30 DE AGOSTO DE 2025 ||| SÁBADO ||| CARIDADE É DOAR-SE E AJUDAR O OUTRO SEM ESPERAR NADA EM TROCA E DEVE SER PRATICADA TODOS OS DIAS.

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segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Vasco vai ter que subir a Colina de S. Januário, de joelhos, para ficar na Série A"

 


O empate do Vasco com o Bahia foi péssimo. O Vasco não tem muito espaço para "sofrer" empates. Derrotas? Nem pensar!

Fui fazer contas com a tábua de classificação e cheguei a algumas conclusões nada agradáveis para nós, torcedores vascaínos. Vi a entrevista do técnico Ramon Diaz dizendo, com muita ênfase, que o Vasco não vai cair.  Todos queremos o mesmo, mas no futebol competitivo querer não poder...

O Vasco jogou mal o primeiro tempo contra o Bahia ontem. Poderia ter, fácil-fácil saído para o intervalo com - pelo menos - 2 a 0 contra si. O time foi uma sombra dos dois jogos anteriores, denotando uma irregularidade que não tem mais cabimento de acontecer na situação atual do Vasco. Erros grosseiros de marcação, posicionamentos e passes principalmente.

Observem o que a "matemática de classificação do Vasco" nos informa;
  • O time tem 17 pontos ganhos em 21 partidas, ou seja, em 63 pontos jogados. Isto equivale a uma eficiência de meros 27 %.
  • No Brasileirão ainda faltam ser disputados 16 jogos (para o Vasco serão 17, pois tem um jogo a menos na tabela). A próxima rodada será a  22ª, para chegar ao final das 38 voltas.
  • Vamos ao Vasco: 17 jogos significam que serão 51 pontos em disputa.
  • O Vasco, para não cair, deve ter como meta - mínima e única - alcançar os 46 pontos (já expliquei isso no post da semana passada - clique aqui).
  • Se são 63 pontos em disputa e o Vasco já tem 17 ganhos, significa que para alcançar a meta (46) faltam 29 pontos para sair da zona de rebaixamento ao final do campeonato.
  • Isso, vale dizer, atingir a eficiência de 57% daqui até a última rodada. Importante lembrar que a eficiência do time nas 21 rodadas do Brasileirão chegou, apenas, aos 27%.
  • O Vasco terá de quase que, dobrar sua competência e o consequente rendimento do grupo (não vou chamar esse grupo de equipe, ainda).
  • Vamos convir que para se chegar a este nível há que não se desperdiçar algo que o Ramon Diaz não tem... tempo.

Me dei ao trabalho, então, de fazer um breve estudo (desculpem a pretensão) onde, relacionei quantas vitórias, empates e derrotas o Vasco ainda terá em sua campanha, para não cair abaixo dos 46 pontos. Vejam abaixo:

1º Cenário: nos 17 jogos que faltam ser disputados o Vasco obtém 10 vitórias, sem empates e pode ter até 7 derrotas. Neste cenário alcança os 30 pontos e com os 17 perfaz  e até ultrapassa os necessários 46 pontos; e permanece (com riscos) na 1ª divisão. Situação ideal.

2º Cenário: nos mesmos 17 jogos, o Vasco chega a 9 vitórias. Terá, então, que empatar 2 jogos para chegar aos 29 pontos e poder perder, no máximo, 6 jogos. (façam as contas).

3º Cenário: 8 vitórias (24 pontos); só poderá empatar 5 jogos para completar os 29 e perder  4 jogos (lembrar que só faltam 17 partidas...).

4º Cenário: Considerando que os leitores (principalmente os vascaínos) já entenderam a mecânica dessa "matemática", este cenário será de 7 vitórias (21 pontos); limite de 8 empates e derrota  só em 2 jogos.

5º cenário: 6 vitórias (18 pontos); terá de empatar os 11 jogos restantes para alcançar a meta dos 29 pontos; mas não poderá perder. Uma só derrota significará alcançar apenas 45 pontos e o risco total de ser degolado.

Conclusões óbvias e realistas, na pior situação o Vasco terá de conseguir trabalhar entre os 3º e o 4º cenários. O 1º, o 2º não são realistas e o 5º é utópico. Ou seja, a torcida terá que ficar fazendo contas até a ultima rodada.

Pessoalmente acho viável o Vasco, em 17 jogos ganhar 8, empatar 5 e perder 4; Tem elenco para isso, mas vai ter jogar muito mais que o que apresentou ontem contra o Bahia. E cada jogo será uma decisão.


