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O Dia da Matemática, também conhecido como Dia do Matemático ou Dia Nacional da Matemática, é celebrado anualmente em 6 de maio. A data é destinada a homenagear os profissionais dedicados a essa área do conhecimento, considerada essencial para o processo de evolução das sociedades. Além disso, o dia visa incentivar o interesse dos alunos pela matemática, a partir da aplicação de metodologias de ensino dinâmicas e didáticas por parte das escolas. Origem do Dia da Matemática Símbolos matemáticos Esta data é comemorada informalmente pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática há muito tempo, mas apenas com a lei nº 12.835, de 26 de junho de 2013, que o Dia da Matemática passou a ser oficialmente reconhecido no país. A escolha do 6 de maio é uma homenagem a Júlio César de Mello e Souza, professor de matemática e escritor brasileiro que nasceu em 6 de maio de 1895, no Rio de Janeiro. O Homem que Calculava, a sua obra de maior sucesso (e um dos maiores sucessos de venda da literatura brasileira em todo o mundo) já foi traduzido para doze idiomas. O pseudônimo que utilizava era Malba Tahan, em quase todos os seus 69 livros de contos.


Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei (Pisa, 15 de fevereiro de 1564 – Arcetri, 8 de janeiro de 1642), mais conhecido como Galileu Galilei, foi um astrônomo, físico e engenheiro florentino, às vezes descrito como polímata. Frequentemente é referenciado como "pai da astronomia observacional", "pai da física moderna", "pai do método científico" e "pai da ciência moderna".[https://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu_Galilei]


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Os Deuses do Futebol falaram e o Corinthians celebra a sua primeira Libertadores. É um legítimo campeão.

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Escrevo imediatamente após os dois a zero que o Corinthians aplicou no Boca Juniors conquistando a sua primeira e sonhada Copa Libertadores da América. Mais do que merecida a conquista do Corinthians foi legítima, justa e perfeita. Mais tarde falarei sobre o jogo e principalmente sobre a atuação de Emerson Sheik que foi o grande personagem da final tanto em Buenos Aires quanto hoje no Pacaembu. Um gigante guerreiro que açoitou os costados argentinos impiedosamente com jogadas inteligentes, velocidade imbatível e duas vergastadas de artilheiro oportunista que levaram os milhões de "manos" à loucura. Agora quero escrever  sobre o jogo em um nível acima e mais amplo.
O time sob o firme comando de Tite impôs-se ao grande Boca Juniors e mostrou que uma nova política de gerência e administração do futebol brasileiro está nascendo com o trabalho que a diretoria do agora campeão da Copa Libertadores da América iniciou com Andrés Sanchez.
O primeiro grande acerto foi a manutenção do técnico Tite depois do desastre da Libertadores no ano passado contra o Tolima. Em qualquer outro clube Tite seria defenestrado na hora. Ficou e ai está, fez um trabalho notável e foi o grande artífice dessa conquista. Recebeu um abraço e os cumprimentos de Riquelme ao fim do jogo que valeram como um reconhecimento técnico e moral da superioridade que o time de Parque São Jorge mostrou do primeiro ao último minuto do jogo. 

O Boca Juniors, mesmo lutando com a tradicional garra não brilhou e simplesmente dobrou-se ao melhor futebol dos corintianos não conseguindo conter o ímpeto alvinegro. O Boca lutou com todas as forças, mas foi pouco. Não jogou mal, foi vencido, batido e percebeu que era inferior. O Corinthians foi melhor e venceu com a autoridade dos campeões.
Agora é celebrar e preparar o time para o jogo com o Chelsea de Drogba em Tóquio no fim do ano. E vou dizer desde agora. Se conseguir manter o time e jogar no mesmo padrão é candidatíssimo a mais uma conquista histórica.
Parabéns ao Coringão e à sua apaixonada torcida. Ambos mereceram.

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