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Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell (Trelleck, País de Gales, 18 de maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos do século XX. Em diversos momentos, considerou-se liberal, socialista e pacifista, embora tenha admitido que jamais pertenceu a essas correntes num sentido profundo. Como divulgador da filosofia, Russell foi respeitado por muitos como um porta-voz da vida racional e da criatividade, embora as suas posturas em vários temas tenham sido controversas. Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, e faleceu em 1970, vítima de uma gripe, numa época em que o império já se havia desmoronado e o seu poder fora exaurido por duas guerras vitoriosas, mas debilitantes. Russell foi um pacifista e defensor do anti-imperialismo. Inicialmente, chegou a defender a pressão nuclear preventiva como forma de evitar conflitos maiores. Foi preso pelo seu pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, concluiu que a guerra contra Adolf Hitler era um "mal necessário" e criticou severamente o totalitarismo estalinista, além de condenar o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais lutou por ideais humanitários e pela liberdade de pensamento". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell]

 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vida em outro planeta? Parece que estamos chegando perto!


A
 ansiedade e a angústia coletivas que nós humanos temos em descobrir vida em outros planetas é quase uma obsessão.
Livros, filmes, reportagens, documentários, conferências e tudo quanto é tipo de mídia de comunicação já foram e continuam sendo produzidas para sustentar a tese de que não estamos sós no universo.
Bilhões de dólares já foram investidos nessa aventura que apesar do (aparente) fracasso de ainda não haver encontrado o nosso planeta gêmeo fez avançar a ciência indubitavelmente. A construção e a colocação no espaço dos super-telescópios são realidades para mostrar que a busca por vida no espaço infinito  rende conhecimento e faz avançar a sabedoria e a ciência humanas.http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/83/Telescope_Kepler-NASA.jpeg/300px-Telescope_Kepler-NASA.jpeg
Um desses telescópios, na verdade uma sonda espacial, é o Kepler (imagem ao lado)que foi projetado exatamente para "caçar planetas" com características semelhantes ao nosso. E achou! O Telescópio localizou um planeta que a NASA batizou de Kepler-22b (veja imagem mais abaixo). Na verdade o que foi descoberto foi um planeta que "reúne possibilidades de ter água e por consequência o potencial de abrigar vida". Parece pouco, mas não é.
O fato e a notícia compreensivelmente alvoroçaram os cientistas e aguçaram a curiosidade do mundo inteiro. A pergunta irresistível: porque queremos descobrir um planeta gêmeo do nosso? Com a palavra os sábios. Tenho minhas teorias, mas prefiro não revelá-las porque estão mais próximas dos livros e filmes de ficção científica que eu insisto - e desde criança - em consumir de forma (neste caso é fato) quase obsessiva.
Por favor, se estiver no grupo dos curiosos leia a excelente matéria que "transportei" da edição digital da Folha de São Paulo para o blog. Vale a pena.









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