No 2º turno do Brasileirão, até agora, só enfrentamos 3 clubes: Atlético-MG, Palmeiras e Bahia. Os 17 restantes serão... todos os outros. Os primeiros sete jogos (decisivos para saber se fica ou não na 1ª divisão) serão, pela ordem, Fluminense, Coritiba, América-MG (jogo atrasado), Santos, São Paulo, Fortaleza e Flamengo, dos quais 4 serão em casa e 3 fora. 

Aqui é importante lutar para que o estádio de São Januário seja liberado pela Justiça Comum que em decisão arbitrária (não sou eu quem o digo e sim toda a mídia esportiva e não esportiva) interditou o estádio com base numa denúncia, sem provas, do Ministério Público do Rio de Janeiro.  Absurdo!!!

Enfim, que os torcedores e especialistas da mídia façam as suas contas. Fiz as minhas. Como torcedor que ama o Vasco e quer sempre o seu melhor, confesso-me descrente, mas mantenho-me confiante que um "meio milagre" possa acontecer. Vai ser uma epopeia.

O mal que a "777 Partners" e sua SAF e a própria diretoria do clube (por omissão) fez ao Gigante de São Januário, no início do campeonato, pode ter sido uma ferida mortal. Resta-nos rezar e torcer. O plantel que hoje está no Vasco tem condições de conseguir chegar aos 29 pontos que faltam para o clube sair (de fininho) da zona da degola, mas como disse no título do post, "vai ter de subir a colina de São Januário de joelhos".

Se o elenco assumir o compromisso moral com o objetivo e se unir para valer com a torcida que não vai faltar com o apoio aos jogadores. Os atletas terão de ser heroicos e é isso que preocupa. "Dar o sangue" pelos seus clubes, não é muito comum à maioria dos atletas profissionais em nossos tempos... 

Vai ser muita luta e sofrimento...

Ver abaixo a classificação atual do Brasileirão

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domingo, 3 de setembro de 2023

Regras do Sucesso - Tony Robbins


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É caso raro que alguém, curioso ou interessado na temática da liderança, da gerência e do sucesso, desconheça quem seja Tony Robbins. Em todo caso, clique no link e visite a sua página pessoal. Eu recomendo. 

Sou suspeito para falar sobre ele. Acompanho sua trajetória desde os tempos em que ainda era Anthony Robbins - final dos anos 80 -  e já se firmava como dos expoentes mundiais da PNL (Programação Neurolinguística), com a edição do seu primeiro livro, "O Poder Sem Limites", que imediatamente se tornou um best-seller e ainda hoje é um dos mais vendidos no mundo com mais de 20 edições.  

Robbins tem máxima autoridade para falar sobre sucesso; ele é um exemplo vivo e personalizado de alguém que chegou ao topo e se mantém atual e em plena efervescência criativa com palestras, livros e trabalhos como coach de grandes personalidades. É uma estrela hipergigante no universo em que vive.

Quem quiser saber mais sobre esse personagem fascinante do mundo da autoajuda procure no Google em Tony Robbins (clique aqui) e navegue pelos 19.200.000 links que se apresentam.

Aqui, o que lhes apresento são as suas famosas “Regras do Sucesso”. Na verdade, são “dez mandamentos” que Robbins listou com base na sua experiência e vivência e que se consagraram na bibliografia referente aos temas do sucesso pessoal. 

A bem da verdade, se você leitor, procurar "Regras de Sucesso" no Google (clique no link), vai encontrar uma infinidade de páginas e sites, cada qual com "suas" regras. É incrível!

Tem regras do Bill Gates, do Steve Jobs, do Trump, Elon Musk, Warren Buffet, Silvio Santos, Abílio Diniz e mais um sem-número de celebridades conhecidas e ilustres desconhecidos que se consideram (e muitas vezes, de fato, o são) homens e mulheres de sucesso que defendem suas regras (veja imagem abaixo). Todavia, as mais famosas e reconhecidas são as do Tony Robbins. Concordo e por isso mesmo compartilho-as aqui.



Cada uma das regras, nesse texto do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching), vem acompanhada de um breve comentário. O que eu sugiro é que cada um faça as suas reflexões, críticas e julgamentos sobre as atitudes, comportamentos e situações, de modo que exercite o seu pensamento, sua experiência e a sua própria vivência. Selecione aquelas que tenham mais afinidades com o seu perfil pessoal e profissional e monte, também, as regras para... o seu sucesso. 

