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Bem vindo

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




sábado, 27 de outubro de 2012

Control directo, indirecto o inexistente de los problemas. (Nuestro Blog)



Coloquei a "chamadinha" da novidade ao lado para indicar que é a primeira vez que vou publicar um artigo do "Nuestro Blog" (blog espanhol do Grupo Finsi) no idioma original. Quem acompanha as publicações da Oficina de Gerência vai lembrar que já postei vários artigos do Nuestro Blog (Clique aqui para saber mais). Só que traduzi todos do espanhol para o português (visite a tag)
Este não; estou colocando-o no idioma original por quatro motivos:
  1. Os textos do Nuestro Blog são muito bem escritos e abordam temas que estão diretamente vinculados à proposta da Oficina de Gerência. 
  2. O conteúdo dele é abrangente e moderno, mas dá um trabalho danado para traduzir.  
  3. O idioma espanhol (eu leio correntemente, mas não escrevo) é mais fácil de ler do que de traduzir e eu tenho um estoque enorme de artigos que recebo do newsletter do Nuestro Blog. Por falta de tempo para tradução vou deixando-os "guardados" no baú da Oficina de Gerência.
  4. Se a experiência der certo terei muito material para postar e enriquecer o conteúdo do blog em benefício dos leitores.
Este post é a rigor uma experiência que faço para dar oportunidade dos leitores para conhecer mais textos do Nuestro Blog (clique no logotipo abaixo) e seus ótimos autores. Peço encarecidamente que quem tiver dificuldades na leitura direta em espanhol mande um "alô" pelos comentários do post ou por e-mail (oficinadegerencia.9@gmail.com). Confio que não haja maiores contratempos principalmente na compreensão do texto. Além do mais sempre existe o recurso do tradutor Google.


Neste artigo da ótima Nuria Fernandez López ela aborda um tema delicado para todos nós. Como é que enfrentamos e controlamos nossos vários tipos de problemas? Como podemos fazer para que eles não afetem nossas vidas ao ponto de produzir desequilíbrios emocionais ou existenciais? Nuria López tece seu raciocínio com objetividade e chega ao final do artigo deixando nas mãos do leitor as ferramentas para afrontar, desafiar, encarar e enfrentar as aflições e agruras que a vida noderna - profissional ou pessoal - nos impõe.
Coloco abaixo um trecho (em espanhol) para dar um gostinho de curiosidade a quem esteja em dúvida sobre iniciar a leitura do texto:

http://1.bp.blogspot.com/-P6d4RSBEHsQ/TtjPXUM92JI/AAAAAAAABS4/iz0eDRQd7eI/s1600/resolvendo_problemas.jpg
  • Tanto si el problema que nos afecta implica control directo, indirecto o inexistente está en nuestra mano dar los pasos hacia (para) la solución. Dentro de nuestro propio control está el aprendizaje de nuevos hábitos, el cambio de nuestros métodos de influencia o del modo en que valoramos las dificultades que encontramos.
http://www.espiritismoeluz.org.br/images/aviso.png
Para facilitar a compreensão da leitura coloquei entre parênteses e com cor apagada a tradução de algumas palavras que têm mais diferença com aquelas do nosso idioma. Na frase acima, por exemplo, a expressão hacia (espanhol) está traduzida com a palavra para (português) entre parênteses. Acho que isso facilitará a compreensão do texto. Espero que os leitores apreciem a iniciativa da Oficina de Gerência.

Clique no logotipo e visite o Nuestro Blog

  Control directo, indirecto o inexistente de los problemas.


Nuria Fernández López
"Si no está en tus manos cambiar una situación que te produce sufrimiento, siempre podrás escoger la actitud con la que afrontes ese sufrimiento." Victor Frankl.
Podemos situar a los problemas que afrontamos  directamente en una de éstas tres áreas:
  • las de control directo (que involucra (envolve) a nuestra propia conducta)
  • las de control indirecto (que involucra la conducta de otras personas)
  • las de control inexistente (problemas acerca de los cuales no podemos hacer nada).
Los problemas de control directo se resuelven trabajando sobre nuestros hábitos. Están dentro de nuestro círculo de influencia.
Los problemas de control  indirecto se resuelven cambiando  nuestros métodos de influencia con las demás personas. Aquí podemos situar habilidades como la empatía, la confrontación, la persuasión. Por lo general manejamos pocos métodos de influencia, solemos empezar (costumamos começar) por el razonamiento y si este no funciona pasamos a la lucha. A pesar de ello podemos trabajar en el aprendizaje de nuevos hábitos.
En el caso de los problemas de control inexistente el esfuerzo se dirige a modificar las propias actitudes. El cambio ha de enfocarse hacia las estrategias de manejo de situaciones que no van cambiar y sobre las que no vamos a poder hacer nada.
La clave (chave), difícil de adquirir radica (reside) en aceptar los problemas y aprender  vivir con ellos,  a pesar del disgusto que supone.
Tanto si el problema que nos afecta implica control directo, indirecto o inexistente está en nuestra mano dar los pasos hacia (para) la solución. Dentro de nuestro propio control está el aprendizaje de nuevos hábitos, el cambio de nuestros métodos de influencia o del modo en que valoramos las dificultades que encontramos.
Uno de las historias que mejor ejemplifican la importancia del cambio de actitud ante problemas de control inexistente es la Victor  Frankl.
Muchos habréis leído su libro "El hombre en busca de sentido" . En el relata las difíciles circunstancias que le toco vivir en los campos de concentración nazis en los que perdió a todo su familia en las cámaras de gas. Fue como os podréis imaginar víctima de todo tipo de humillaciones, torturas y sufrimientos difícilmente imaginables.

El mismo relata como cambió su vida el día que decidió que sí podría ejercer control sobre ella a pesar de las circunstancias y que esté control estaba en su interior en la forma en que decidía como le afectaban las circunstancias vitales, en última instancia tenía la libertad interior de elegir sobre su propia vida.
Este cambio de actitud y la libertad interior que experimentó a partir de ese momento muy probablemente fueron factores determinantes en que consiguiera sobrevivir y sobreponerse a una experiencia vital tan difícil.
Aunque (ainda que) es mucho más fácil decirlo que llevarlo a la práctica hay infinidad de ejemplos, en los que todos podemos pensar, que nos demuestra que este es el camino con el menor coste emocional y personal.
"Si no está en tus manos cambiar una situación que te produce sufrimiento, siempre podrás escoger la actitud con la que afrontes ese sufrimiento." Victor Frankl.


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