do nosso idioma; tem hora, tempo e local certo para fazer parte dos nossos textos. Ora vejam só! 

Eu que uso (usava) os asteriscos quase para ilustrar textos salvo, claro, aquelas situações clássicas, vou ter que me conter. Leiam a "aula" do Professor Valadares e aprendam a domar esse bichinho saliente que nos ajuda muito.

Clique aqui e visite o website 

Asterisco – quando usar?

asterisco (*) é um sinal gráfico da língua portuguesa que gera muitas dúvidas sobre seu uso. Afinal, qual é sua função e quando ele deve ser utilizado? Confira abaixo as respostas dessas perguntas.

O que é o asterisco?

A palavra “asterisco” vem do latim “asteriscum”, que significa “estrelinha”. Sim, estrelinha, no diminutivo.

Curiosamente, muita gente utiliza essa expressão para se referir ao sinal sem saber que se trata da etimologia do termo.

Seu formato de estrelinha pode variar entre cinco e seis pontas e, além de ser utilizado no âmbito da língua portuguesa, o asterisco também é um caractere curinga na informática.

Quais as funções do asterisco na língua portuguesa?

Na língua portuguesa, o asterisco é usado após ou acima de uma palavra para fazer  um comentário ou uma observação relacionada ao termo em uma nota de rodapé.

Exemplo:

·         O substantivo “alfabetização” é formado pelo verbo alfabetizar acrescido do sufixo -ção*.

* O sufixo - ção é um sufixo nominal de origem latina que retrata ação ou resultado de ação.

O sinal gráfico também pode indicar lacuna ou omissão em um texto, sobretudo substituindo um substantivo próprio. Para isso, basta repeti-lo três vezes.

Exemplo:

O autor do crime, ***, foi apreendido e depois encaminhado à delegacia.

Além disso, o asterisco é inserido antes e no alto da uma palavra para indicar que se trata de uma hipótese. Isso significa que, embora seja provável, a mensagem não é comprovada.

Exemplo:

·         Parecer, do latim *parescere.

Por fim, o sinal também pode ser usado antes de uma frase para indicar que ela é agramatical, ou seja, não respeita as regras gramáticas. 

Exemplo:

·         *Maria gosta uva comer e banana.

Asterisco ou asterístico – como se escreve?

Embora seja frequente ler e ouvir o termo “asterístico”, ele não existe na língua portuguesa. Portanto, não deve ser utilizado. A escrita e pronúncia correta do sinal (*) é asterisco.

*

Quer aprofundar seus conhecimentos na língua portuguesa? Então, continue seus estudos com a Gramática On-line do Clube do Português.

 


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