Ah! Façam também um "exercício" do tipo: onde ele escreve "cliente", leia chefe, concorrente, equipe, família... Será uma excelente dinâmica pessoal para expansão de seu conhecimento.

Boa leitura e bom aprendizado.


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Visite o IBC aqui
Anthony ou Tony Robbins, como é mais conhecido, é um dos principais nomes do cenário de Coaching do mundo. Seus programas focados em desenvolvimento pessoal já ajudaram a mudar a vida de mais de 50 milhões de pessoas espalhadas por mais de 100 países. Estima-se que seu nome valha em torno de 480 milhões de dólares e sua imagem ainda mais. Um grande sinônimo de sucesso, ele tem inúmeros conhecimentos para transmitir sobre o assunto.


Quem é Tony Robbins?


Nascido no dia 29 de fevereiro de 1960, na cidade de Glendora, Califórnia, Estados Unidos, Tony Robbins se tornou um dos maiores nomes do segmento de desenvolvimento pessoal. Sua infância foi bastante pobre e difícil, a mãe de Tony tornou-se alcoólatra após ser abandonada pelo marido. Assim, desde muito jovem ele se tornou o responsável pelos seus irmãos.

Uma história que poderia tê-lo abalado e levado para um caminho oposto serviu como base para construir o seu legado. Atualmente, Robbins é um dos maiores empresários norte-americanos, estando à frente de mais de 30 companhias de setores variados. Os programas de desenvolvimento no formato de vídeo, áudio, imersões e treinamentos já impactaram mais de 50 milhões de pessoas no mundo todo.

Embora não seja graduado em nenhuma universidade, Tony Robbins sempre teve um grande desejo de aprender e soube aproveitar as oportunidades dadas pela vida. Uma das passagens mais significativas do seu caminho de desenvolvimento e preparo foi o treinamento feito com John Grinder, um dos criadores da técnica de PNL – Programação Neurolinguística.

Tony tornou-se um dos principais divulgadores dessa metodologia e reconhecido pela sua popularização. Na década de 1980, começou a oferecer treinamentos e não demorou para começar a ser extremamente requisitado. Robbins já trabalhou com grandes nomes, como: Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos; Serena Williams, uma das maiores campeãs de tênis do mundo; o ator Hugh Jackman, integrantes da banda Aerosmith, a apresentadora Oprah Winfrey, entre outros.


10 regras para ter sucesso na vida profissional de acordo com Tony Robbins


Você deseja tornar-se mais bem-sucedido na carreira profissional? Então continue lendo e descubra quais são as dez regras do sucesso de acordo com Tony Robbins.

1 – Mude seu pensamento sobre si mesmo

Tony Robbins já surpreendeu muitas plateias ao falar a respeito da forma como a mente humana é previamente preparada para desejar sempre menos do que pode ter, para estar pronta para perder e para achar que não tem chances de realizar os seus sonhos. O primeiro passo rumo ao sucesso é mudar essa percepção de si mesmo, ou seja, acreditar que pode e que terá sempre mais para conquistar.

Lembre-se que você é aquilo que acredita ser, então, se continuar pensando que é alguém sem chances verdadeiras de sucesso, acabará ficando, de fato, preso a essa verdade. Dedique um tempo a pensar melhor sobre as suas capacidades e habilidades, encontrando mais força para seguir adiante.

2 – Cumpra o que promete a si mesmo

Pessoas que acreditam não ter talento para o sucesso geralmente são descompromissadas consigo mesmas. Basicamente, não levam a sério aquilo que se comprometem a fazer e, por isso, acabam deixando muitas pontas soltas ao longo do seu caminho. Ao assumir um compromisso verdadeiro de realizar seus objetivos você se coloca em uma posição mais suscetível a se tornar bem-sucedido.

Quanto mais fugir de fazer aquilo que precisa para se consolidar em uma posição de destaque, mais terá problemas para alcançar a realização completa. Então, lembre-se sempre do quanto é relevante cumprir aquilo que promete a si mesmo.

3 – Tenha metas ambiciosas

Uma das principais lições de Tony Robbins para quem deseja se tornar bem-sucedido é estabelecer metas ambiciosas para a sua vida. Quando não há busca por algo maior, é muito mais fácil ficar estagnado e sem chances de crescimento. Ao concretizar um objetivo pequeno, permita-se ficar feliz, mas não se acomode. Faça um planejamento mais audacioso para um próximo passo, de maneira a potencializar as suas conquistas.

