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Que a Páscoa de 2026 renove seus objetivos e traga a luz dos novos começos! Que a energia renovadora da Páscoa ilumine o seu 2026, trazendo equilíbrio, prosperidade e tranquilidade para a sua vida! 🤍 Em 2026, que o coelhinho da Páscoa traga não apenas chocolates, mas também alegria, saúde e paz para toda a sua famíli


Érico Lopes Veríssimo[nota 1] (Cruz Alta, 17 de dezembro de 1905 – Porto Alegre, 28 de novembro de 1975) foi um escritor brasileiro.[carece de fontes] Com uma prosa simples e de fácil leitura, tornou-se um dos escritores mais populares da literatura brasileira.[1] Em 1932, publicou seu primeiro livro, Fantoches, e em 1938 obteve sucesso com o romance Olhai os Lírios do Campo, que lhe deu projeção nacional como escritor. "Posso afirmar que só depois do aparecimento de 'Olhai os Lírios do Campo' é que pude fazer profissão da literatura". Seu trabalho mais conhecido, todavia, é a trilogia O Tempo e o Vento, publicada entre 1949 e 1962. Trata-se de um romance histórico que se situa em diversos momentos da história do Rio Grande do Sul. Embora não possuísse diploma de curso superior, Verissimo lecionou literatura brasileira nos Estados Unidos e foi diretor de revistas. Em 1971, lançou Incidente em Antares, uma obra crítica à ditadura militar brasileira. [https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89rico_Ver%C3%ADssimo]


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Os Deuses do Futebol falaram e o Corinthians celebra a sua primeira Libertadores. É um legítimo campeão.

http://e.imguol.com/posters/futebol/libertadores-2012/libertadores2012-corinthians-800x600.jpg

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Escrevo imediatamente após os dois a zero que o Corinthians aplicou no Boca Juniors conquistando a sua primeira e sonhada Copa Libertadores da América. Mais do que merecida a conquista do Corinthians foi legítima, justa e perfeita. Mais tarde falarei sobre o jogo e principalmente sobre a atuação de Emerson Sheik que foi o grande personagem da final tanto em Buenos Aires quanto hoje no Pacaembu. Um gigante guerreiro que açoitou os costados argentinos impiedosamente com jogadas inteligentes, velocidade imbatível e duas vergastadas de artilheiro oportunista que levaram os milhões de "manos" à loucura. Agora quero escrever  sobre o jogo em um nível acima e mais amplo.
O time sob o firme comando de Tite impôs-se ao grande Boca Juniors e mostrou que uma nova política de gerência e administração do futebol brasileiro está nascendo com o trabalho que a diretoria do agora campeão da Copa Libertadores da América iniciou com Andrés Sanchez.
O primeiro grande acerto foi a manutenção do técnico Tite depois do desastre da Libertadores no ano passado contra o Tolima. Em qualquer outro clube Tite seria defenestrado na hora. Ficou e ai está, fez um trabalho notável e foi o grande artífice dessa conquista. Recebeu um abraço e os cumprimentos de Riquelme ao fim do jogo que valeram como um reconhecimento técnico e moral da superioridade que o time de Parque São Jorge mostrou do primeiro ao último minuto do jogo. 

O Boca Juniors, mesmo lutando com a tradicional garra não brilhou e simplesmente dobrou-se ao melhor futebol dos corintianos não conseguindo conter o ímpeto alvinegro. O Boca lutou com todas as forças, mas foi pouco. Não jogou mal, foi vencido, batido e percebeu que era inferior. O Corinthians foi melhor e venceu com a autoridade dos campeões.
Agora é celebrar e preparar o time para o jogo com o Chelsea de Drogba em Tóquio no fim do ano. E vou dizer desde agora. Se conseguir manter o time e jogar no mesmo padrão é candidatíssimo a mais uma conquista histórica.
Parabéns ao Coringão e à sua apaixonada torcida. Ambos mereceram.

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