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||| 20 de junho DE 2026 ||| sábado ||| Dia Mundial dos Refugiados ||| * Reflexão: “A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.” ― Sun Tzu |||

Bem vindo

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O Dia Mundial do Refugiado é uma data internacional estabelecida pelas Nações Unidas para reforçar o direito de toda pessoa buscar segurança e proteção, contando com diversos parceiros engajados para assegurar que as pessoas refugiadas tenham oportunidades para mostrarem o que são capazes de fazer. O direito de buscar segurança é para todas as pessoas Há 75 anos, após a Segunda Guerra Mundial, a comunidade internacional assumiu um compromisso histórico: garantir proteção às pessoas forçadas a fugir. Esse compromisso segue mais atual do que nunca, com necessidades crescentes de apoiar as pessoas refugiadas a reconstruírem suas vidas com dignidade e segurança nos países de acolhida, como no Brasil. Proteger refugiados significa salvar vidas em risco, fortalecer comunidades e promover estabilidade por meio de sua efetiva inclusão na sociedade. Quando uma pessoa refugiada encontra segurança e meios de prosperar, toda a sociedade se fortalece e amplia seu desenvolvimento econômico, social e cultural. Neste Dia Mundial do Refugiado, o ACNUR convida governos, empresas, organizações, instituições de ensino e todas as pessoas a manter vivo o compromisso da proteção internacional: até que todas as pessoas estejam seguras e estejam incluídas na sociedade, nosso trabalho não termina.

pensamento dia

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Frase

Frase
Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine. Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas. Biografia: O fabulista grego teria nascido no final do século VII a.C. ou no início do século VI a.C. Heráclides do Ponto na obra Acerca dos Samios, afirmava que Esopo nascera na Trácia. Em suas origens, porém, várias hipóteses foram formuladas: Frígia, Egito, Etiópia, Samos, Atenas, Sardes e Amório. A hipótese de sua origem africana hoje é bastante creditada: o mesmo nome "Esopo" poderia ser uma contração da palavra grega para "etíope", um termo usado pelos gregos para se referir a todos os africanos subsaarianos. Além disso, alguns dos animais que aparecem nas fábulas de Esopo eram comuns na África, mas não na Europa (devemos ter em mente a diferente distribuição na época de animais como o leão berbere, hoje extinto). Também deve ser notado que a tradição oral de muitos povos africanos (mas também dos povos do Oriente Próximo e dos Persas) inclui contos de fadas com animais personificados, cujo estilo muitas vezes se assemelha ao de Esopo.* Certo é que morreu em Delfos, tendo sido executado injustamente, segundo descreve Heródoto (Histórias, II, 134) e a Suda. Segundo Heródoto, Esopo foi escravo do filósofo Janto (Xanto), um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava chamada Rodópis [https://pt.wikipedia.org/wiki/Esopo]

 

domingo, 13 de abril de 2025

O Paradoxo do Nosso Tempo (vídeo e texto)



"O Paradoxo do Nosso Tempo" é um texto famoso, escrito, na sua origem, em 1995, e popularizado por repetidas transmissões da rádio Jovem Pan de São Paulo há muitos anos. 

Quem o  interpreta, no vídeo, é Franco Neto (falecido em junho de 2017), uma das vozes mais bonitas do rádio brasileiro. 

O texto tem a força da perenidade, colocando frente a frente as incoerências e contradições que vivemos, lembrando como a vida pode ser paradoxal em seu cotidiano. Extraí uma frase para ilustrar esta introdução:

  • "Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita frequência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida."

É uma composição inspiradíssima, em tradução livre, de um texto do pastor norte-americano Bob Moorehead.

A rádio Jovem Pan, até há poucos anos, o transmitia todos os dias (e ainda o faz, eventualmente), e sempre que ouço dou uma parada no que estou fazendo para ouvi-lo. 

Consegui achar o texto no YouTube editado em vídeo. Ficou ótimo e - por ser eterno - o trouxe para a Oficina de Gerência mais uma vez. 

Vejam, mas principalmente escutem e depois, para aqueles que ainda não o conhecem e me refiro - notadamente - às gerações mais jovens, para fazerem suas reflexões. Aposto que ninguém ficará "impune" ao impacto do texto. 

Após o vídeo, coloquei a íntegra do texto interpretado por Franco Neto, no vídeo, para quem quiser copiá-lo. Aproveitem. 

Ah! Já ia esquecendo. O texto foi lido pela primeira vez, na mesma rádio Jovem Pan, há mais de vinte anos e nunca perdeu o senso da realidade com o passar dos tempos.



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O Paradoxo do Nosso Tempo 


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.


Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.


Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.


Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.


Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.


Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.


Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.


Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.


Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".


Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.


Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.





Se estiver interessado clique aqui e conheça outra versão de "O Paradoxo de Nosso Tempo", traduzida da versão original do texto do pastor Bob Moorehead, também muito bonita e completa.


2 comentários:

  1. Herbert, meu querido amigo.

    Muito bom esse alerta do paradoxo.

    Um bom carnaval pra vocês o nosso aqui é tranqüilo demais.

    Abrcaos e obrigada pelo carinho de sempre.

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  2. Olá Geórgia,

    Alegria ver você "atravessar o Atlântico" por aqui e poder nos visitar desde a distante Alemanha. Imagino como deva ser o "carnaval" por ai. Posso dizer-lhe que, às vezes, você pode se considerar uma felizarda.
    Um grande abraço e meu melhor agradecimento por haver incluido a Oficina de Gerencia entre os blogs da sua lista de "acompanhados".
    Até breve.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.