Ao iniciar uma nova jornada rumo a uma realização, faça um plano criterioso de cada passo, a fim de se manter na direção previamente estipulada. Quanto mais alto são colocados os planos, mais eles motivam o indivíduo a perseguir o sucesso. As pessoas mais realizadas na vida são aquelas que dedicaram parte do seu tempo a sonhar.

4 – Trate todos os clientes como se fossem novos

Muitos profissionais dedicam uma atenção especial para os novos clientes porque têm o desejo de fidelizá-los, mas esquecem de oferecer o mesmo tratamento para os clientes mais antigos. Conforme o tempo vai passando e a relação vai se consolidando, parece natural deixar de ser tão próximo e preocupado com o seu cliente, mas esse comportamento não deve ser validado.

Pense em todos os clientes como novos para ter certeza de que dispensará para cada um deles o melhor tratamento possível. Manter o frescor de uma relação em construção pode ser o grande segredo para ter uma clientela fiel por um período prolongado.

5 – Mantenha-se numa crescente

Tudo aquilo que não se mantém em crescimento começa a morrer, essa máxima é extremamente válida para quem deseja alcançar o sucesso. O ideal para ter uma chance verdadeira de ser bem-sucedido é estabelecer que todos os dias você perseguirá um objetivo que te tornará alguém melhor em algum aspecto da sua vida.

Por exemplo, você pode estabelecer que diariamente vai ler pelo menos 10 páginas de um livro que ensine algo novo ou vai treinar alguma atividade relevante para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Quando você inclui um tempo dentro da sua rotina atribulada para o seu crescimento pessoal, está se encaminhando para mais perto do ponto de chegada.

6 – Faça melhor do que o esperado pelos clientes

Quantas vezes você ficou impactado e indicou empresas que te surpreenderam positivamente? Por exemplo, você viu uma blusa de que gostou na internet e decidiu comprar, o prazo de entrega previa 7 dias úteis. Embora esteja conformado, pensa que gostaria de ter o item comprado mais rapidamente em suas mãos.

Eis que o inesperado acontece e em apenas 2 dias úteis a encomenda chega. A sua satisfação com essa compra passará automaticamente a ser maior. Leve esse conceito para a sua forma de atuar no mercado também, entregue mais do que o esperado pelos seus clientes. Essa é uma boa regra para a conquista do sucesso.

7 – Potencialize o uso dos seus recursos

Tony Robbins gosta de instigar as pessoas para as quais apresenta seus métodos a refletir se estão utilizando os seus recursos da maneira mais assertiva possível. Será que todos os seus colaboradores estão entregando o máximo permitido pelo seu potencial? Será que as redes sociais do seu empreendimento estão sendo usadas da melhor forma possível?

Faça constantemente essa reflexão a respeito de como seus recursos têm contribuído para um melhor posicionamento no mercado. Encontre novas possibilidades para utilizar tudo o que possui em suas mãos. Esteja sempre reavaliando a maneira como cada recurso vem sendo empregado e como poderia gerar mais retorno.

8 – Trace sempre um plano B

Uma parte significativa do que planejamos não sai como o esperado e, dessa forma, é crucial ter um plano B para resolver eventuais situações complicadas. Mesmo quando tudo parece estar caminhando para dar certo, é essencial pensar em uma estratégia para se reposicionar caso a maré vire.

Ter um segundo plano de ação não significa que você não acredita no potencial do que planejou, apenas que deseja se assegurar caso aconteça alguma situação que escape de suas mãos. Essa forma de agir também permite realizar seus objetivos com mais tranquilidade, a pressão de ter que fazer algo dar certo pode reduzir a clareza da concretização dos seus objetivos.

9 – Terceirize o que for necessário

Um grande erro que muitos empreendedores cometem é o de querer fazer tudo em suas empresas, seja buscando economizar ou por não confiar na capacidade de seus colaboradores. Centralização é o caminho mais rápido para o insucesso, pois não te deixa focar nas questões que são realmente relevantes.

O ideal é fazer uma análise dos resultados que vem obtendo com a sua forma de trabalhar até o momento para entender quais são os pontos que podem ser delegados. Aprender a distribuir tarefas para os membros da sua equipe é essencial para que todas as atividades sejam realizadas com a excelência e a atenção que merecem.

