08 DE janeiro DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia da fotografia e do fotógrafo ||| existem dois dias no ano em que não podemos fazer nada: o ontem e o amanhã.” (Ghandi) |||
Bem vindo
O Dia do Fotógrafo ou Dia Nacional da Fotografia é comemorado anualmente em 8 de janeiro. A data celebra o profissional responsável em captar uma fração de segundo e eternizá-lo. O fotógrafo pode atuar na publicidade, jornalismo, cinema e ainda no campo artístico. Para isso, o profissional mistura os conhecimentos de técnicas fotográficas (efeitos de luz, ângulo e profundidade) com a sensibilidade e, claro, um pouquinho de sorte. Fotografia A fotografia é uma das maiores invenções da era moderna, transformando completamente a literatura e a comunicação no século XX. No Brasil, a profissão de fotógrafo não é regulamentada, porém há tentativas de oficializar a atividade, criando cursos de ensino superior em fotografia, classificando os profissionais como bacharéis ou licenciados em fotografia. A origem do Dia Nacional da Fotografia O Dia do Fotógrafo está oficialmente registrado em muitos calendários como 8 de janeiro, considerada a data em que a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, em 1840.
Públio Virgílio Maro (em latim: Publius Vergilius Maro; Andes, 15 de outubro de 70 a.C. — Brundísio, 21 de setembro de 19 a.C.) foi um poeta romano, por vezes reconhecido como o maior poeta da Roma Antiga. Sua magnum opus, a epopeia Eneida, que narra o ato de fundação de Roma pelo herói Eneias, é considerada o épico nacional de Roma. Também sua obra lírica, principalmente as obras Éclogas (ou Bucólicas) e Geórgicas, é frequentemente incluída entre os principais textos da literatura latina. Há ainda uma série de poemas menores, contidos na Appendix vergiliana, atribuídos a ele. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Virg%C3%ADlio)
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Corrupção e a Lei da Reciprocidade
N
ão é fácil escrever sobre corrupção. Nem os jornalistas profissionais
se atrevem - com as exceções da regra - a abordar o tema de peito aberto. São
poucos e de raríssimo espaço nas mídias os estudos acadêmicos sobre a corrupção
no Brasil e me atrevo a dizer no resto do mundo. Pelo menos não se vê com
regularidade, nos grandes veículos de comunicação, pesquisas, estudos ou
ensaios que tratem cientificamente das causas e efeitos da corrupção sobre as
sociedades.
Enão deve ser fácil mesmo, porquanto os agentes da corrupção - corruptos e corruptores - obviamente não se
dispõem a serem objetos de investigações ou pesquisas para os estudiosos.
Sabe-se que a corrupção existe desde que o mundo é mundo. O exemplo de Judas Iscariotes é um caso de corrupção narrado
nos evangelhos. Entretanto não se consegue erradicá-la das estruturas organizacionais
sejam elas de qualquer espécie.
Pela
importância e pelos raros textos que se conhece sobre o assunto é
que me interessei por este artigo - original em espanhol - que vi e li no site
do Blog do Grupo Finsi. Desde
maio de 2011 que publico aqui no blog material que transcrevo
(e traduzo) do Blog Finsi. É um conteúdo riquíssimo que existe por lá. Só
lamento não ter tempo de publicar mais posts deles, mas leio (quase) todos.
O artigo que está abaixo é desses
imperdíveis. O autor - José Luiz Bueno Blanco - é um dos sócios do Grupo Finsi
e autor
de livros na Espanha sobre formação e motivação de grupos. Ele conseguiu
enfocar a questão da corrupção sob um ângulo diferente e com a maestria de que
tem a experiência com pessoas e agrupamentos.
Por ser
um assunto de interesse geral, recomendo a todos que colocarem as
vistas por aqui que conheçam o artigo abaixo. Principalmente os jovens
executivos que estejam iniciando suas carreiras em cargos de confiança. Leiam e
percebam os perigos que todos correm se não estiverem atentos às ciladas e
estratagemas da corrupção.
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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.
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