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"A presença feminina no mundo atual não ocupa apenas espaços; ela redefine fronteiras. As mulheres são a inteligência que inova, a sensibilidade que lidera e a força que sustenta o progresso de uma sociedade em constante transformação."
Rabindranath Tagore (Calcutá, 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. {}
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Corrupção e a Lei da Reciprocidade
N
ão é fácil escrever sobre corrupção. Nem os jornalistas profissionais
se atrevem - com as exceções da regra - a abordar o tema de peito aberto. São
poucos e de raríssimo espaço nas mídias os estudos acadêmicos sobre a corrupção
no Brasil e me atrevo a dizer no resto do mundo. Pelo menos não se vê com
regularidade, nos grandes veículos de comunicação, pesquisas, estudos ou
ensaios que tratem cientificamente das causas e efeitos da corrupção sobre as
sociedades.
Enão deve ser fácil mesmo, porquanto os agentes da corrupção - corruptos e corruptores - obviamente não se
dispõem a serem objetos de investigações ou pesquisas para os estudiosos.
Sabe-se que a corrupção existe desde que o mundo é mundo. O exemplo de Judas Iscariotes é um caso de corrupção narrado
nos evangelhos. Entretanto não se consegue erradicá-la das estruturas organizacionais
sejam elas de qualquer espécie.
Pela
importância e pelos raros textos que se conhece sobre o assunto é
que me interessei por este artigo - original em espanhol - que vi e li no site
do Blog do Grupo Finsi. Desde
maio de 2011 que publico aqui no blog material que transcrevo
(e traduzo) do Blog Finsi. É um conteúdo riquíssimo que existe por lá. Só
lamento não ter tempo de publicar mais posts deles, mas leio (quase) todos.
O artigo que está abaixo é desses
imperdíveis. O autor - José Luiz Bueno Blanco - é um dos sócios do Grupo Finsi
e autor
de livros na Espanha sobre formação e motivação de grupos. Ele conseguiu
enfocar a questão da corrupção sob um ângulo diferente e com a maestria de que
tem a experiência com pessoas e agrupamentos.
Por ser
um assunto de interesse geral, recomendo a todos que colocarem as
vistas por aqui que conheçam o artigo abaixo. Principalmente os jovens
executivos que estejam iniciando suas carreiras em cargos de confiança. Leiam e
percebam os perigos que todos correm se não estiverem atentos às ciladas e
estratagemas da corrupção.
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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.
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