10 – Fique de olho nos detalhes

Uma das principais regras difundidas por Tony Robbins para alcançar o sucesso é prestar atenção aos pequenos detalhes, afinal, eles podem mudar completamente a percepção das coisas. Quando se está à frente de um empreendimento, é bem importante levar em consideração todos os pontos estruturais para encontrar brechas de crescimento e melhoria.

Dentre as atitudes que podem te ajudar a se manter mais focado nos detalhes estão: enviar mensagem de aniversário para os clientes, ter um departamento de pós-venda bastante focado em acompanhar a jornada do consumidor com o produto, ter um canal de comunicação sólido, entre outros. Enxergue além e faça com que os consumidores vejam um diferencial na sua empresa e nos seus produtos.

Se tem uma coisa que Tony Robbins entende é de sucesso, então, guarde todas essas regras e coloque-as em prática, pois elas certamente te ajudarão a trilhar um caminho fantástico de desenvolvimento e realização. Se gostou, compartilhe com seus amigos e leve o conhecimento adiante!



1)  Se desejar ler o texto no site original clique aqui 
2) As imagens que ilustram o post não existem no site original, foram incluídas pela Oficina de Gerência

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 Considero imperdível e por isso mesmo mais que sugiro, recomendo, que assistam, no Netflix,  o documentário "Eu não sou seu Guru" (thriller abaixo), onde Tony Robbins comanda um dos seus famosíssimos seminários, com centenas de pessoas que se deslocam do mundo inteiro para participar. Não há como ficar indiferente à forma como Robbins conduz, mostra e provoca emoções na plateia.


Os clientes são fãs incondicionais das técnicas de coaching nada ortodoxas de Tony Robbins. Conheça os bastidores do megaevento anual que atrai milhares de participantes.

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sexta-feira, 1 de setembro de 2023

Bora coisar ???

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Eu coiso, tu coisas, ele coisa...  

Não! Não é brincadeira não! É gramática na veia! O verbo "Coisar" existe oficialmente no VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) e é apresentado como "verbo defectivo de 1ª conjugação, sendo mais usado nas primeiras e terceiras pessoas do singular e do plural".

Trago o tema ao blog, ilustrado por um artigo publicado na Folha de São Paulo, para tirar dúvidas, que há bem pouco tempo, também eu as tinha, que (quase) todos os verbos, adjetivos, substantivos... podem ser substituídos pelo - também verbo - coisar. Que coisa!

Comecemos pela definição na origem: coisa (clique no link para saber). A partir daí, expressar-se com... "coisa", substituindo tudo que se possa aplicar com a palavra, tanto se popularizou que foi incorporada ao vocabulário comum, ou seja, virou um neologismo com direito a ser verbo (clique aqui e veja a conjugação completa)

Assim sendo, caros leitores, quando aquela palavra que queira usar, no bate-papo trivial, lhe der um branco, não se sinta constrangido em substitui-la pela conjugação - adequada, é claro - do verbo coisar.

Leia o artigo abaixo, da jornalista Bia Braune, que além de informativo é muito bem-humorado.

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Clique aqui e visite a Folha de São Paulo

De tanto que as pessoas coisam, até dicionarizaram esse verbo

O problema é que, objetificando tudo indiscriminadamente, pouco se atenta para o quanto as coisas em si são sensíveis


Coisar, todo mundo coisa. Ou em algum momento já coisou. "Amigão, tem como coisar isso aqui para mim, rapidinho?" "Soube da fulana? Ihhh, ouvi dizer que tá toda coisada!" "Eita, não entendi. Bora fazer o seguinte? Primeiro a gente vai coisando, depois a gente vê."

De tanto que as pessoas coisam, dicionarizaram o verbo. Tá em dúvida, pode coisar no Aurélio. O problema é que, objetificando tudo indiscriminadamente, pouco se atenta para o quanto as coisas em si são sensíveis.

Na colagem digital de Marcelo Martinez, as cores da bandeira francesa e um vaso sanitário antigo. Do vaso, sai um balão com a fala "Liberté, égalité, usê le bidê!
Marcelo Martinez

Descobri isso graças às privadas francesas. Reparando num papelzinho colado em cima dessas de beira de estrada. "Trate-me bem, mantenha-me limpa... E eu não contarei a ninguém o que eu vi você fazendo!" Ou seja: era uma privada chantagista.

Não, não foi um caso passivoagressivo isolado. Nas mais diferentes cidades, nos mais variados toaletes, me deparei com o mesmo joguinho sujo. Maucaratismo higiênico, sim.

Aliás, já ia esquecendo: não disse que as coisas só têm sensibilidade para o bem. Disse? Vide a autoestima delirante dos bombons vagabundos. Quanto mais esbranquiçados e com gosto de parafina, maiores as chances de a caixa garantir "bombons finos". Pior: "sortidos", na falsa impressão de diversidade. Sabendo muito bem que os de banana e de coco são marginalizados.  

Publicidades do Bombom "Sonho de Valsa" nos anos de 1917, 1954 e atualmente.

De toalha que enxuga feito lixa a cigarro que empesteia o ambiente, sem filtro e sem noção, existem métodos para tapear a canalhice de qualquer coisa. Quanto mais bagaceira, mais ela ganha embalagem de "requinte e sofisticação", com seu código de barras da empáfia. O QR code da cara de pau.

Sabonetes, não. Esses são dotados de fair play invejável. Eu mesma, reles humana, daria tudo pela inteligência emocional do saponáceo que adorava ser usado —e por nove entre dez estrelas. Sem nenhum ranço ou mágoa pela única que vazou, indo se lavar na concorrência.

E essa coisa de se achar "vice-líder" em vez de "segundão" ou "semi-loser"? Existe refrigerante altruísta assim. Com rompantes tão genuínos de altivez que chegam a comover. Ele sabe que não é essa gostosura toda, mas tem quem beba? Claro. Então pode ser ele? "Pode ser!", inclusive no slogan. Amor próprio é isso aí.

Fica, portanto, a lição de vida da natureza morta. Coisas ensinam muito sobre humanidade. Nos momentos de dor e dúvida, que a gente saiba parar diante de um espelho amigo para refletir e se autocoisar. Se até as privadas francesas têm sentimentos, por que você não? Que merda.

👉 Se quiser ler o artigo no site original clique aqui

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quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Home Office, Presencial ou Híbrido - Qual vai prevalecer?

 

Home office continua sendo tema e assunto muito debatido nos salões do mundo corporativo. Agora mesmo, "pesquei" uma matéria no Estadão informando que a Big Tech Amazon, deu uma ultimato aos seus funcionários que continuam resistindo ao modelo de trabalho chamado de híbrido. Ou sejam, não querem trabalhar presencialmente nem um dia sequer.

Trago o assunto ao blog para ver se - pelo menos entre os leitores da Oficina de Gerência podemos criar um debate de opiniões a respeito do assunto.

Percebo com clareza, em leituras, palestras e entrevistas que tenho acompanhado, que há uma divisão que se aprofunda entre os gerentes/executivos e seus funcionários. Aqueles, favoráveis ao trabalho presencial ou o modelo híbrido (clique no link) e estes, buscando manter-se no emprego com o home office puro ou, no mínimo, o sistema híbrido.

Não vou aqui fazer proselitismos entre as modalidades. No final das contas é a empresa e suas lideranças quem devem definir qual ou quais as melhores formas que têm para entregar seu produtos e buscar se adaptar às mudanças que o mercado apontar. Elas, as corporações, é quem devem estar atentas às tendências que estão sendo adotadas nos seus negócios. 

Como todas as mudanças importantes pelas quais passaram as sociedades, ao longo dos tempos, uma decisão errada nesse nível pode causar estragos deletérios ou impulsionar as empresas em seus empreendimentos. Exemplos não faltam nas histórias das organizações.


Analisando o caso da Amazon, com base na matéria que trago para ilustrar o tema, destaco uma frase do seu CEO dizendo que : "não era correto que alguns funcionários estivessem no escritório três dias por semana, enquanto outros se recusavam a fazê-lo."

Direi, no meu modo de ver a coisa, que o princípio está errado. Em casos de empresas gigantes - como a Amazon - a estratégia do tudo ou nada não é recomendada. Como diz a sabedoria popular, "nem tanto ao mar, nem tanto à terra". Há que se encontrar meios termos de situações que possam ser negociadas entre empregados e patrões. 

Não sei como ficou a Amazon nesta situação. Acho que a coisa ainda está rolando. Entretanto o que pode ser visto no mundo corporativo é uma enorme pressão dos chamados recursos humanos, para que o trabalho presencial - exceto aqueles em que são obrigatórias as presenças físicas dos empregados para prestação do serviço contratado - seja flexibilizado.  

A questão está longe de ser equacionada. É uma queda de braço entre titãs. Apostaria que a médio e longo prazo os trabalhadores vão conseguir ganhar a parada. É tendência permanente da humanidade buscar a melhoria da sua qualidade de vida e a presença diuturna dos empregados nas empresas não contribui para isso.


Caso o leitor tenha interesse em conhecer um pouco mais desse debate listei ao final do post três links que selecionei a fornecerão uma boa ideia dos seus pontos mais destacados.


http://iurfeg.blu.livefilestore.com/y1poc8ZPE5giLAoeSoC5IpIl0i8iXHx1kD0hUsExBaNoOMSskJi6shBeeHl_phfJo13j6rd17ykQfpvNymHfy-2Vg

Visite o WebSite do Estadão

Fim do home office: CEO da Amazon dá ultimato a funcionários que resistem ao modelo híbrido


Funcionários da Amazon têm resistido à política de retorno ao escritório da empresa há meses — e parece que o CEO Andy Jassy já perdeu a paciência. Durante uma sessão interna de perguntas e respostas gravada no início deste mês de agosto, Jassy disse aos funcionários que já tinha “passado da hora de discordar e se comprometer” com a política, que exige que os funcionários corporativos estejam no escritório três dias por semana.

A frase “discordar e se comprometer” é um dos princípios de liderança da Amazon e era frequentemente usada pelo fundador da empresa e atual presidente executivo, Jeff Bezos.“Se você não pode discordar e se comprometer, provavelmente não vai dar certo para você na Amazon”, disse Jassy, acrescentando que não era correto que alguns funcionários estivessem no escritório três dias por semana, enquanto outros se recusavam a fazê-lo. Seus comentários foram relatados primeiramente pelo Business Insider e depois compartilhados pela Amazon.

Andy Jassy - CEO da Amazon

A atual determinação de comparecimento ao escritório, que foi anunciada em fevereiro e entrou em vigor em maio, representa uma mudança na política anterior da Amazon, que permitia que os líderes determinassem como suas equipes trabalhavam. No entanto, a empresa disse na terça-feira, 29, que rejeita a ideia de que a política anterior deveria ser a norma, e mencionou uma postagem de blog de 2021 em que Jassy observava que a Amazon iria “continuar ajustando” as coisas à medida que mais informações fossem obtidas.

Ao anunciar a política atualizada no início deste ano, Jassy escreveu em um memorando para a equipe que a Amazon tomou sua decisão após observar o que funcionou durante a pandemia e conversar com líderes de outras empresas. Ele disse que os altos executivos da empresa, conhecidos internamente como o S-team, concluíram que os funcionários tendiam a se envolver mais pessoalmente e colaborar mais facilmente.

No entanto, muitos trabalhadores não foram convencidos. Em maio, centenas de funcionários da Amazon protestaram contra a nova política durante uma demonstração na hora do almoço na sede da empresa em Seattle. Na época, um canal interno do Slack que defendia o trabalho remoto tinha acumulado 33 mil membros. Alguns funcionários também têm pressionado a empresa para fornecer dados que sustentem as afirmações de Jassy. 

Durante a sessão, Jassy disse que a liderança da empresa analisou os dados disponíveis e, entre outras coisas, afirmou que eles não sentiam que as reuniões eram tão eficazes em casa quanto eram antes. Ele acrescentou que há muitos cenários em que a empresa tomou algumas de suas maiores decisões sem dados perfeitos, citando exemplos como a decisão da Amazon de seguir com um mercado online para vendedores e a AWS, sua unidade de computação em nuvem.

Em julho, a Amazon também implementou uma política que exige que alguns trabalhadores em escritórios menores se mudem para escritórios principais localizados em cidades maiores, de acordo com vários relatos da mídia. A Amazon emprega 1,4 milhão de pessoas em todo o mundo, mas não indica quantas delas trabalham em escritórios, em oposição ao trabalho em seus armazéns e outros locais./Associated Press 

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Clique nos links abaixo se tiver interesse em se aprofundar no assunto:

O Brasil sem Home Office - Revista Pauí

Preferência dos funcionários pelo modelo híbrido impõe desafios a empresas  - Revista Veja

Os funcionários que relutam em abrir mão do home office - BBC